Uma espiadinha no "Fashion Rio"
Se meu namorado aparecesse no próximo dia 12 de junho vestido dessa maneira, eu despachava ele com sal grosso e arrumava outro rapidamente...

 

Moda que desencanta, que torna as pessoas feias e não instiga o olhar...
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O que ficou de nossa convivência no "BBB7"
Sábado que vem é o Encontro do Rio de Janeiro do De Cara Pra Lua. Já soube que temos mais de 100 pessoas confirmadas para o encontro e estou ansiosa contando as horas para que o dia dezesseis de junho chegue rápido, mas ao mesmo tempo que ele passe bem devagar. Quero curtir cada uma das carinhas que eu não conheço, pessoas que aprendi a gostar e respeitar através de seus nicks e seus comentários aqui no blog.
Mas, dei-me conta que sei apenas do destino de um décimo das pessoas que estarão aqui no próximo sábado, o que torna mais excitante o nosso encontro e me deixa mais feliz, pois sei que eu encontrarei pessoas a quem eu nunca tive a oportunidade de olhar nos olhos e reencontrarei outras que já estiveram no Encontro de São Paulo. Eu sei que todas são boas pessoas buscando apenas amizade e felicidade.
Também percebi que nunca fui tão feliz fazendo o De Cara e esta felicidade é graças a todos vocês que nunca deixam de me visitar, mesmo com toda a dificuldade que eu venho tendo em atualizar o blog. Mas, além de vocês, a minha felicidade também é porque este ano eu conquistei uma liberdade que jamais havia experimentado antes na net. A liberdade de escrever o que eu tenho vontade sem censura e sem medo do julgamento a que todo blogueiro é submetido. Pois o julgamento é inevitável, tanto faz o que você escreva ou defenda, é absolutamente impossível agradar gregos e troianos.
Meu compromisso é agradar a quem me lê e esse é um compromisso prazeroso que permitiu que a gente criasse laços e elos importantes entre a gente. Essa foi sem dúvida a edição do Big Brother Brasil mais feliz em minha vida na net.
Falar de Íris e Diego foi muito legal, não que eles sejam perfeitos, mas suas imperfeições foram os complementos perfeitos para que a gente discutisse uma série de assuntos importantes tais como o amor, as escolhas na vida, nossas opções, nosso crescimento interior. Hoje lidamos com a realidade fora da casa com o mesmo prazer em partilhar seus sucessos e tentativas de ser feliz. Uma pena que nem todos os jogadores do "BBB7" tenham tido tamanha coragem e tanta humanidade em suas atitudes. Esse papo de que é tudo um jogo nos tira o sabor de observar a vida e o ser humano.
Sábado que vem é dia de festa, no Rio de Janeiro e no De Cara Pra Lua. Salve, Salve galera do DCPL!
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A escolha entre um bolo de chocolate e uma folha de alface
As celulites de Britney Spears...


Fonte:EGO
A ditadura dos corpos perfeitos ataca qualquer mulher seja ela uma celebridade ou não. Muitas vezes desejei ter nascido no século XVI onde as formas voluptuosas e avantajadas das mulheres era sinal de beleza e prosperidade. Magreza era associada à pobreza e doença. Rubens e Rembrandt pintavam belas e volumosas mulheres envoltas em movimentos intensos dos drapeados de seu vestuário ou na penumbra do jogo de luz e sombras, dos meio tons e do contraste com a luminosidade.
Hoje vivemos num mundo onde é imperioso gostar de Academias, de exercícios ao ar livre, levantar pesos, passar fome, onde a beleza da mulher se mede pela quantidade exposta de ossos aparentes sob a pele. Incorporamos de tal maneira esses princípios de beleza que nos choca quando vemos uma foto da Britney Spears desfilando tranqüilamente sua celulite pelas praias para deleite dos paparazzi de plantão. Nos espanta que uma celebridade conviva com os mesmos problemas de beleza que nós simples mortais. Pois a imagem que sempre nos passa é de uma perfeição inatacável.
Eu confesso que odeio Academias e todo o clima que envolve esses ambientes. Tenho uma inveja saudável de quem enfrenta com prazer horas de esteira, musculação, step, pilates, corrida, enfim, quem tem no exercício físico um complemento perfeito para a saúde do corpo. Para mim é um completo sacrifício e sofrimento. No entanto, eu compreendo que exercitar-se vai além da questão estética, envolve a manutenção de nossa saúde e bem estar. O problema é saber dosar a nossa vaidade desmedida, a pressão por uma perfeição inexistente, o padrão de beleza da modernidade que passa por modelos esquálidas e famélicas e a tentação de escolher um belo pedaço de bolo de chocolate em detrimento de uma insípida folha de alface.
Posted by Susan
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Chá Literário no De Cara Pra Lua

CLARICE LISPECTOR

A primeira vez que eu li Clarice Lispector eu tinha dezessete anos e vivia a primeira grande paixão de minha vida. O livro era "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" que falava exatamente de relacionamento amoroso, das questões existenciais de uma mulher vivendo uma paixão, de suas inseguranças e sua luta para não se diluir no outro e perder-se de si mesma. Clarice Lispector me acompanhou para o resto de minha vida. Li todos os seus livros, encontrei-me em muitas das histórias ou devaneios dessa escritora que transita no limite de nossa loucura e da paixão pela vida.
Susan
 
Clarice nasce em Tchelchenik, na Ucrânia, em 1920. Chega ao Brasil com os pais e as duas irmãs aos dois meses de idade, instalando-se em Recife. A infância é envolta em sérias dificuldades financeiras. A mãe morre quando ela conta 9 anos de idade. A família então se transfere para o Rio de Janeiro, onde Clarice começa a trabalhar como professora particular de português. A relação professor/aluno seria um dos temas preferidos e recorrentes em toda a sua obra - desde o primeiro romance: Perto do Coração Selvagem. Ela estuda Direito, por contingência. Em seguida, começa a trabalhar na Agência Nacional, como redatora. No jornalismo, conhece e se aproxima de escritores e jornalistas como Antônio Callado, Hélio Pelegrino, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Alberto Dines e Rubem Braga. Os passos seguintes são o jornal A Noite e o início do livro Perto do Coração Selvagem - segundo ela, um processo cercado pela angústia. O romance a persegue. As idéias surgem a qualquer hora, em qualquer lugar. Nasce aí uma das características do seu método de escrita - anotar as idéias a qualquer hora, em qualquer pedaço de papel.

"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada."

"... eu só escrevo quando eu quero, eu sou uma amadora e faço questão de continuar a ser amadora. Profissional é aquele que tem uma obrigação consigo mesmo de escrever, ou então em relação ao outro. Agora, eu faço questão de não ser profissional, para manter minha liberdade."
"Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo".
Fonte:TV Cultura
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Uma comparação desnecessária entre Fani Pacheco e Íris Stefanelli
A time it was It was a time A time of innocence A time of confidences*
Hoje eu vou almoçar com um amiga de longas datas. Somos amigas desde os dez anos de idade. Durante muitos anos partilhamos tudo em nossa vida, alegrias e tristezas, risos e lágrimas. Tornamos-nos adultas acompanhando as mudanças de cada uma, muitas vezes torcendo a distância para que uma lágrima secasse ou para que a alegria fosse infinita. Casamos e separamos mais ou menos na mesma época. Vi seu primeiro casamento não se realizar quando seu noivo morreu cedo demais para que a gente pudesse enfrentar a realidade. Ela nunca quis vê-lo morto e por isso não foi ao seu enterro. Tínhamos na época apenas dezenove anos.
Participamos juntas do mesmo movimento estudantil, defendíamos a mesma idéia de liberdade e democracia. Passamos por muitas dificuldades tentando entender um mundo que tinha uma infinidade de oportunidades, a liberdade de pensamento era a marca registrada de nossa geração. Vivemos muitos anos depois do amor livre pregado pelo movimento hippie, o gosto da liberdade sexual, assim como amargamos a desgraça do advento da AIDS que pôs por terra toda uma noção de liberdade, mas trouxe em sua bagagem a lição do uso de nosso corpo e sexualidade com responsabilidade e discernimento. Nem tudo tem apenas um lado negativo, nem mesmo uma peste que acabou tirando de nosso convívio pessoas que fizeram a diferença no mundo, entre elas o poeta Cazuza.
Por toda minha vivência senti-me muito a vontade para criticar a postura da Fani durante o BBB7, longe de ser preconceito ou amargura, era a visão sensata de quem já viu um pouco de tudo nessa vida. Além do fato de que muito mais do que sua liberdade sexual, o que mais me perturbou em Fani foi uma modernidade de fachada que caiu por terra ao primeiro sinal de paixão por um homem. Fani esquece-se de tudo que pregou ao chegar no "BBB7" e comportou-se como qualquer adolescente problemática e rejeitada se comportaria. Da mulher liberal, passou a ser uma folha de papel carbono das atitudes de Íris no jogo numa vã tentativa da conquista de um homem. Atitude pequena demais para ser comparada com Leila Diniz.
Hoje li a matéria do EGO sobre o sucesso de Fani no Fashion Rio. Ponto pra ela. Só não consegui entender o porquê da comparação com Íris. Todos os sites de fofoca deram a notícia e nenhum fez nenhum tipo de comparação, apenas o EGO. Fiquei pensando se os editores do EGO seriam os mesmo do Site Oficial do "BBB7", que claramente torciam pelo amor de Fani e Diego. De certa maneira me fez feliz, já que descobri que posso ser parcial a vontade pois apenas administro um blog e não um canal de mídia formal e, a princípio, respeitável. Lembrei-me também com certo saudosismo da época em que eu escrevia textos apaixonados e engraçados sobre o triângulo do "BBB7". Lembrei-me que um dia chamei Fani de Espontaneidade, Diego de Carisma e Íris de Inteligência. Naquela época eu tinha certeza de que eles seriam os melhores finalistas para a sétima edição do "BBB".
No entanto muita água rolou por debaixo da ponte e acabamos numa rixa meio sem sentido entre duas torcidas que um dia estavam unidas num único objetivo e divertindo-se com os mesmos personagens. Acredito que muito dessa rixa foi gerada pela legião de fãs de Fani que passaram muito tempo querendo de qualquer maneira que Diego e Fani tivessem um final feliz. No fim das contas, elas se mostraram tão ou mais românticas do que qualquer torcedor pelo amor de Íris e Diego. O que é muito bom, pois romantismo faz bem às pessoas, sonhar é o melhor remédio contra a tristeza. Apesar de que nem todo sonho acaba se tornando uma realidade, muitos deles existem apenas para acalentar nosso coração ferido. Hoje a matéria é sobre o sucesso da Fani, talvez numa certa nostalgia de minha parte por aquela Fani que nós acolhemos aqui no De Cara Pra Lua lá no início do "BBB7" e que acabou se perdendo ao longo do jogo.
*Verso da música Old Friends de Simon and Garfunkel
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Com agenda cheia Íris e Diego contam um pouco de suas vidas

DIÁRIO DA ÍRIS
Gente, eu to muuuuuuuuuuito feliz da vida. Achava que essa minha fama só ia durar 15 minutos, mas não é que esse trem tá durando mesmo? Queria pedir desculpa pela demora pra escrever e agradecer muito o carinho de vocês todos, de verdade. Eu to muito feliz, cheia de propostas boas na vida, com a agenda cheíssima e muuuuuito apaixonada. Não liguem pra fofocada não, viu gente? Eu e Limão estamos muuuuuioto bem. Agora eu tô em Curitiba gravando uma vinheta pra uma feira de couro e malhas. Na sexta eu vou estar em Uberlândia gravando comercial pra feira do algodão e no sábado eu vou estar em Catalão.
Aliás, queria chamar todo o pessoal de Catalão e região pra feira de queijos e vinhos. Quem estiver por lá no camarote vai poder tirar uma fotinha comigo. Tô esperando, hein? Queria agradecer muito pelo carinho do pessoal de Caruaru. Eu e o Alemão dançamos e namoramos muuuuuuuuuuito lá. Nos divertimos demais da conta. E falando nele, queria dizer que eu assisti junto com ele a estréia do quadro no Fantástico e gostei muito. Sei que é o trabalho dele, respeito e apóio tuuuuudo que ele faz.
Gente, estive no Fashion Rio e conheci a Gisele Bundchen. A gente tirou foto e ela foi super simpática comigo. Aliás, ela e todo o pessoal de lá. Aonde eu chego tem sempre fãs esperando, gente de todas as idades, classes e tipos. Isso é a coisa que me deixa mais feliz. Não sei nem como agradecer esse carinho todo que eu to recebendo de vocês. Vocês viram que eu vou ser a noiva da quadrilha do Arraial da Providência?
O pessoal do Globo.com fez uma enquete pra saber quem deveria ser o meu noivo na quadrilha. Teve quase 25 mil pessoas que votaram e elegeram o Reinaldo Gianechini meu par. Eu preferia que fosse o Alemão, mas ele não vai poder ir porque também está com a agenda cheia. Respeito muito ele, mas se vocês arrumarem um noivo legal pra mim eu vou ficar muito feliz. Podia ser o Gianechini, o Nerso da Capitinga ou o Jeca, que vai dançar com a Valéria Valenssa na quadrilha e eu gostei muito de conhecer.
O que eu quero é que seja alguém legal. Quero dizer a todos os meus fãs que eu peço a Deus todos os dias pra ele abençoar vocês. Sei que muitos de vocês tem problemas como eu já tive antes de entrar pro Big Brother, então peço a ele pra que ajude muito vocês pra que possam continuar me apoiando. Meu pensamento é sempre positivo pra que tudo dê certo. Nunca desistam e confiem em Deus, pois com ele é sempre melhor.
Beijo Brasil e fiquem com Deus! Por Íris

DIÁRIO DO DIEGO
E aí, Brasil?
Antes de mais nada queria agradecer a todo mundo pelo momento maravilhoso que eu estou vivendo, pelo carinho que eu estou recebendo de crianças, adultos e gente de todo o tipo que percebeu como eu sou, que viu que eu sou um cara do bem e que estou fazendo o possível pra ser motivo de orgulho pra todo mundo que me apoiou e me apóia até aqui.
Tô indo agora pra Macapá, cumprir mais compromissos da minha agenda louca. Também vou gravar a campanha para a escolha do Cristo como uma das 7 novas maravilhas do mundo, estou com a Casa e Vídeo no Rio e no Espírito Santo e depois quero dar uma parada pra cuidar de mim, do corpo e poder me dedicar só ao quadro do Fantástico. Achei que a estréia foi bacana e tenho certeza que com o passar do tempo ainda vai melhorar. Estou estudando pra representar cada vez melhor a classe da qual agora eu faço parte.
Também quero aproveitar essa diminuída no rítmo pra curtir o dia dos namorados com a minha, mas não vou dizer onde. rsrsrs Tivemos alguns problemas no começo, mas estamos conseguindo nos acertar. É a primeira vez que tenho um relacionamento que é notícia na mídia, então por conta disso as pessoas querem sempre saber o que está acontecendo com a gente. Tem muita gente especulando que nosso relacionamento só existe por causa de contratos ou publicidade, mas nossas agendas não tem batido devido ao perfil profissional diferente que nós temos.
Estou com ela porque eu gosto dela e estou fazendo a minha parte pra passar por cima dos problemas e ir em frente. Fiquei três meses trancado numa casa sem notícias do mundo aqui fora e quando saí aconteceu a maior reviravolta na minha vida. Estou aqui faz dois meses e sempre tentando ser honesto e fazer o meu melhor para todos que me apoiaram e meus contratantes. Estou vivendo isso tudo por causa de vocês que acreditaram em mim. Quero fazer do meu quadro algo que divirta e informe ao mesmo tempo. Espero que consiga. Muito obrigado por tudo!
Um grande beijo do Alemão! Por Diego
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Mulheres bem sucedidas não são uma ameaça para os homens


Os homens que se cuidem porque as mulheres estão chegando com tudo e vieram para ficar. A guerra é tola por princípio, colocar homens se matando por conta de conquistar territórios ou riqueza é um desperdício da vida e da capacidade criativa da humanidade. Guerra é coisa de homens que saíram de casa na Segunda Guerra Mundial e abriram espaço para que as mulheres entrassem na cadeia produtiva da sociedade. De lá para cá, a gente só ganha espaço, graças a Deus e à nossa inteligência, esforço e tenacidade.
Tolo do homem que menosprezar ou colocar em dúvida a capacidade da mulher, com certeza terá uma grande chance de dar com os burros n´água. Eu tinha um chefe que era um porco chauvinista e machista, mulher para ele tinha que ficar de boca fechada, ser recatada e não ter opinião. Aliás, ele temia qualquer um que tivesse um pouco mais de inteligência. Resultado? Não conseguiu liderar sua equipe para alcançar o sucesso. Há pouco mais de uma ano eu tenho um chefe novo, nesse período cinco mulheres foram promovidas para cargos gerenciais de responsabilidade. Resultado? Estamos na liderança, com um planejamento que nos possibilitará alcançar em outubro os lucros projetados para o mês de dezembro.
Isso quer dizer que as mulheres são melhores do que os homens? Não necessariamente, apenas significa que subestimar o valor e a contribuição das mulheres no mundo dos negócios ou em qualquer outro ramo é coisa de tolo ou desavisado. Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, eu diria que ao lado de todo grande homem existe uma mulher parceira, companheira e tão provedora quanto ele. Seja financeiramente ou apenas fazendo sua parte na educação dos filhos e na organização da casa. Se for por opção, por que julgar a mulher que não trabalha como uma pessoa menor? Eu acho que cada um escolhe onde está sua felicidade, existem mulheres que gostam de cuidar da casa e são felizes assim. Por que colocá-las numa camisa de força e impor que a felicidade encontra-se num escritório?
No entanto, quem tem independência financeira sabe o quanto isso é importante numa relação. O jogo de poder de quem controla o dinheiro num relacionamento afetivo pode ser cruel seja para o homem ou para a mulher. Se os papéis de cada um não forem muito bem discutidos e aceitos pelo casal pode trazer muitos problemas futuros, pois alguém pode se sentir lesado ao longo do caminho.
Esta semana eu recebi uma matéria interessante sobre a primeira pajé mulher de uma tribo indígena brasileira. Da mesma maneira que as mulheres urbanas encontram preconceito para serem aceitas pelos homens desempenhando papéis a princípio destinados ao homem, a índia Raimunda também teve que vencer a resistências dos homens de sua tribo para que a aceitassem como pajé da aldeia. Não foi fácil, mas ela conseguiu e hoje sente orgulho de ter abandonado o mundo dos brancos, retornado às suas origens e ser hoje responsável pela preservação da cultura e costumes de seu povo.
Fico sempre muito feliz quando eu vejo o sucesso de uma mulher. Por isso fiquei feliz ao ver que Íris continua arrasando por onde passa. O sucesso que ela fez no Fashion Rio é prova de que ela é querida e admirada seja no interior ou em qualquer evento de moda de sucesso. Ponto para Siri, que mostrou no "BBB7" o valor que tem uma mulher. Enganam-se aqueles que creditam seu sucesso ao marketing de moça pura e recatada. Não foi isso que cativou o coração de milhões de brasileiros, não foi isso que a Siri mostrou no "BBB7", mas sim sua firmeza de propósitos, sua negativa de se render a um homem sem que ele reconhecesse seu valor para poder conquistá-la. Foi sua determinação, garra e vontade de acertar, foi sua luta contra o preconceito e a intolerância que a fizeram tão querida e respeitada pelo público e mídia.
Hoje acordei me sentindo poderosa. Talvez porque esteja num excelente momento profissional em minha vida, talvez porque depois de onze anos de casada eu tenho descoberto a felicidade da vida a dois. Talvez porque o Rio de Janeiro acordou com um lindo dia de sol, com as folhas das árvores muito verdes da chuva e da garoa da madrugada fria. Seja lá quais foram os meus motivos, eu só sei que hoje acordei feliz pelo fato de eu ser mulher.
Posted by Susan
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O futuro e o presente de Íris e Diego do "BBB7"
Se eu não soubesse que isso seria um sofrimento para Íris e Diego eu juro que ia torcer para que esse namoro acabasse de uma vez por todas. Talvez assim as pessoas ficassem satisfeitas, pois eu nunca vi em nenhuma edição do "Big Brother Brasil" tanto barulho por nada. Tudo é motivo de questionamento e confusão, ninguém nunca está satisfeito com as notícias veiculadas. Se eles estão juntos é merchan, se não aparecem lado a lado o namoro acabou. Se trabalham juntos é motivo para especulação de que o namoro só tem finalidade comercial, se não trabalham juntos deveriam trabalhar. Enfim, a lista de insatisfação é interminável. O mais interessante contudo é que sempre tem que haver um culpado na história. Parece que Íris e Diego são duas crianças pequenas, sem vontade, sem personalidade e sem objetivos traçados por eles para suas carreiras. As duas grandes sacrificadas neste emaranhado de fofocas são sempre Fernanda e Arlete.
Não vou entrar no mérito de quem tem razão ou não, mas elas ficam alternando o papel de bruxa má que impede o romance de casal a cada insegurança que acontece com relação à vida amorosa ou profissional de Íris e Diego. Eu sinceramente acho que todo mundo deveria parar de se preocupar se eles estão juntos ou não. Assim como deveriam deixar de querer interferir em sua assessorias. Diego errou ao trazer para a mídia sua polêmica com Arlete, se existem divergências entre eles, essas diferenças deveriam ser tratadas a quatro paredes.
Eu trabalho há muitos anos na mesma empresa. Já trabalhei com pessoas que eu adoro e com pessoas que eu detesto, meu marido participa ativamente de minha vida profissional já que me acompanha em toda festa ou comemoração da empresa, conhece cada amigo e inimigo que eu tenho. Algumas pessoas de quem eu gosto, ele não partilha da mesma opinião, no entanto isso nunca lhe deu o direito de irromper em meu ambiente de trabalho e trazer essa polêmica à público. Isso se chama respeito pelo outro e por mais que eu goste de Diego não posso dizer que ele esteja certo. Se Íris tivesse falado da Fernanda minha opinião seria a mesma sobre ela e tenho certeza de que o Alemão não gostaria nada que sua irmã fosse criticada publicamente por sua namorada.
De todos os romances do "BBB" esse é sem dúvida nenhuma o mais confuso de acompanhar. Em parte pela necessidade imperiosa de notícias que é exigido deles e de suas assessorias. Em parte pelas próprias atitudes do casal perante a mídia. Mas seja lá qual for o motivo, esse é um romance recheado de fofocas, intrigas e disse-que-disse. Das duas uma, ou eles serão o único casal "BBB" a se casar e ter um monte de filhinhos ou o destino desse romance será o de ser o mais curto da história do "Big Brother Brasil". Não me parece que teremos um meio termo nessa história.
O problema é que acaba sobrando um pouco para todos, o que já inventaram a meu respeito daria para encher um livro de tragédias mexicanas bem ao estilo de Gloria Magadan. Para quem não conhece, Gloria Magadan era uma novelista, acredito que da década de cinqüenta, que fazia muito sucesso com dramalhões de fazer correr rios de lágrimas, com direito à filhos ilegítimos, mocinha sofredora, muitos vilões e, lógico, o mocinho redentor.
Minha avó e minha mãe já gastaram boa parte de suas lágrimas na frente da TV sofrendo com os dramas da ficção das novelas dessa época. O problema é que da década de cinqüenta para cá já se passou meio século, portanto, as mocinhas cresceram, viraram moças inteligentes e sensatas, o príncipe deixou de ser o provedor e salvador que tirará a mocinha da pobreza e os vilões procuraram outras coisas mais interessantes para fazer além de tomar conta da vida alheia. Afinal de contas existe um mundo inteiro para ser conquistado e vivido e muito pouco tempo para se preocupar com o romance dos outros.
Eu gostaria de deixar o De Cara Pra Lua fora desse roteiro folhetinesco, mas essa está sendo uma missão quase impossível, portanto já que é para falar no assunto, vamos pegar o touro pelos chifres e enfrentar o problema. Eu sinceramente acho que quem gosta de Íris e Diego deveria estar na verdade preocupado com suas vidas profissionais.
Fiquei triste ao ver as críticas negativas feitas ao Alemão, acho que ele não merecia tanta dureza, apesar de achar que de vez em quando o Diego que a gente assistiu no "BBB7" precisava de uns belos puxões de orelha para encarar a realidade sem fantasias, sem vaidade e sem floreios. O quadro do "Fantástico" deixou a desejar, mas existem poucas coisas irreversíveis nesse mundo e não acho que havia uma obrigação do Diego dar certo. A mesma crítica que foi dura com o Alemão lembrou que a audiência do "Fantástico" caiu por conta de quadros que não deram certo e nenhum deles foi protagonizado por algum ex-"BBB". Portanto, se artista Global pode dar errado, por que o Diego teria que acertar de primeira?
Por outra lado Íris continua com a vida profissional indefinida aguardando uma posição da "Rede Globo de Televisão". Volto a afirmar, existe vida artística fora dos corredores globais. As outras emissoras estão entrando no páreo para disputar espaço com a Rede "Globo". A "Record" tem investido muito dinheiro para alcançar o padrão "Globo" de qualidade. Outras emissoras menores, mesmo sem o mesmo investimento, têm proporcionado um ambiente de liberdade para o artista que é impossível na Globo. Por que será que o "Pânico" resiste a sair da "RedeTV"?
Me preocupa muito o destino dos ex-"BBB"´s na "Rede Globo". Até hoje nenhum deles emplacou. Mesmo a Grazzi, que foi sem dúvida nenhuma a que mais oportunidades teve, ainda tem muito para provar antes de dizer que está realizada e que tem cacife para discutir um salário de igual para igual numa mesa de negociação. Tenho certeza de que qualquer salário de qualquer apresentador mediano de outra emissora cobre o salário da Grazzi com folga, sem contar ganhos com royalties e comercias.
Quem mais consegueria vingar na "Rede Globo" saído do "BBB5" seria Jean Wyllys e ele está fora da emissora desde o final do ano passado. Pink não durou nem um ano no "Zorra Total". E justiça seja feita, mesmo não tendo torcido pelo Jean Wyllys ele foi sem a menor sombra de dúvida o ex-"BBB" que tinha mais garrafas para vender no mercado. É um jornalista formado, professor universitário e com um grau de cultura acima da média dos jogadores do "BBB". Tudo indicava que ele teria um futuro promissor na "Globo", no entanto essa previsão não se confirmou. Portanto, eu acho que está sim na hora de Íris, Diego ou qualquer outro participante do "BBB7" agarrar com unhas e dentes cada oportunidade que aparece, cada evento oferecido, cada comercial negociado. Esse é um momento que não se repetirá no futuro.
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Sessão das Dez no Cinema do De Cara Pra Lua
ROBERT DE NIRO

Um dos melhores filmes que eu assisti com Robert de Niro foi "Era Uma Vez na América", do diretor Sérgio Leone. Acho que vi o filme umas dez vezes e infelizmente até hoje ainda não achei uma cópia em DVD. "Era Uma Vez na América" é desses filmes que a gente deve ter em casa para rever de vez em quando.
O Filme conta a história de uma gangue de meninos de rua na Nova York das décadas de vinte e trinta. Os meninos crescem, transformam-se em homens e gangster temidos e respeitados por todos. O filme na verdade começa na década de sessenta com um dos amigos já velhos, o personagem do Robert de Niro, que é chamado na mansão de um milionário sem saber bem o motivo. Ao chegar no endereço ele descobre que o milionário era um dos amigos gangster que ele achava estar morto e a mulher do milionário era a mulher por quem ele fora apaixonado por toda uma vida. Na lembrança do personagem de De Niro é que o filme se desenvolve.
Mais do que um filme de gangster, "Era Uma Vez na América" é um filme que fala de amor, de amizade, companheirismo e lealdade. O filme tem cenas lindas como a da menina que dança balé entre sacos de farinha no depósito de um armazém enquanto é observada através de um buraco na parede pelo personagem menino do Robert de Niro. Existem histórias divertidas e sagazes como a da prostituta menina que vende seu corpo em troca de pedaços de doce. Apesar da violência, o filme passa uma certa ingenuidade dos personagens, pois sua fragilidade diante da vida não faz deles pessoas boas ou ruins, apenas gente com um monte de sonhos, necessidades e problemas.
BIOGRAFIA
Robert De Niro Junior nasceu num berço de artistas. A sua mãe, Virginia Admiral, era pintora e seu pai Robert era pintor, escultor e poeta. A infância de De Niro foi única em sua liberdade. Ele era conhecido no seu bairro Little Italy em Nova York como Bobby Milk, por causa de sua magreza e sua cor branquela demais. Era uma criança tímida que preferia ficar lendo seus livros ao invés de brincar com os vizinhos e colegas. Foi capaz de superar sua timidez aos dez anos de idade com o seu primeiro papel no palco como o leão covarde em .O Mágico de Oz.. De Niro passou a maioria de seus dez anos nas ruas, onde passava seu tempo com um pequeno gang. Ele transferiu-se para a Rhodes High School e em seguida para a High School of Music and Art, onde estudou um semestre. Depois disso, abandonou a escola de uma vez por todas.
O trabalho de actor chamou-o novamente e o seu primeiro salário veio aos dezasseis anos de idade com a sua performance na peça .The Bear. de Chekhov, na qual fizeram diversas tournées através das suas escolas secundárias que o levaram através da Nova Inglaterra e de Nova York. Desde então, De Niro começou uma tournée de quinze anos pelo teatro no circuito off-Broadway. Como a maioria dos actores da época, estudou com Stella Adler (professora de Warren Beaty, Marlon Brando e Harvey Keitel) e Lee Strasberg (mestre de Marilyn Monroe, Paul Newman e Rod Steiger).
A primeira tentativa de De Niro nas telas foi em .Festa de Casamento. , que é notável apenas por causa de sua participação e por ser do director Brian De Palma. Filmado em 1963, não foi lançado até 1969, e por isso passou despercebido. Seus próximos dois filmes foram também com De Palma: "Quem Anda Cantando Nossas Mulheres" e "Hi, Mom!" que satirizaram o sexo, o desenho, e a contra-cultura. Mas foi só em 1973 que De Niro brilhou em Hollywood. A sua actuação de um mortal jogador de baseball Bruce Pearson em "A Última Batalha de um Jogador" deu-lhe o prémio de Melhor Actor pelo New York Film Critics.
No mesmo ano, De Niro apareceu no filme de Martin Scorsese chamado "Caminhos Perigosos", começando uma jornada de parceria que gerou um total de oito filmes, incluindo "Taxi Driver", "O Touro Indomável", e "Os Bons Companheiros". Em 1974, "O Poderoso Chefão, Parte II", de Francis Ford Coppola transformou De Niro em uma super estrela. Seu papel como o jovem Vito Corleone deu-lhe o Óscar de Melhor Actor Coadjuvante . sua actuação do jovem Chefão fortificou sua reputação como o próximo Marlon Brando. Ele demonstrou a sua dedicação fazendo um trabalho no qual engordou 27 kg para actuar como o lutador de boxe Jake La Motta em "O Touro Indomável", no qual facturou o Óscar de Melhor Actor.
De Niro protegeu impetuosamente a sua vida particular. No começo da sua carreira, ele dava diversas entrevistas . então repentinamente decidiu que sua vida pessoal não tinha nada a ver com a sua carreira. Casou-se com a actriz Diahnne Abbott em 1976 e teve um filho, Raphael, e uma filha adotiva, Drena, divorciando-se após alguns anos; rumores diziam que eles tinham um casamento aberto, porém fofocas é o que mais acontece na vida de De Niro. A mais recente envolve a causa sobre os gémeos que ele teve com uma ex-namorada. Smith afirma que De Niro foi realmente o doador de esperma, mas . . . A vida de De Niro é um prato cheio para os fofoqueiros pois ele não lhes dá entrevista e nem sequer atende aos seus pedidos.
Filmografia
2002 O Último Suspeito 2002 A Máfia Volta ao Diva 2002 Showtime 2001 A Cartada Final 2001 15 Minutos 2000 Entrando Numa Fria 2000 Homens de Honra 2000 As Aventuras de Alceu & Dentinho 1999 Ninguém é Perfeito 1999 Máfia no Divã 1999 Ausverkauft! 1998 New York City - Come Visit the World 1998 Junket Whore 1998 Lenny Bruce: Swear to Tell the Truth 1998 Ronin 1998 Grandes Esperanças 1997 Jackie Brown 1997 Mera Coincidência 1997 Cop Land 1996 As Filhas de Marvin 1996 Sleepers - A Vingança Adormecida 1996 Estranha Obsessão 1995 Fogo Contra Fogo 1995 Cassino 1995 One Hundred and One Nights 1994 Frankenstein de Mary Shelley 1993 Despertar de um Homem 1993 Desafio no Bronx 1993 Uma Mulher Para Dois 1992 Sombras do Mal 1992 A Amante 1991 Hearts of Darkness: A Filmmaker´s Apocalypse 1991 Cabo do Medo 1991 Culpado por Suspeita 1991 Backdraft - Cortina de Fogo 1990 Tempo de Despertar 1990 Os Bons Companheiros 1990 Stanley & Iris 1989 Jacknife 1989 Não Somos Anjos 1988 Fuga à Meia-Noite 1987 Coração Satânico 1987 Os Intocáveis 1990 Querida América - Cartas do Vietnam 1986 A Missão 1985 Brazil - O Filme 1984 Amor à Primeira Vista 1984 Era uma Vez na América 1983 O Rei da Comédia 1981 Confissões Verdadeiras 1980 O Touro Indomável 1978 O Franco-Atirador 1977 New York, New York 1976 O Último Magnata 1976 1900 1976 Taxi Driver 1975 Bertolucci Secondo il Cinema 1974 O Poderoso Chefão - Parte II 1973 A Última Batalha de um Jogador 1973 Caminhos Perigosos 1971 Morte Silenciosa 1971 Quase, Quase uma Máfia 1971 Jennifer On My Mind 1970 Os Cinco de Chicago 1970 Hi Mom! 1969 A Cobrança 1969 Festa de Casamento 1968 Quem Anda Cantando Nossas Mulheres? 1965 Três Quartos em Manhattan Fonte: Robert de Niro
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"Turma do Pânico" faz sucesso no SBT
"Pânico na TV", exemplo de que não é preciso estar na Globo para ser sucesso

A participação dos integrantes do "Pânico" no "Qual É a Música", do SBT, deixou a emissora em primeiro lugar em audiência durante boa parte da tarde de domingo, segundo dados prévios (ainda não consolidados) do Ibope.
Pela primeira vez desde que reestreou, o "Qual É a Música" de ontem ficou em primeiro lugar e chegou a atingir 20 pontos de ibope (no minuto a minuto), ultrapassando a Globo e colocando a Record em um distante terceiro lugar. Em todo o "Qual É a Música", o SBT registrou acima de 15 pontos.
O programa foi marcado por gafes de Emílio Surita (que não sabia a música "Baile da Saudade", por exemplo) e palhaçadas do "casal" Vesgo e Ceará.
Apesar de seus gracejos, Sabrina Sato não foi o centro das atenções do dono do SBT, que parecia ter olhos apenas para a Mulher-Samambaia, vestida em trajes sumários.
Vesgo (Rodrigo Scarpa) e Ceará viajaram aos EUA cerca de duas semanas atrás, onde se encontraram com Silvio Santos. Eles foram até lá pedir a renovação do "contrato" que permite que Ceará (Wellington Muniz) imite Silvio Santos no programa e até em comerciais.
Obtiveram um acordo: podem imitar desde que consigam doações para o Retiro dos Artistas. O "Pânico", cujo contrato vence no segundo semestre, pode já ter renovado contrato com a RedeTV! por mais dois anos.
Fonte: Folha On Line

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Íris Stefanelli inspira criação de personagens infantis
Íris e Alemão desmentem boato de separação em entrevista ao Diário de São Paulo

Íris é uma bela loira de 27 anos, 1,63m e 53kg. De infância humilde, encarava a batalhava da vida trabalhando como sacoleira e estudava enfermagem para melhorar de vida.
Ao entrar para o programa BBB da Rede Globo, sua vida mudou de vez. E para melhor. Sua simplicidade, sinceridade e espontaneidade cativaram o público definitivamente. Graças ao seu grande carisma, mesmo sem ganhar o programa, Íris conseguiu altos índices de aprovação e nenhuma rejeição. Ao sair do programa se tornou uma verdadeira celebridade, muito querida por adultos e crianças. Íris foi eleita pelo público a integrante mais querida do programa. Seus Blogs conseguiram em 3 meses um milhão e meio de acessos.
É uma história de Cinderela. História da menina humilde e simples que conseguiu vencer na vida. Nascida em Tupã, no interior do estado de São Paulo, e criada em Uberlândia-MG, Íris tem um apelido engraçado. "Alguns me chamam de Siri. É meu nome ao contrário."
Sempre sorridente muito simpática e atenciosa com todos, Siri vai conquistando novos fãs a cada dia. Além de conquistar o público brasileiro, ela fez muito sucesso na Argentina e já é conhecida em Portugal. Íris Stefanelli vem se mostrando muito profissional, sendo requisitada para diversos eventos por grandes empresas.
Essa capacidade de cativar as pessoas de todas as idades chamou a atenção do publicitário e desenhista Rogério Morais Martins, criador do Senninha, personagem inspirado no piloto Ayrton Senna. Senninha já conta com 13 anos de sucesso.
Rogério viu em Íris um grande potencial para o público infantil. E se inspirou para criar novamente. No dia seguinte a final do BBB deu andamento ao projeto de personagem para Siri.
E assim nascia a Sirizinha um novo e genuíno personagem brasileiro.
Rogério contou a idéia a Robson Rocha da Silva, desenhista e seu parceiro de criação que passaria a ser co-autor da Sirizinha. Juntos passaram a desenvolver os desenhos da personagem. Criaram também uma personagem bebê. A Sirizinha Baby. E muitos outros personagens que farão parte do universo da Sirizinha.
Depois de algumas tentativas os dois criadores chegaram a lindos desenhos, que além de serem muito parecidos com sua inspiradora, transmitem o mesmo carisma e simpatia.
Rogério entrou em contato com Arlete Rodrigues Braga assessora de Íris. Ela se mostrou interessada pelo projeto e marcou uma reunião com Rogério e Íris em São Paulo.
Ao ver o projeto e os desenhos, Íris ficou emocionada, lisonjeada e muito feliz. Na ocasião, manifestou a Rogério sua alegria com a idéia e sua execução. "Sua idéia caiu do céu. Foi Deus que enviou você aqui. Agora não vou precisar fazer trabalhos que eu não gostaria de fazer..." "A Sirizinha é uma grande oportunidade para eu me comunicar com as crianças e é isso que eu quero fazer."
Sirizinha vai virar revista, site na internet e terá produtos licenciados.
Rogério pediu para Íris que a Sirizinha também atue em projetos sociais. Em comum acordo, Íris, Rogério e Robson vão retribuir o carinho do público promovendo eventos beneficentes.
A empresa Myra Desenvolvimento de Negócios, cuidará do marketing e do licenciamento da Sirizinha e Sirizinha Baby.
Os sócios da Myra, Cecília Yoshisawa e Rogério Morais Martins, conheceram-se na Ayrton Senna Licensing. Foi Cecília quem apresentou Rogério Morais Martins ao Ayrton Senna da Silva.
A Myra também cuida do marketing de outras celebridades como: Torben Grael - Bi-campeão olímpico mais 3 medalhas olímpicas. Robert Scheidt - Bi-campeão olímpico e hepta campeão Mundial.
Contatos comerciais da Sirizinha: Myra Desenvolvimento de Negócios. Cecília Yoshisawa. Rogério Morais Martins. www.myra.com.br
Fonte: Site do Rogério Martins
Valeu Paulinha!
Alemão estréia no Fantástico com críticas negativas
Alemão diz "dispois" e decepciona no Fantástico.

RIO - Muito barulho por absolutamente nada. Assim foi a estréia do quadro "Paredão do Alemão" no "Fantástico" deste domingo, abrindo o tradicional programa-revista da TV Globo. O vencedor do "BBB7" decepcionou - e muito - no comando de seu programete de quatro minutos de duração. O argumento do quadro em si - mostrar o dia-a-dia de uma personalidade e quais os caminhos que ela trilhou para chegar onde está - é pra lá de manjado.
O louro paulista até tem - vá lá - um certo carisma, mas talvez a pressa em capitalizar a popularidade em torno dele fez com que o quadro se tornasse um verdadeiro descalabro para o telespectador. As perguntas proferidas por ele eram todas decoradas (e muitas sem sentido) e Alemão passou intimidade zero com o novo metiê. Faltou preparo. Treino. O que se viu foi uma verdadeira tortura.
Pouco depois de brincar com a Miss Brasil Natália Guimarães, sua primeira "emparedada", Diego chegou a mandar um "dispois" para a câmera. O rapaz precisa urgentemente de aulas de fonoaudiologia (sua dicção não é das melhores), assim como boas aulas de português, já que foram cometidos inúmeros erros, principalmente de concordância nominal. Lamentável em se tratando de TV Globo, emissora líder de audiência no país.
Vazio e sem um propósito, o quadro só serviu para Alemão massagear o próprio ego, já que ficava o tempo todo "babando" e jogando charme para cima da beldade, que foi focalizada em "closes" na comissão de frente, se é que vocês me entendem...
Se a TV Globo pretendia aumentar a audiência do "Fantástico", que caiu no mês de abril por conta dos novos quadros que não vingaram, o canal pode tirar o cavalinho da chuva, já que o "Paredão do Alemão" também vai engrossar a lista de fracassos recentes do programa.
A pergunta que não quer calar é: até quando o quadro vai ficar no ar?
Fonte: Globo On Line
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A estréia do Alemão no Fantástico

Alemão estreou no Fantástico bem a vontade e desinibido, lembrando o Alemão que acompanhamos durante três meses de "BBB7". Ainda falando um pouco baixo demais, mas nada que não possa ser consertado com uma boa dica da direção do quadro. O quadro foi pequeno, mostrando um Alemão meio safado e cafajeste, pois parece ser essa a imagem que a "Rede Globo de Televisão" está apostando para Diego. Será que vai emplacar? Sinceramente não sei e torço muito para que dê certo, afinal de contas o Diego está querendo fazer carreira na TV e aqui a gente torce por seu sucesso.
Algumas coisas me preocupam, a primeira é o nome do quadro, "Paredão do Alemão". Acho que o nome remete demais à imagem do Big Brother Brasil o que pode ser prejudicial à carreira futura do Diego. Segundo, o quadro não trouxe nada de muito novo, o lance da depilação no salão de beleza já havia sido mostrado pelo "Pânico na TV" quando fizeram uma matéria onde depilaram o estagiário do programa. Eu ainda acho que um programa de esportes era mais a cara do Alemão, mas, para primeira aparição o quadro foi legal, engraçado e divertido, precisando de ajustes aqui e ali, mas são coisas que o carisma do Diego e uma boa direção podem reverter em pouco tempo. Se for apenas um programa de passagem para prepará-lo para vôos maiores, está na medida certa. Vamos aguardar para termos uma idéia mais precisa dos caminhos do Diego na TV! Sucesso Alemão!
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Em busca de um pouco de esperança

Todos nós vivemos de esperança, seja em grandes doses ou em pequenas amostras grátis. Mesmo a mais cética das pessoas lá no fundo sempre espera que sua amargura um dia vá embora e deixe no lugar um coração repleto de felicidade. É impossível acreditar que as pessoas gostem de ser infelizes, só mesmo uma mente doentia com a intenção de destruição acolhe infelicidade e desesperança como boas companheiras.
A entrevista da Fernanda Montenegro com o Ariano Suassuna é um libelo pela esperança e pela cultura. São dois grandes nomes, respeitados por sua história, reverenciados por suas idéias. Num mundo tão despovoado de esperança como é esse mundo virtual, onde os maus sentimentos afloram resguardados pelo anonimato, onde a maldade, a hipocrisia, a vontade de ferir, de magoar, de entristecer parece ser a única possibilidade de quem não consegue realizar algo positivo, maior, mais humano, ler a entrevista da Fernanda é ser brindado com a certeza de que existe um outro mundo melhor e mais gratificante.
Suassuna nos traz essa medida de esperança e um certo banho de cultura para nos alertar de que a vida é imensa, cheia de possibilidades e caminhos. Cada um escolhe o seu. Muitos que aqui vêem, estão em busca de diversão e amizade e ainda não consegui entender até hoje o "porquê" disso afetar tanto algumas pessoas. Se somos medíocres, alucinados, enlouquecidos, que assim seja. Pelo menos não somos maus e não buscamos a maldade na vida alheia. Que venham Fernanda e Ariano para nos dar um pouco de paz!
Fernanda: Suassuna, esses cem anos pelos quais nós passamos foram um século de grandes transformações, e o Brasil veio com os olhos pela vida afora. O que o país ganhou no século que se foi e que pode permanecer de bom? O que, na sua memória, na sua vivência, na sua experiência, você acha que o Brasil conquistou? Suassuna: Fernanda, eu procuro não ser otimista porque eu considero os otimistas ingênuos, eu não sou pessimista porque eu considero os pessimistas amargos. Eu sou um realista esperançoso. Digo que, das chamadas três virtudes, eu sou fraco na fé, fraco na caridade e só me resta a esperança(risos). Sou um homem da esperança. E o que mais me toca no Brasil é que, apesar de todos os tropeços, estou notando que está diminuindo a diferença entre aquilo que Machado de Assis chamava de o Brasil oficial e o Brasil real. O Brasil real para mim é o Brasil dos despossuídos. Outro dia vi o IBGE dizendo que o governo Lula diminuiu o número de pessoas que estão abaixo da linha de pobreza para 18,4%, o índice mais baixo da história. Ainda assim é um horror, e a gente tem que ser realista, porque isso representa cerca de 40 milhões de pessoas. Mas, ao mesmo tempo, me dá uma esperança muito grande. É a coisa que mais me alegra aos oitenta anos.
Fernanda: Como você vê o reflexo do século passado na cultura brasileira? E também na educação, porque eu não dissocio a educação da cultura, nem a cultura da educação... Suassuna: Também não. Eu tenho certo medo do que se chama arte educativa, eu acho que arte é por natureza educativa.
Fernanda: Aos oitenta anos, nesse início de século e de milênio, como você se vê? Suassuna: É claro que a velhice traz desvantagens. Os amigos vão morrendo, tem uma proximidade maior com a morte, o desempenho físico já não é tão bom. Mas tem coisas boas. Uma, que pode parecer sem importância, é que eu sofria de enxaqueca e fiquei bom com a velhice. Outra é que, quando jovem, eu era duro e vingativo. Quando lancei "O Auto da Compadecida", um crítico de teatro disse que no primeiro e no segundo atos só havia trivialidades sem pretensões. E no terceiro tinha uma novidade: subliteratura de pretensões. Aí, quando fiz "A Farsa da Boa Preguiça", eu criei um personagem ridículo e o botei dizendo aquilo. Hoje, sou mais sereno, o que aumentou meu bom humor.
Matéria na Íntegra: Globo On Line
Posted by Susan
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