Meu coração é dividido entre dois amores. Metade dele é vermelho e preto e a outra metade preto e branco. Me divido entre o sofrimento de meu pai e de meu marido em suas torcidas pelos seus times do coração. Na decisão da semana passada, quando o Flamengo estava perto da vitória eu fiquei feliz pelo pai e triste pelo marido. A vida inteira eu disse que era flamenguista, mas sempre fiz questão de dizer o quão safada era minha torcida, pois era uma preferência apenas motivada pela paixão que meu pai nutre pelo seu Flamengo do coração.
Eu uma vez comparei a torcida do Big Brother com as torcidas do futebol por conta de sua paixão e envolvimento. Mas após tantos anos nessa net apaixonada por seus brothers e sisters a gente vai entendendo que existe algumas diferenças entre um grupo e outro. No futebol nos permitimos ter preferências diversas, ninguém é acusado de ser do mal ou mau caráter porque não gosta do Romário, porque critica o Zico ou porque acha que o técnico do Botafogo esteja deixando a desejar. No máximo serei chamada de equivocada, mas a acusação de maldade passa longe dos acaloradas discussões esportivas. Meu pai e meu marido, apaixonados que são por seus times, respeitam a escolha de cada um.
Mas, no futebol a gente aprecia uma arte, um talento. Meu marido diz que quem teve a alegria de ver um Garrincha jogar não esquecerá jamais, bata seu coração em cores vermelhas, pretas, brancas ou tricolores. Garrincha será sempre o grande craque de todos os tempo. O mesmo podemos dizer de Pelé, Zico e até mesmo Romário, Edmundo e Ronaldinhos, o Gaúcho e o Fenômeno. Mesmo que sua vida pessoal seja tumultuada a contribuição dada ao futebol e a alegria proporcionada às torcidas jamais serão esquecidas. Ronaldinho Fenômeno ,que recentemente envolveu-se num episódio com travestis e prostituição, tem uma história que é maior do que qualquer deslize. Não estou defendendo o Ronaldo, até achei interessante uma crônica que li esta semana onde diziam que Ronaldinho vivia nos invadindo com sua privacidade.
É verdade, mas se a gente pegar uns vídeos dos tempos áureos do craque, travestis, prostitutas e taras sexuais acabam sendo relevadas a segundo plano. Cada um sabe onde o sapato lhe aperta, ou nesse caso, onde reside seu prazer sexual. É hipocrisia crucificar o jogador quando sabemos que existem coisas entre o céu e a terra das quais duvidariam nossa vã filosofia. O problema é que geralmente eles se dão a portas trancadas seja a força ou por livre e espontânea vontade. Ronaldo pisou na bola, mas pisou na própria bola, não prejudicou ninguém, não feriu ninguém, não ofendeu ninguém. Toda a conseqüência de seus atos apenas atingirá a ele, Ronaldo.
E o reconhecimento do talento de cada um traz a admiração tão pertinente. Já no Big Brother os talentos são inventados, produzidos ou apenas intuídos e desejados. Recentemente Gyselle Soares aventurou-se na carreira de cantora. Fez um tremendo alarido, disse que, como ela adora dizer, “estava fazendo um trabalho bonito para seus fãs.”. Hoje o discurso muda e a bela do BBB8 começa a dizer que terá que estudar muito para se lançar como cantora. Certamente isso foi o reflexo de sua apresentação em Nova Iguaçu que provavelmente deixou a nu a caminhada vergonhosa por onde a sister estava enveredando.
Eu confesso que senti vergonha alheia ao ver as fotos da Gy no malfadado show em Nova Iguaçu. Suas roupas eram vulgares, sua dança idem, a exploração do corpo e do rebolado com forte tons sexuais era por demais evidente. Gyselle, que recusou-se a se expor enquanto estava na casa do BBB8, acabou expondo-se demais ao lançar-se numa empreitada que acaba aglutinando mulheres bonitas, com belo corpo, mas sem nenhum talento a mostrar. Uma onda a La Gretchen, Feiticeiras, Carla Peres e toda a revoada de gostosas que ganharam dinheiro rebolando a bundinha nos finais de semana e nos dias da semana também.
Gyselle enganou-se a respeito do Brasil. Não estamos na França onde seu rebolado e seu tipo físico foram considerados exóticos e conseguiram algum apelo que a colocaram na MTV francesa. Com a mesma performance apresentada no Brasil dificilmente a MTV brasileira abrirá as portas para a sister do BBB8. Nós estamos num país que é o celeiro de música da mais alta qualidade, além dos artistas consagrados, que eu tenho procurado mostrar aqui nas Madrugadas Musicais, nós temos uma infinidade de bons músicos esperando pela oportunidade perfeita.
Não será o rebola a bola de Mademoisselle Gyselle que a colocará no topo do mundo. Quando muito uma apresentação aqui e outra acolá enquanto ainda está morno o final da oitava edição. Até o final do ano, os protocolos de praxe do pós-BBB serão cumpridos, Playboy, VIP, depois... Ah depois vem o BBB9, que se Deus quiser e com a ajuda de Boninho e da produção que se mostraram extremamente competentes no BBB8, será uma edição daquelas que se tornam inesquecíveis. Gyselle, provavelmente, será mais uma Mariana Felício, cheia de promessas mas sem nenhuma realidade concreta a mostrar.
Posted by Susan
Música na Madrugada
Os Tribalistas
Velha Infância, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte
Em ritmo de Big Brother Brasil, a música é para recordar o BBB3
Posted by Susan
Pode ou não pode?
A gente brinca com os relacionamentos que surgem no Big Brother Brasil porque realmente parece que existe todo um universo que conspira contra. O ano passado o amor de Íris e Diego rendeu bem além do BBB, foi difícil encerrar a sétima edição e a sensação que tenho é que na verdade nós só conseguimos fechá-la nesse pós BBB8. Entra ano, sai ano a história se repete, dos relacionamentos que aconteceram diante de nossos olhos apenas o de Flavia e Justin sobrevive, virou casamento com direito a festa, vestido de noiva, padrinhos, madrinhas, padre e Igreja.
Fica quase uma vontade de nas próximas edições a gente passar a torcer para que não existam mais romances ou, pelo menos, que eles fiquem apenas subtendidos. Esses sim se tornaram mais duradouros, talvez porque o interesse é despertado dentro da casa, mas quando o romance finalmente acontece ele se dá fora do alcance das lentes precisas e críticas do Grande Irmão. Analy e Alan Pierre, Rodrigo Cowboy e Thaís do BBB2 foram bem mais felizes, viveram aqui fora o que não se permitiram viver dentro da casa e, ao que tudo indica, estão vivendo intensamente. Entre idas e vindas Thais e Rodrigo ficaram anos juntos e Alan e Analy estão prestes a ter um bebê.
O que nós perdemos em diversão, eles ganharam em privacidade. Analy e Alan poderiam ter sido “o” casal do BBB7, no início do jogo muitos olhos se voltavam para eles, curiosos em saber se era namoro ou amizade. Não deu namoro no BBB7, mas deu em casamento informal na vida real. Um casamento informal que está completamente fora da informalidade, eles estão prestes a protagonizarem a formação da primeira família BBB em oito anos de edição. Os cinco alemãeszinho de Íris e Diego não vingaram, o romance de Manu e Thyrso, Dhomini e Sabrina deu em água total e o tão esperado casamento de véu e grinalda de Alan e Grazi virou Conto da Carochinha. Mas, estão todos felizes e é isso que importa.
Quase todos que entraram no BBB comprometidos com alguém viram seu romance cair por terra em menos de um ano. Muitos que se diziam apaixonados dentro do programa descobriram, ao sair, que o mundo havia mudado, que sua cabeça havia mudado e, consequentemente, seu coração também. É compreensível, a vida dá uma guinada de 180 graus depois de passar pela experiência de se expor a milhões e milhões de pessoas diariamente. Atrás da exposição vem a notoriedade e a vaidade de se sentir alguém especial na multidão. Quem sai do programa deixa de ser um anônimo e vive a sensação de ser uma pessoa importante e relevante na vida de muitos.
E realmente são importantes sim, vide a avalanche de fãs que seguem os ex-BBBs após o término do programa. Fãs que tomam para si a dor do outro, acatam os ex-BBBs em sua vidas como se eles fossem um parente próximo ou um amigo querido. Tudo perfeitamente compreensível, eu só não compreendo é a perda momentânea do bom senso e da auto crítica.
Se eu não permito e não gosto que critiquem o meu BBB escolhido como um possível vencedor eu não deveria criticar os demais participantes. Certo? Não, errado. A crítica para quem não se gosta é livre e abundante. Mas, isso é natural, todos nós fazemos a mesma coisa. O que não é natural é a gente ter dois pesos e duas medidas. Por exemplo, eu fiz uma brincadeira com a novelinha trash em que está se transformando a polêmica do tira ou não tira a roupa da Gyselle e, por conta disso, recebi emails irritados comigo.
Todas as meninas que saem do BBB fazem um certo charme antes de fecharem com a Playboy. Faz parte do jogo de cena para aumentar o cachê. A novelinha trash da Gyselle acontece porque ela declarou de pronto que faria com tranqüilidade um ensaio fotográfico nua. Ao entregar o ouro ao bandido, Gyselle provavelmente ficou sem argumentos para justificar o tempo que ela precisa para colocar seu cachê em leilão. A graça está no fato de que após oito edições já está para lá de manjado essa pseudo dúvida em relação ao fato de posar ou não posar nua.
Chega a ser ingênuo, pois a Playboy já está careca de saber que a negociação sairá com certeza e o público não compra mais as notícias que tentam criar uma expectativa em cima do ensaio a sair. Para que essa tática dê certo a ex-BBB tem que ter feito um sucesso estrondoso como Grazi e Íris, fora isso, o público não corre atrás dos possíveis recatos e pudores amplamente anunciados para incrementar o "quem dá mais". A tática envelheceu e caducou, quem tem garrafas para vender o fará a peso de ouro, quem não tem terá que se contentar com um contrato com a Playboy como outro qualquer, sem grandes somas envolvidas e sem grandes expectativas. Gyselle está fora desse circuito de sucesso. Infelizmente ela não soube construir, em seu período de confinamento, junto ao grande público, um enorme interesse. Tirando o norte e nordeste que apoiaram a sister massivamente, e cujos órgãos de imprensa ainda lhe dão algum destaque, Gy caminha a passos largos rumo ao esquecimento.
Quanto às críticas a gente já se acostumou aos famosos dois pesos e duas medidas das torcidas. A Nathália, que nada fez à Gyselle dentro da casa, nunca se colocou em seu caminho, jamais brigou, discutiu ou bateu boca com a Gy, é execrada pela torcida da piauiense. Perseguem Nathália, ela é xingada, debochada e o único pecado da Nat foi ter conquistado uma grande parcela de público a seu favor. O único pecado da Nat foi a Xuxa ter dito que torcia pela gaúcha e, em menor escala, foi o DCPL ter torcido claramente pela moça de Passo Fundo em seu paredão contra a Gyselle. Mas, isso não pode, é coisa de pessoa maldosa. Tudo tem que ser a favor, direcionado, focado para Gyselle, qualquer palavra contra ou qualquer chance de sucesso de algum ex-BBB transforma-se numa ameaça tal que justifica palavras chulas, ameaças e perseguição. Até a Íris entrou na dança por ter declarado que gostava da Nat enquanto ela esteve no jogo. Chamar Nat de prostituta pode, chamar Íris de boneco de ventríloquo pode, chamar Juliana de Raimunda pode, dizer que Xuxa está velha e gagá também. Por que então não pode tirar um sarrinho com a cara da Gyselle? Claro que pode.
Posted by Susan
Rapidíssimas Big Brother Brasil 8
Gyselle diz que seu corpo ainda não está pronto para a 'Playboy'
A ex-BBB Gyselle Soares lançou na noite de ontem a edição de maio da revista VIP, na qual aparece em fotos sensuais. A piauiense, que ficou em segundo lugar no Big Brother Brasil 8 afirmou que pensa em fazer um ensaio para a revista Playboy, mas que não se sente à vontade com seu corpo.
Fonte: Terra
O que é um corpo pronto? Barba, cabelo e bigode?
Termina namoro dos ex-big brothers Thatiana e Marcos
Durou pouco mais de um mês o romance dos ex-big brothers Thatiana e Marcos. Segundo a brasiliense, o namoro terminou na noite desta segunda-feira, no Rio.
Próximo! Quem será? Gyselle e o francês ou Juliana e Alexandre?
Ex-BBB Juliana diz que causou acidente ao posar nua
Juliana Góes, capa da Playboy de maio, divulgou seu ensaio nu nesta segunda-feira em São Paulo. "A revista achou que eu não fosse segurar a onda", afirmou a ex-participante do Big Brother Brasil 8, que fotografou em diversos pontos da capital paulista.
Juliana está saindo melhor do que a encomenda. Parabéns Ju!
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Segunda-feira trash
Rosana
O Amor e o Poder
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O que faria com dez mil comprimidos de Viagra?
Lilian Witte Fibe cai na gargalhada ao dar uma notícia
Posted by Susan
Era uma vez no túnel do tempo
Uma escritora chamada Janete Clair, uma novela cujo nome era Selva de Pedra e um público que voltava cedo para casa para acompanhar a saga de Simone e Cristiano, personagens de Regina Duarte e Francisco Cuoco
A Abertura
Momento marcante - O julgamento de Cristiano
A eterna trilha sonora do BJ Thomas, Rock And Roll Lullaby
A brilhante, maravilhosa e belíssima Dina Sfat
O Final Feliz - Assistindo ao Cuoco desse tempo a gente entende o porquê nossas mães suspiravam por ele
I waited 'til I saw the sun I don't know why I didn't come I left you by the house of fun I don't know why I didn't come I don't know why I didn't come
When I saw the break of day I wished that I could fly away Instead of kneeling in the sand Catching teardrops in my hand
My heart is drenched in wine But you'll be on my mind Forever
Out across the endless sea I would die in ecstasy But I'll be a bag of bones Driving down the road along
My heart is drenched in wine But you'll be on my mind Forever
Something has to make you run I don't know why I didn't come I feel as empty as a drum I don't know why I didn't come I don't know why I didn't come I don't know why I didn't come