Amanhã eu conto as histórias... Êta povo bacana, sô!
Posted by Susan
Ô trem bão sô!
Hoje é aniversário de Milton Nascimento...
Uma homenagem aos amigos mineiros. Minas, tô a caminho!
Posted by Susan
Vivendo e aprendendo
Minha cachorra está morrendo. Os poucos, a velhice vem dominando seu espírito ativo e seu porte orgulhoso. Ela é um pastor alemão que entrou em nossas vidas por absoluta necessidade de proteção. Morávamos num apartamento e nos mudamos para uma casa, numa região onde animais de estimação são numerosos, aqui eles são tão populares que as Clínicas Veterinárias e as lojas que vendem ração talvez só percam em número para as lojas de material de construção e, ultimamente, para as lojas de decoração. Quem mora na Região Oceânica de Niterói sabe exatamente do que eu estou falando.
O que nos dizem os perfis dessas lojas? Que aqui é uma região em expansão, com condomínios, casas, pequenos edifícios que aparecem de um dia para o outro numa proporção que assusta. Será que está próximo o dia em que perderemos o charme de morar num lugar afastado, onde casas são o cenário principal? Parece que sim, mas enquanto esse dia não chega, as lojas que vendem material de construção vão faturando assim como as de decoração e tudo que se relaciona à guarda e segurança. Incluindo nessa categoria os cães.
Eu morro de medo de cachorro, hoje um pouco menos já que tive que me acostumar a cuidar de um cão de grande porte por quase quatorze anos. Mas minha mãe costumava dizer que eu era capaz de me jogar debaixo de um carro para fugir de um cachorro na rua. Cheguei a ser uma criança cruel. Minha mãe tinha uma amiga que fazia nossas roupas quando éramos pequenas. Essa senhora tinha dois cachorros que viviam soltos pela casa. Ir provar uma roupa na costureira para mim era um verdadeiro suplício. Nessa época eu devia ter uns sete ou oito anos. Um dia, após uma chuva que arrasou o Rio de Janeiro, nós fomos visitar Dona Coema, certamente para fazer uma roupa para alguma ocasião especial.
Quando lá chegamos, ela estava triste, seus cachorros haviam morrido, carregados pela enchente que inundou seu quintal e sua casa. Enquanto ela chorava, eu pulei de alegria. Minha mãe quase me bateu naquele dia por minha insensibilidade. Acredito que eu não apanhei porque bater em suas filhas não fazia parte do cardápio de minha mãe em nossa educação. Somente levei um tapa na vida de pai e mãe e, em minha memória de menina, aquele tapa ficou marcado como uma agressão sem precedentes. Meu avô, que não tinha muita instrução, mas possuía uma luz interior enorme, dizia que em criança não se batia, que medo não educava, apenas o respeito. Sabedoria de um velho português, camponês, que veio para o Brasil tentar a sorte e nos presenteou com a sorte de tê-lo em nossas vidas.
Enfim, minha cachorra está morrendo e hoje, pela primeira vez, eu compreendo a dor da amiga de minha mãe. A Zuma não é cachorro que partilhe de nossa casa, ela aprendeu desde cedo que os seus domínios são os jardins e o quintal, no máximo, lhe é permitido o acesso à soleira da porta da cozinha. Ela é cão de guarda e vem nos guardando durante todos esses anos. Será muito difícil dizer adeus.
Rifa no DCPL
Estamos rifando um pingente de Ouro (1,1 gr) com as iniciais do Blog. Quem quiser participar da rifa é só mandar um email para cadastro_dcpl@hotmail.com que passaremos as instruções para o pagamento. A rifa será de R$ 5,00 (cinco reais) e correrá pelo sorteio da Extração 4188 da Loteria Federal.
Posted by Susan
O que é o sucesso?
Sucesso é Íris Stefanelli ficar entre as 10 Mais Sexies da Revista VIP...
Sucesso é Sabrina Sato diversificando seus negócios, virando empresária e mostrando o quanto é inteligente...
Como eu sou muito boa naquilo que faço fora da net, com minha profissão eu ganho dinheiro. Trabalho muito, mas vale a pena. Na net eu me dou ao luxo de brincar de escritora e observadora de "BBB"... Se eu fosse uma boa escritora, analista por formação, muito bem sucedida profissionalmente, eu estaria exercendo meu talento na grande mídia ou num excelente consultório e, certamente, não estaria aqui, pois não teria tempo e paciência para fazer de minha profissão o meu lazer. Boa noite, amigos!
Rifa no DCPL
Estamos rifando um pingente de Ouro (1,1 gr) com as iniciais do Blog. Quem quiser participar da rifa é só mandar um email para cadastro_dcpl@hotmail.com que passaremos as instruções para o pagamento. A rifa será de R$ 5,00 (cinco reais) e correrá pelo sorteio da Extração 4188 da Loteria Federal.
Posted by Susan
Em busca de uma vida saudável
Dizem que tudo que é bom engorda. Infelizmente é verdade, dá até uma certa inveja olhar para as mulheres de Rubens ou Rembrandt, retratos de uma época quando ser volumosa era sinal de beleza e saúde. Mas, nascemos alguns séculos depois, portanto, de uma certa maneira tentamos nos enquadrar nos padrões de beleza de nossa época.
Sem falar no avanço da Medicina que descobriu que gordura está longe de ser sinal de saúde, pelo contrário. Aliados aos quilos a mais vêm acoplados problemas com colesterol, diabetes, risco de doenças cardíacas, a lista é enorme e, sinceramente, preocupante. Eu gostaria que não fosse, pois adoro uma mesa farta, no entanto, reduzir o peso é mais do que uma questão estética, é também busca de saúde e vida saudável.
Nosso grupo continua de vento em popa. Chivas tem encontrado algumas dificuldades com certas pupilas rebeldes, categoria em que eu me incluo. Mas a falta de tempo tem sido cruel comigo e mal tenho tempo de participar de nossas reuniões. Mas, acompanho os progressos da turma através da Chivas.
Eu estou no estágio de retornar minhas sessões na Curves. Desde que fui para Brasília ainda não tive uma semana que eu conseguisse estar presente três vezes na semana. Tem semanas que consegui duas, outras uma. Mas, dessa semana não passa. Estou na base do tudo ou nada. Como o nada está fora de questão, então vamos com tudo.
Para ajudar a galera do Grupo Vida Saudável e sugerir alguns cardápios mais lights para quem está fora do grupo e só precisa manter o peso, aqui vão algumas receitas com dosagem de calorias para que a gente não perca o foco e pense que por ser receita diet ela pode ser consumida de uma só vez. As receitas parecem ótimas e as fotos são animadoras. Vamos experimentar?
Posted by Susan
Casar é muito fácil
"O Casamento de Meu Melhor Amigo"
A melhor cena....
Casar nunca foi muito importante em minha vida. Talvez por ter aberto mão de uma vida profissional para se casar, minha mãe nunca nos criou com o objetivo de arrumar um marido. Por outro lado, eu fiz parte de uma geração para quem o casamento havia se tornado uma instituição obsoleta. Ou melhor, parte de uma geração, pois todas as minhas amigas de infância e adolescência casaram-se com toda a pompa e circunstância. Mas, os caminhos da vida nos levaram a tomar rumos diversos.
Eu, por influência de minha irmã, acabei tornando-me parte de uma juventude contestadora, herdeiras diretas da cultura hippie, se não chegamos a pregar o amor livre, já que os hippies já haviam desempenhado bem esse papel, nós acreditávamos que para o amor o papel não era absolutamente necessário. Mas o tempo faz com que a gente reveja muita das teorias e coloque a vida numa melhor perspectiva, aceitando alguns sonhos, se permitindo ser romântica, a não ter vergonha de ser como nossos pais.
Enfim, meu projeto de vida não incluía o casamento. Sonhava em ter uma vida profissional bem sucedida, uma carreira, ser capaz de pagar minhas próprias contas, não depender de pai, mãe, marido, ser independente. Queria viajar o mundo, como diria minha avó, correr coxia, bater pernas, mas sonhava alto. Sonhava com Paris, Londres, Nova York, Bangkok, Nova Deli, Marrakesh, Andes, Santiago de Compostela... Meu sonho era ser cidadã do mundo, se eu não tivesse tanto medo do mar, talvez pensasse num veleiro, perdido em algum mar sem fim, navegando sem amarras, sem bússola e sem leme. No entanto, meu lado pragmático jamais me permitiria tanto.
No entanto quando eu conheci meu primeiro marido eu fiz as duas primeiras grandes concessões em minha vida. Talvez naquele momento eu tenha feito meu rito de passagem da adolescência para a vida adulta. A primeira concessão foi resolver dividir minha vida com alguém, a segunda foi decidir efetivamente me casar de “papel passado”, com direito a festa, vestido de noiva, bolo e champanhe. Quer dizer, o casamento no papel foi decisão imediata, o resto veio depois, a prestação e aos sustos de mãe e filha que jamais haviam se imaginado passeando por aquela seara. A decisão pelo casamento foi feita por causa de meus pais, apesar deles jamais terem feito disso uma bandeira em suas vidas, eu sabia o quanto os faria felizes se eu lhes desse a oportunidade de fazer uma festa de casamento para uma de suas filhas.
A festa, o buffet ficou por conta de meu pai. Foi fácil, bastou dar alguns telefonemas que o serviço estava resolvido. O interessante foi a parte que coube a mim e minha mãe. Meu enxoval foi montado em uma tarde. Entramos numa loja quinze dias antes do casamento e compramos toalhas, colchas, lençóis, panos de prato, em outra foi a vez das camisolas e calcinhas. Tudo muito simples, pois odeio camisolas glamurosas, até hoje minha máxima concessão são camisolas de cetim, mas não gosto de camisolas compridas, eu odeio aquele monte de pano se enroscando em minhas pernas. Meu vestido de noiva foi comprado numa loja de vestido de festas. Escolhi um modelo branco de seda, curto, com uma fita que dava um laço nas costas.
Saímos da loja de sapatos muito orgulhosas com nossa capacidade de resolver tudo tão rapidamente e nos perguntando porque mães e filhas ficavam tão estressadas com algo tão simples. Enquanto caminhávamos felizes e contentes eu lembrei-me de uma coisa muito importante... Mãe, nós não encomendamos o bolo e os docinhos (nessa época eu não conhecia Espiadinha e a Miriam M.G.)... Faltavam apenas quinze dias para o casamento e não tinha bolo e nem docinhos encomendados. Corremos para casa (também não havia celulares) para ligar para a doceira da família... Lídia, só você para esquecer desse “pequeno” detalhe, eu só vou fazer porque é para sua filha, ninguém pega uma encomenda dessa duas semanas antes... Ela havia feito todos os bolos e doces de todos os casamentos da família. Sorte nossa que minhas primas não eram tão libertárias assim.
O casamento foi lindo. Curti imensamente minha festa. Proibimos os convidados de irem de terno e gravata, pois nos casamos em março, num ano em que o verão estava escaldante. Mas, antes, ainda fiz o noivo sofrer um pouco. Na véspera do casamento fui ao cabeleireiro e não tinha idéia do que fazer com meus cabelos. Cadê a grinalda, ele me perguntou. Que grinalda? Não tem grinalda. Como assim não tem grinalda, você vai casar com esses cabelos lisos e escorridos caindo no rosto? Sei lá, Arnaldo, vim aqui para você decidir. Bem, compra umas orquídeas hoje, coloca na geladeira para não murchar e traz aqui amanhã que a gente dá um jeito. Mas, eu não vou ficar com cara de fim de carnaval com flores murchas no final da festa? Não vai não, orquídea é resistente.
Corri todas as floriculturas da cidade e não achei orquídea em lugar nenhum. Alguém em algum lugar me disse que eu conseguiria no Mercado das Flores no Rio de Janeiro. Mas, já eram quase seis horas da tarde, como chegar lá a tempo? Telefonei rapidamente para o noivo e disse... Preciso de umas orquídeas... Onde vou arrumar flor a essa hora? Lá no Mercado das Flores. O pobre coitado saiu correndo do trabalho, quando chegou no Mercado as lojas já estavam fechadas. Numa delas havia um senhor fechando o caixa. Ele bateu desesperadamente na porta e o senhor veio atendê-lo dizendo estar fechado. Ele implorou... Moço, eu caso amanhã, a noiva quer umas orquídeas, por favor, quebra o meu galho... O senhor olhou-o compadecido e mandou que ele entrasse. Enfim, a festa estava pronta. Com vestido de noiva, bolo, docinho e até a grinalda. Viram como é simples montar uma festa de casamento?
Posted by Susan
Tem (quase) tudo nos perfis dos candidatos ao "BBB8"
Ana Terra canta Rock and Roll... Entre aqui e confira.
O Blog da Produção do BBB8 está programando uma espécie de pré-Paredão da oitava edição. A idéia é dar destaque a alguns perfis de candidatos ao BBB8, colocando-os previamente no Paredão para apreciação da galera. O perfil mais acessado será o Líder da semana que indicará mais oito perfis para se candidatarem à destaque. Dos oito os quatro perfis mais votados ficarão na página principal do site do BBB8 e o Líder terá uma espécie de lugar de honra. Hoje será a primeira rodada relâmpago, com o fechamento da votação a meia noite. Vasculhando os perfis achei de tudo um pouco, tem até cantora de Banda de Rock se candidatando. Eu só não entendo o porquê esse povo só cantar em inglês. E nossos exemplos brasileiros, onde fica o bom Rock nacional? Por que não seguir os passos da Pitty? Dê sua espiadinha no Blog da Produção, escolha seu preferido e vamos começar a entrar no clima da próxima edição do BBB.
Posted by Susan
A saúde que é gratuita mas não é pública
Na vida a gente tem que aprender a fazer algumas concessões porque certamente ela não aliviará nossa barra quando o tempo passar e a velhice chegar. Ontem fui visitar um amigo que está internado no Hospital Souza Aguiar, nós chegamos lá já era quase oito horas da noite, tivemos que esperar que o responsável pela liberação das visitas nas enfermarias acabasse uma discussão pra lá de eloqüente com um pastor que queria Poe algum motivo ter acesso às dependências do Hospital. Achei que aquele funcionário, mal humorado e intransigente fosse criar algum problema para nós, já que se tratava de um hospital público e nós certamente estávamos completamente fora do horário razoável para se fazer uma visita numa enfermaria. Felizmente, fomos liberados sem maiores polêmicas.
Enquanto meu marido subia para a enfermaria masculina eu fiquei no saguão esperando por ele e admirando um enorme mosaico feito de pedras portuguesas na parede principal do primeiro andar. Fui prontamente repreendida pelo segurança... A senhora tem que aguardar lá fora. Aqui dentro não pode ficar. E lá fui eu, muito sem graça, esperar do lado de fora das imensas portas de vidro da entrada lateral do hospital.
De lá fiquei observando toda movimentação e enquanto funcionários tinham suas bolsas revistadas para saírem do hospital, pessoas chegavam para passar a noite com seus parentes levando travesseiros, lençóis, cobertores para seu uso particular (certamente o hospital não tem condições de oferecer) cerca de seis gatos transitavam livremente pelo saguão que me foi proibido. Pareciam os donos da casa e eu rapidamente cheguei à conclusão de que onde existem tantos gatos bem tratados certamente deveria haver ratos na mesma proporção. Talvez os gatos tenham sido a solução para um problema crônico de um hospital que é uma verdadeira cidade por seu tamanho e um monte de problemas por conta da falta de recursos e do abandono da saúde pública no Brasil.
Enfim, esse amigo nunca fez concessões aos seus ideais, nunca se “vendeu” ao sistema e agora, num momento importante, encontra-se vendido pela sociedade. Estaria ele errado? Não creio, apesar de achar que a gente deve ter os pés firmes no chão e saber muito bem onde está pisando e as conseqüências de nossas escolhas. No entanto, mais errada está a sociedade que não cuida dê seus filhos, que não lhes dá condições decentes e dignas de ficar doente sem ter um plano de saúde particular que garanta bons médicos e bom atendimento a preços mensais exorbitantes. Errado está um sistema de saúde que se comercializou além da suportável, errada está uma carreira que perdeu para alguns o seu direcionamento humano para se tornar uma maneira de se fazer dinheiro e, muitas vezes, pequenas fortunas.
Mas, o mesmo sistema que produz esse tipo de profissionais também marginaliza milhares de médicos formados que não são valorizados e ganham salários incompatíveis com anos de investimento e estudo. Na verdade, está tudo errado. O problema não são alguns médicos que conseguem um excelente padrão de vida, isso deveria ser garantido a todos, o problema está num sistema caótico que nivela por baixo e acaba sendo injusto com todos, médicos e pacientes.
Posted by Susan
Eu veto sim, Bial
Hoje é domingo, pé de cachimbo, o cachimbo é de barro, bate no jarro... Domingo de sol no Rio de Janeiro. Ontem foi um dia bastante confuso em minha vida, devo desculpas a vocês, mas não deu nem para abrir o laptop e dar uma olhada na net. A manhã de domingo continuou confusa, mas a vida começa a normalizar-se e as perspectivas para hoje são praia, sol e peixinho frito à beira mar.
A primeira página da Globo.com exibe uma chamada de matéria sobre o "BBB" que nos leva a uma reportagem completamente diferente. Mas, como eles dizem que as regras serão divulgadas a tarde, vamos esperar para ver quais serão as novidades para o BBB8. A princípio a matéria diz que o carisma dos candidatos será testado e que aquele que ganhar virá líder. Lógico que não dá para entender, o carisma de quem será testado? Dos candidatos agora ou quando eles estiverem dentro da casa? Essa é uma regra para seleção do BBB8 ou será uma nova regra para o jogo?
Vamos especular um pouquinho. Se for regra para o jogo vamos pensar se seria uma boa idéia. Eu entendo o que estaria por trás, garantir que os favoritos do público chegassem à final e ter uma disputa espetacular no derradeiro Paredão de onde sairá o vencedor. No "BBB7" a final perdeu bastante seu impacto, pois todos já sabiam quem seria o campeão. Com um abismo tão grande entre a popularidade do Alemão e da Carol, poucos se sentiram realmente motivados a votar para garantir o vencedor. Ele já estava delineado desde o Paredão de Íris contra Diego. Agora, vocês já imaginaram uma final entre eles dois? Já pensaram como seria ter Íris e Diego na grande final do "BBB7" com a torcida dividida? Quantos telefonemas a Globo não teria recebido? Quanto dinheiro deixou de ser arrecadado com as ligações? Quanto de público atento, preso aos mínimos detalhes a Globo deixou de faturar nas últimas semanas?
Existe uma outra questão, se os mais carismáticos vão garantindo a liderança a tendência é sempre se ter os mais fortes candidatos garantindo seu lugar na disputa final. Acabariam as Carols da vida, sentada em berço esplêndido querendo apenas agradar a determinada parcela da net e fazendo metalinguagem dentro do jogo, ou seja, discutindo o jogo dentro do jogo. A luta pelo agrado ao público seria maior, o descaso com que o público foi tratado pela Bruna e pela Analy, que apenas queriam garantir pelo menos seus trinta ou cinqüenta mil reais, poderia ser minado, já que sua liderança dependeria do público gostar ou não delas. E, convenhamos, se dependesse do público a Bruna jamais seria líder no "BBB7".
No entanto, como isso interferiria no comportamento dos jogadores? Essa é a minha grande preocupação, pois não quero jamais ver a repetição do "BBB6" onde todos eram pretensamente bonzinhos, onde eles fugiram da tensão do confinamento e nós perdemos horas e horas de um pago Pay Per View para assistir nada sobre nada. Tudo isso é teste da produção e da direção do programa, se vai dar certo ou não a gente só sabe depois que a edição vai para o ar. Por exemplo, uma coisa que deveria ser abolida, em minha opinião, é o tal veto do Anjo. Nada mais injusto do que você participar de provas dificílimas para garantir o colar do poder de dar imunidade a alguém e ter essa prova anulada por um simples sorteio. Ou sorteia-se tudo, Colar do Anjo e veto. Ou, então, garanta-se tudo com provas difíceis, quem será o Anjo e quem poderá vetá-lo. Pois, duvido muito que, se assim fosse, a preguiça e a falta de força de vontade da Analy teriam lhe garantido o poder do veto no Paredão de Íris contra Alemão.