FRANCISCO CUOCO, ASSALTO E SEQUESTRO

A ator Francisco Cuoco foi vítima de assalto e seqüestro na noite de ontem no Rio de Janeiro. Reconhecido pelos bandidos, ele foi solto vinte minutos depois. Segundo o ator, ele nasceu novamente. Realmente o Rio está perigoso da gente andar pelas ruas. No outro dia, eu voltava para casa com meu marido quando o pneu do carro furou na Francisco Bicalho, altura da Leopoldina.
Estávamos em meu carro que, por meu desligamento e falta de tempo, havia furado o pneu na semana anterior e eu não tinha levado ao borracheiro para consertar. Enquanto meu marido saía com o mecânico para resolver o problema, eu fiquei no ponto do ônibus que àquela hora, um pouco antes das nove horas da noite, estava cheio de gente. Inesperadamente, apareceu um carro da polícia, dois policiais saltaram do carro armados até os dentes, sendo que um deles estava à paisana o que me confundiu se ele era o bandido ou o mocinho da história.
Felizmente, era apenas uma verificação num carro que estava parado. Duas coisas importantes, primeiro a polícia já chega com ares de quem vai travar uma guerra. E de fato eles travam uma batalha todo dia, é inegável. Mas, também é inegável o quanto a nossa Polícia é despreparada para lidar com a violência e o crime. Equipara-se aos bandidos. Segundo, a população está completamente desprotegida e apática perante esta situação. Já se acostumou à violência. Ficamos eu e mais umas dez pessoas apenas observando de longe o desenrolar da história, enquanto ônibus e carros trafegavam calmamente pela rua.
Depois de libertado, Francisco Cuoco dirigiu-se ao teatro e encenou sua peça só avisando ao público sobre o assalto que sofrera naquela noite ao final da apresentação. No término da peça, as pessoas aplaudem e o ator pede um minuto para falar. Ele narra o que aconteceu e diz que "nasceu de novo". Faz questão também de falar que encenou a peça, nesta noite de quinta-feira (9), por respeito ao público. "Agradeço a Deus e a esse imponderável da vida que fez eu poder ver meus amigos, minha família, ver vocês", diz ele com olhos cheios d'água e sai de cena. Exemplo de profissionalismo e competência. Esta notícia fica aqui junto com a matéria sobre a Grazi e a Juliana, pois acho que artistas como o Cuoco são exemplos para os jovens que desejam se tornar atores e atrizes. Sonhos, perseverança e profissionalismo.
GRAZI MASSAFERA E JULIANA LOPES, LIVRES PARA SONHAR
Todos nós temos direito de sonhar. São nossos sonhos que nos impulsionam para frente, que nos dão força para continuar vivendo. Quando somos crianças sonhamos com a bicicleta nova, com o dia em que conseguiremos entender a seqüência de cada letra formando as palavras. Sonhamos em ser grandes, nos tornar adultos e independentes. De sonhos em sonhos a vida vai passando, a gente amadurece, envelhece e morre. Na morte deixaremos para trás casa, carro, roupas, mas os nossos sonhos serão nossos companheiros em outras vidas, em outros planos. Pois eles fazem parte de nosso espírito, constroem nossa alma.
Grazi Massafera tem um sonho, Juliana Lopes também. Um dia ambas sonharam em entrar para o Big Brother Brasil e abrir um mundo de oportunidades. Mas, principalmente elas sonharam em se tornar atrizes respeitadas e amadas. Para isto estão construindo seu caminho, cada uma a sua maneira. Se elas tiveram mais oportunidades do que outros nada disso invalida a beleza do sonho de cada uma. Se trilharam o caminho certo ou não, pouco importa. Se chegarão em seus objetivos, também não é tão importante.
Pois quando temos um sonho e construímos um caminho para realizá-lo já ganhamos um lugar ao sol. Se o final for escrito de maneira diferente daquela que imaginamos, mesmo assim, em cada degrau que chegamos nós somamos experiências de vida que nunca serão desperdiçadas.
Um dia eu sonhei em ser pintora. Cursei a faculdade, fiz cursos, trabalhei em ateliês de artistas plásticos para aprender o ofício de se fazer Arte. Fui selecionada pela Galeria Thomas Cohn e no meio deste caminho eu conheci meu marido. Os meus planos de estudar um ano na Europa foram engavetados porque eu estava muito apaixonada, além de outros percalços da vida que me impediram de continuar com meu sonho. Eu vislumbrei outra opção profissional e deixei as Artes Plásticas num cantinho de meu coração. Precisei esquecer os sonhos, os feijões eram mais urgentes.
Se eu tenho algum arrependimento? Nenhum. Sou feliz com minha escolha profissional. Tudo o que eu li, estudei, observei em Artes Plásticas eu aplico na vida, pois aprendi a ver as diferentes nuances de cores, aprendi a apreciar a beleza das cores primárias, principalmente, a intensidade do vermelho. Descobri o quanto é importante ter um imenso senso de observação para retratar a realidade. Aprendi que o Belo nem sempre está expresso em suavidade de linhas e harmonia de cores. Ao compreender o meu lugar de espectador diante de uma tela, eu entendi o meu papel de observador do mundo que me cerca.
Juliana e Grazi têm um sonho. Vão passar por dificuldades para realiza-lo, terão alegrias, tristezas e frustrações. Mas o sonho está lá. É delas e ninguém neste mundo poderá tirar-lhes a liberdade de sonhar. Por mais maligna que seja a interferência, por mais oportuna que seja a crítica, por mais sincero que seja o aplauso, é na teia da compreensão de cada um desses sentimentos que seus sonhos as levarão para o futuro. O que as aguarda ao final da jornada? Só Deus sabe e traça o destino. De qualquer maneira, parabéns meninas!

"Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas, também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas, também já fui rejeitado, fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)!
Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida...
Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante." (Charles Chaplin)
Posted by Susan
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BIG BROTHER VIRTUAL

Foto: Second Life
Este mundo virtual é fascinante. E justamente por ser tão atrativo é que pode se tornar muitas vezes perigoso. Alguém já ouviu falar no Second Life? É uma espécie de jogo ou mundo virtual com cidade, casas, empregos, vida noturna onde o internauta tem a chance de escolher um personagem, fazer fama, ganhar dinheiro e notoriedade, ter uma vida social intensa, ou seja, criar uma história e vivê-la como se fosse sua vida de verdade. Daí o nome em inglês de "Segunda Vida".
E The Sims? Quem conhece? É um jogo também, mas este a gente compra em loja e instala no computador. Neste jogo a gente cria uma família, constrói uma casa, coloca os bonequinhos para se relacionar, ir à escola, namorar, trabalhar, ter filhos. Conforme eles ganham dinheiro a casa vai aumentando, os móveis vão melhorando. A intenção é manter os Sims felizes, bem alimentados, limpos e com uma vida social garantida.
O Second Life é um avanço enorme em relação ao Sims. Primeiro, ele está disponível na net para quem quiser participar. Segundo, ele leva o internauta a realmente entrar no computador e viver sua fantasia. Muito louco, não? Mas, ao mesmo tempo muito tentador. Na cidade em Second Life, o internauta terá a possibilidade de comprar uma casa, ir trabalhar, montar uma vida paralela e virtual, ganhar dinheiro, se relacionar. Você é o personagem, ou seja, mergulharemos de cabeça no mundo cibernético.
O mais maluco, no entanto, é que empresas sérias e reais como a Toyota, Adidas e Sony já estão atuando em Second Life. Este mundo paralelo já existe desde 2003 e foi criado epla empresa Linden Lab de São Francisco, California. Segundo a matéria do UOL o Second Life tem Economia e moedas próprias. Como diria o Faustão... Ô loco, meu!
Agora a Endemol anunciou que irá promover o primeiro Big Brother virtual. Ele acontecerá na cidade de Second Life, com a participação de dezoito personagens internacionais que já habitem a cidade há pelo menos dois anos. A casa será de vidro e o jogo terá a duração de um mês, com os personagens atuando pelo menos oito horas por dia. Haja disponibilidade de tempo! Mas, quem tiver a chance de ter tempo livre ou estiver de férias durante este período poderá acompanhar o desenrolar do jogo na Casa do Second Life. O esquema é o mesmo do BBB, os candidatos serão eliminados e o que sobreviver por mais tempo ganhará um prêmio, sendo que neste caso o vencedor ganhará uma ilha no mundo de Second Life.
E a vida real? O que aconteceu com ela? Em Second Life você pode criar qualquer coisa que você imaginar, competir por fama, fortuna e vitória. Da maneira como a sociedade moderna está nos deixando solitários corremos o sério risco da vida em Second Life virar a primeira e a real ficar no plano secundário. Mundo maluco o nosso, onde as alternativas de fugir da realidade vão ficando cada dia mais sofisticadas e reais, apesar de serem apenas virtuais.
Posted by Susan
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EXISTEM REGRAS NO JOGO BIG BROTHER BRASIL?
O BBB, a mídia e a fofoca
É difícil falar em leis num país como o Brasil que durante quase duas décadas esqueceu o significado da palavra justiça. Até hoje pagamos o preço, temos uma casa enorme para arrumar, mas aos poucos a gente vai colocando cada coisa em seu lugar. É bom assistir ao debate de idéias que sempre se trava na net BBB quando o assunto é sério e pertinente. Foi assim na discussão do desarmamento e não seria diferente na questão das eleições presidenciais. Os excessos fazem parte do calor da discussão e da necessidade que cada um de nós tem em afirmar suas razões por ter feito esta ou aquela escolha.
O que não se justifica é que a grande imprensa atue como amadora, que leve ao extremo a crença política de seus dirigentes e coloque o veículo de informação a serviço desta ou daquela tendência política. Isenção completa e total a gente sabe que é impossível, mas existe uma linha divisória clara que pode tornar a imprensa mais séria e comprometida ou nivelá-la a simples categoria de imprensa marrom, aquela que se alimenta de sensacionalismo, escândalos e mentiras.
Longe de mim culpar todo e qualquer jornalista que faz seu trabalho de maneira criativa e responsável, pois na maioria das vezes eles nem concordam com a posição expressa pelos donos e dirigentes da grande imprensa. Exageros como os da Revista Veja em sua cobertura do processo eleitoral este ano, por exemplo, é que colocam em risco a credibilidade da mídia no Brasil. Em seu programa matutino na Band News, o jornalista Ricardo Boechat pediu que fizessem um levantamento da quantidade de capas depreciativas que a Veja publicou contra o Lula em comparação com outros Presidentes. Segundo o Boechat, que ainda não divulgou estes números, foi clara e inequívoca a campanha de difamação deflagrada pela revista.
Mas, nós já estamos acostumados aos desvarios da Veja. O Alan do BBB5 foi vítima do trabalho pouco profissional dessa publicação numa matéria tendenciosa publicada ao final do ano de 2005, onde as informações da entrevista com o ex-BBB foram deturpadas e distorcidas no sentido de preconceituosamente taxar o Alan de ser um cara que não gostava de trabalhar e que vivia às custas de sua namorada, a Grazi Massafera. Já o ano passado a Veja revelava sua tendência de abraçar a fofoca em detrimento da informação. Em tempos de Big Brother Brasil a imprensa e a fofoca ficarão novamente no centro de nossa atenção. A imprensa tanto age de modo positivo quanto negativo na construção da imagem de nossos jogadores. Por isto, todo cuidado é pouco quando se mora na casa do Projac.
Existem regras de comportamento para um bom jogador de BBB? Já acreditei nisso, inclusive, em 2004, um pouco antes de começar o BBB5, eu publiquei um texto que tentava delinear as regras a serem seguidas pelos jogadores. Hoje eu não sei se me atreveria a tanto, afinal existe gosto para todo tipo de pessoas. Naquela época eu escrevi sobre a chatice de jogadores que choravam e rezavam demais. Paguei todos os meus pecados com o choro convulsivo da Tais e com suas rezas intermináveis que muito contribuíram para o fracasso da sexta edição do BBB. Mas, tem um monte de gente na net que gosta da bela paraense, portanto, como traçar regras básicas de bom desempenho no BBB?
Uma vez me perguntaram como se comportar dentro da casa. Eu prontamente respondi... Eu não tenho a menor idéia... Só sei que os jogadores que conseguiram mexer com a emoção do público foram os que melhor se saíram no jogo. Tivemos cenas antológicas de emoção como o choro infantil do Bambam no BBB1, o choro desesperado de Dhomini e Sabrina quando a Máfia de Cuecas conseguiu colocá-los frente a frente num paredão, o choro agoniado da Manu na saída do Thyrso no BBB2, as lágrimas bebuns da Cida ao implorar que a Juliana Lopes não colocasse o Tiago no paredão, o choro doído e sentido do Alan do BBB5 quando colocou o amigo Jean no paredão, o choro reservado e sofrido da Ju no dia em que colocou o Dourado para disputar a eliminação no BBB4. Mas, vejam bem, foram todos choros reais, frutos de emoções sentidas dentro do jogo.
Pois é, sem regras muito claras a seguir resta aos jogadores do BBB7 terem bom senso para conviver com seus pares dentro da casa, inteligência para lidar com o apresentador do programa, jogo de cintura para encantar o público e ganhá-lo para que saia em sua defesa. Aquele que conseguir atingir estes objetivos e ainda ter a mídia a seu lado lhe dando espaço, abrindo caminhos para uma fama verdadeira, terá grandes chances de colher glória e reconhecimento, mesmo que não seja de imediato, mas com determinação e carinho eles podem chegar longe. Os que caírem em desgraça com a imprensa e tiverem seus nomes envolvidos em fofocas amargarão dias de desilusão pelos sonhos defeitos e pela efêmera tarja de Celebridade do momento.
Posted by Susan
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