BBB - DE CARA PRA LUA, de Olho no BBB9
Leite Moça e BBB, tudo a ver...

Bruno do "BBB1" e Bruna do "BBB7", os desesperados por uma lata de leite condensado... Eles brigam, choram e esperneiam pelo doce. Será que é mal do nome? Vixe!




Posted by Susan

Alberto do BBB7 e Jean Massumi do BBB3

 

O que tinha o Massumi que permitiu ele ser querido mesmo tendo utilizado uma estratégia de detonar os preferidos do público? Alguns dirão que as edições não eram tão manipuladas, o que está bem distante da verdade. As edições têm sua dose de manipulação desde o "BBB1, assim como têm sua dose de romance, de intrigas e de personagens montados para agradar ao público. O que podemos dizer é que o "BBB1" foi o mais isento, pois produção e jogadores ainda não tinham idéia da repercussão de suas atitudes.

Mas, a medida que o programa foi se tornando popular essas doses foram aumentando gradativamente. No entanto, eu vou defender uma coisa que certamente não terá concordância de todos os leitores. Eu acho que essa edição do "BBB7" passou longe da satanização dos jogadores, está bem distante da pior de todas que foram as edições do "BBB5". Perdeu-se tanto a mão na quinta edição que a sexta foi um horror, um monte de santos do pau oco.

As edições do "BBB7" foram mais parecidas com o "BBB3". Se apareceu o Alberto de chifres e rabo isso também fizeram com o Jean Massumi, assim como a novela do romance e a chacota com os grupos formados. No "BBB3" a turma do Massumi era chamada de Máfia das Cuecas. Mas, voltemos a questão... O que o Massumi fez diferente? Eu acredito que Massumi teve uma dose enorme de doçura e tranqüilidade que permitiu que ele contornasse com maestria a questão do bem e do mal. Massumi é descendente de japoneses, um cara com educação oriental, com uma religiosidade presente, ele tinha a calma e esperteza de seus antepassados.

Os atos e decisões do Jean no "BBB3" não eram recheados de rancor, preconceito e inveja. Enquanto o Alberto perdeu-se completamente, Jean em nenhum momento se deixou dominar pela raiva ou impotência. Eu estava assistindo à reprise do "BBB7" e passava uma conversa do Alberto com a Bruna onde ela alertava o namorado de que ele havia perdido sua essência e se tornado uma pessoa negativa. É verdade. Alberto ao ver que o jogo estava perdido, entrou no desespero e começou a tomar atitudes que só serviram para deixá-lo mais antipático perante o público.

Alberto lutava por uma sobre vida no jogo, mas, eu me pergunto, para que? Será que valeu a pena? Será que vale a pena arriscar todo um projeto de vida apenas para ficar alguns dias a mais na casa do Projac? Eu tendo a achar que não, mas eu nunca me arriscaria a entrar num reality show em busca de dinheiro, seja qual for a quantia. Eu teria muito a perder se tomasse essa atitude, diferente dos meninos e meninas que se jogam de cabeça nesse jogo louco e traiçoeiro.

Enfim, diferente do Massumi, Alberto não soube desistir enquanto ainda era possível tirar o melhor do que restava de seu tempo na casa. Enquanto Massumi decretou o final do jogo e foi curtir, conquistando nesse processo uma amizade para o resto da vida, Alberto se consumiu em seu desespero buscando encontrar uma saída que estava, aquela altura do campeonato, bem distante de sua mãos. Não restava mais nada a fazer.

As atitudes de Jean Massumi no "BBB3" eram apenas estratégias, não tinham um cunho pessoal. Massumi jogou sem depreciar seu adversário, sem denegrir seu caráter, sem pisar em ninguém, e, principalmente, sem menosprezar o público. Foi jogo maduro, jogo de gente emocionalmente preparada para enfrentar a pressão, jogo de alguém que tinha autoconhecimento e um conjunto de valores morais e pessoais que lhe permitiram não perder o rumo. Massumi foi se dando conta do erro de sua estratégia ao longo do programa e reconheceu-o de forma inteligente e humilde quando o jogo acabou. Foi jogo de um jovem alegre e de bem com a vida. Em 2005 eu tive a oportunidade de entrevistar o Massumi para o DCPL e foi uma das entrevistas mais divertidas e interessantes que eu publiquei no blog. 

A grande diferença entre Massumi e o Alberto é que no jogo Massumi e Dhomini foram adversários e não inimigos. Rolou fofoca? Muita, principalmente entre ele e Harry, mas eram aquele tipo de fofoca que a gente chama de digestiva, que provoca risadas pelas tiradas inteligentes, mesmo sendo contra os queridinhos do público e da edição, nesse caso, contra Dhomini e Sabrina. Por isso não houve embate entre eles no pós-"BBB", pelo contrário, eles fecharam o ano como grandes amigos e confidentes. No casamento do Massumi, Sabrina e Dhomini foram os padrinhos do noivo. Por tudo isso eu considero a terceira edição do "BBB" a melhor de todas as edições, pois nela estavam os dois melhores jogadores de todos os tempo do Big Brother Brasil, Dhomini, o grande vencedor, e Massumi, o melhor estrategista. Salve, salve Dhomini e Massumi!

 

 

FELIZ ANIVERSÁRIO CAROL!

Carol, que você encontre muito amor em seu caminho, construa com seu sorriso sua felicidade, que você conquiste todos os seus sonhos e continue a espalhar sua alegria entre os amigos. Parabéns! Muitos beijos dos amigos do DCPL!




Posted by Susan

As mulheres foram tolas no BBB7

Vamos deixar de lado nossas preferências, as rixas entre as meninas no pós-"BBB" e as rivalidades surgidas, vamos tentar olhar de maneira diferente a relação surgida entre Íris, Fani e Alemão. Vamos aproveitar a oportunidade para discutirmos porque as mulheres entram em disputas por conta de um homem e permitem que ele dê a volta por cima, pise nas duas e saia lépido e faceiro enquanto a amizade entre elas acaba e no final nenhuma das duas se deu bem na história do romance.

Independente de ser Íris, Diego e Fani essa é uma história que se repete constantemente, seja no "BBB" ou na vida real. Assim que começou o "BBB7" eu pensei... Esse jogo será ganho por uma mulher... E tinha absolutamente tudo para que isso acontecesse. As mulheres eram muito mais interessantes do que os homens, com muito mais força e personalidade e haviam estabelecido entre elas uma relação de amizade e confiança. Existia no ar um acordo implícito de que as mulheres não votariam uma nas outras. Independente da gente gostar ou não de algumas é inegável que as mulheres no jogo "BBB" tinham muito mais a contribuir.

A Bruna era muito mais interessante do que o Alberto, a Flavinha colocava, e coloca, o Fernando no bolso com toda a tranqüilidade. Fernando é bobo, chato e desinteressante. O Daniel nem conseguiu dizer a que veio, o Aírton era um perdido boboca, contador de histórias, mas só falava e não agia. No dia em que ele levou uma encoxada da Carol, em vez de puxar a gata, fazer um chamego e ficar caladinho comendo o mingau pelas beiradas até conquistá-la, fez exatamente o oposto, saiu gritando para a galera que ele havia levado um encoxada deixando a menina sem graça e colocando por terra qualquer pretensão amorosa que ela pudesse ter.

Da mesma maneira o Alemão, até a formação do triângulo, era apenas um bobalhão, meninão da classe média alta paulistana, baladeiro, metido a garanhão e gostosão do Bairro Peixoto. E assim eram todos, com exceção do Alan Pierre que parecia interessante, mas cujas atitudes após o jogo mostrou que ele não passava de um cara metido a intelectual e se achando superior e mais merecedor do que os demais por sua pretensa cultura.

Enfim, o time masculino era um zero a esquerda, enquanto o time feminino batia um bolão, tanto em beleza quanto em atitude. Mas, as meninas decidiram que iriam namorar e aí danou-se, acabaram entregando o ouro ao bandido deixando, mais uma vez, a vitória nas mãos de um homem. Uma pena! Dizem que a maior responsável pelo machismo são as próprias mulheres, já que fica em suas mãos a educação dos filhos.

Fani e Íris foram tolas ao se digladiarem por causa do Diego, o futuro mostrou que não valia o esforço. Ele não valorizou nenhuma das duas, seja dentro ou fora do jogo. Uma pena! Vocês já imaginaram se Íris e Fani tivessem se aliado e mandado o Alemão se catar? Qual teria sido o desfecho dessa história? Será que ele teria saído com fama de garanhão regenerado ou apenas de um otário pegador? Pois é, meninas, fiquem atentas, pois nem tudo que reluz é ouro e muitas vezes mais vale uma bela amizade do que um sapo travestido de príncipe.






Posted by Susan

Os pobres e injustiçados no jogo do BBB7... Ah coitados...



Parece que o pós-"BBB" é uma espécie de exorcismo dos fantasmas que andaram rondando a edição durante três meses, talvez, seja esse o motivo da gente ficar mais crítico e menos vulnerável ao efeito do confinamento. Porque nós, internautas, telespectadores, amantes do "Big Brother Brasil" também ficamos meio confinados junto com os jogadores do BBB. Quem realmente consegue se afastar de casa e do Pay Per View nos meses de janeiro, fevereiro e março? Quem vai para a praia e fica lá pensando... O que será que está acontecendo naquela casa?... Será que perdi algum barraco ou alguma declaração de amor?

O verdadeiro fã do programa vive os dramas e o cotidiano da casa como se fosse seu, vive o confinamento, ligado na TV e no desenrolar das histórias. Se exila da vida real e passa a discutir e analisar o virtual e imaginário. Torce para que o seu preferido se dê bem e só tem uma maneira disso acontecer, se os seus desafetos se derem mal. É impossível ser magnânimo durante o jogo, é impossível desejar que todos se dêem bem. É impossível dissociar a realidade da fantasia e das atitudes julgadas durante o programa e esquecer nosso juízo de valor depois que o BBB acaba. E assim vai caminhando a humanidade real e virtual que se liga na casa e nos jogadores e não se desliga nem mesmo depois que o jogo termina. É como futebol, a gente torce para que o outro time seja rebaixado, para que não ganhe aquela partida fundamental para participar da Taça Libertadores. Ou será que algum flamenguista vai ficar em casa desejando que os botafoguenses se dêem bem e se classifiquem para o torneio no lugar de seu querido Flamengo?

Algumas pessoas defendem que o jogo "BBB" é apenas um jogo e, portanto, nós deveríamos ser tolerantes com todos os jogadores, afinal de contas, aquilo lá é um jogo, nada mais do que um jogo, sempre um jogo. É vero, é um jogo sim. Mas quem tem essa visão do jogo pelo jogo acaba revelando-se muito hipócrita já que os torcedores da Íris devem ser generosos com os torcedores do Alberto, apesar da banda do lado de lá sacanear, debochar e desejar que Íris se dê mal e comemorar cada projeto que não dá certo da lourinha vitoriosa do "BBB7".

Vou mais além, distorcem cada vitória da Íris depreciando suas conquistas. Mas, isso pode, não é verdade? Com Íris pode, só não pode com Fani, Alberto, Bruna, Carol, Analy... Ah, coitados! E, agora não pode também com o último agregado ao G6, Diego Alemão, que ganhou a torcida da turma que era do contra enquanto ele esteve na casa. Definitivamente deve existir alguma coisa errada com as atitudes do Diego para ter virado o “queridinho” da Turma da Fani, Alberto e Cia Ltda. no pós-BBB. Te cuida Alemão! Abre o olho, bate na madeira, despacha essas oferendas. Pobre quando vê muita esmola desconfia, será que tua vida anda complicada porque você ganhou a torcida errada no pós "BBB"? Vixe!

Enfim, tudo que Íris faz é sintoma de declínio. Alberto é chamado de Titã, o Demolidor e eu fico aqui pensando com meus botões... O que será que ele destruiu? Só pode ser a si mesmo carregando junto consigo o futuro da Bruna. Pois na real todos querem ser artistas, certo? Tudo bem. Alberto realmente conseguiu fazer o Paredão entre Íris e Diego. E daí? O Massumi conseguiu o mesmo com Dhomini e Sabrina com muito menos rancor, inveja, preconceito, machismo e, consequentemente, com menos estrago de sua imagem.

Alberto conseguiu tirar Íris do jogo... Ok..Ok... Mas aqui fora ela está fazendo eventos sem parar, fez uma das capas mais vendidas da Playboy no ano de 2007 com um contrato milionário, conseguiu excelentes contratos com a Rivoli, a Grendha, a Itavox, a Impala, etc, etc... Deslanchou o projeto da Sirizinha (mas as raposas tal e qual no conto "A Raposa e as Uvas", desdenham dizendo que as roupas são feias). Aí a Bruna, após várias lipos e plásticas, consegue uma capa da VIP e ela passa a ser a grande vitoriosa da edição? Como assim, Bial? Uma capa da VIP digna da Playboy por cachê nenhum e ela passa a ser a última bolacha do pacote? Tudo isso pelo simples prazer de aparecer nua na capa de uma revista? Eu, se fosse a Bruna, teria o mesmo prazer, já que foi mesmo uma conquista dela contra o excesso de peso o fato da VIP interessar-se em tê-la na capa. Mas daí a passar a ser o grande futuro das participantes do "BBB7" existe um longo caminho. Menos, bem menos, quase nada já dizia o Ogro Alan do "BBB5". Ninguém aqui está disputando nada, muito menos com a Bruna, mas que é digno de nota e dos risos condescendentes de quem lê, isso ninguém pode negar.

Mas, se eles querem colocar na conta do Abreu a própria auto critica quem sou eu para contradizê-los, dizem que com louco a gente não discute e nem contraria. Tudo bem ter uma boa dose de loucura, só não dá para ser hipócrita e vir com essa história de que é jogo e que tudo se justifica, mas ao mesmo tempo não usar o mesmo argumento para justificar as atitudes de Íris. Não que a gente queira, pelo contrário, estou apenas pensando alto. Afinal de contas, eu não acredito mesmo nessas argumentações de que somos mais isso ou aquilo, mais generosos, inteligentes ou visionários, pois no jogo do "BBB" o que conta é a paixão e sempre, sem exceção, os meus preferidos serão melhores, mais perseguidos e mais injustiçados do que os demais. Simples assim.




Posted by Susan

Amores tórridos e amores torrados

Juliana Lopes e Marcelo Dourado

 

 

Que me desculpe o Bial, mas estou quase rasgando o nosso amor tórrido e reescrevendo a história desse "BBB7". Nesse nosso encontro de Natal a galera do DCPL conversou sobre diversos assuntos. Colocamos em dia histórias do passado, nós aparamos algumas arestas, brincamos muito em nossa festa, trocamos presentes de Amigo Oculto onde cada presente dado era uma troca de carinho, era uma descoberta de quem dava e de quem recebia o presente. Mas, entre outras coisas, nós também falamos sobre o "Big Brother Brasil".

Entre papos e análises, sentadas na varanda de um hotel em Copacabana, fomos traçando os pontos convergentes da trajetória de Diego Alemão e do grande Dhomini. Chegamos à conclusão que, hoje, olhando para trás é muito difícil acreditar que o Alemão não tivesse assistido às edições anteriores do "Big Brother Brasil", e, mais ainda, que Dhomini não estivesse presente em suas atitudes nos momentos cruciais do jogo.

Até mesmo as palavras pareciam as mesmas. Quando ele fala para Íris que o vencedor do Paredão entre eles dois seria o vitorioso da sétima edição não foi uma idéia inédita e surgida naquele momento. O Dhomini falou exatamente as mesmas palavras para Sabrina no Paredão em que os dois se enfrentaram lá no ano de 2003. O mesmo nós podemos dizer de seu choro convulsivo no jardim da casa, de sua atitude belicosa com o grupo de bater no peito e mandar o próximo para que ele enfrentasse. A insistência na conquista, o dedo na cara do adversário, a fama de mulherengo... É tudo Dhomini, Dhomini, Dhomini. Enfim, são muitas as semelhanças.

Dá para negar a inteligência da tática de Diego? Não, não dá mesmo. Isso nos faz um pouco de otárias nessa história? Talvez sim, talvez não, tudo depende de como olhamos o jogo no "BBB". Eu acho que das relações humanas a gente tira conclusões interessantes e discussões importantes. O grande mote do "BBB7" foi o retorno ao romantismo, foi a discussão da falta que o ser humano vinha sentindo de valores deixados no passado em nome de uma modernidade que vem abrindo lapsos importantes em nossa formação. Lapsos culturais, éticos e até mesmo morais. Não no sentido de sermos e pregarmos o moralismo, mas na falta que sentimos de algum valor que seja pleno e inquestionável. Ganhamos muito com a modernidade inquietante, mas perdemos o aconchego das verdades absolutas e das regras inquebrantáveis.

Íris e Diego representaram esse desejo num determinado momento. Certo ou errado, suas atitudes no jogo abriram o caminho para uma grande discussão em torno do romantismo, das fantasias amorosas, das histórias de capa e espada. Histórias essas que não são apenas um anseio daqueles que acreditaram na possibilidade do casal do "BBB7" ser o verdadeiro e único casal de todas as edições. Querem histórias mais medievais, dignas de uma novela mexicana do que as teorias do amor impossível de Fani e Alemão com direito ao Bial travestido de Bruxa Má? Pois é, cada um acredita naquilo que lhe convém, mas sendo amor tórrido como o de Íris e Diego ou torrado como o de Fani e Alemão a verdade é que tudo o que o ser humano quer é acreditar na existência de um amor real e verdadeiro que enfrente todas as barreiras e dificuldades. Estamos errados em desejar a perfeição?




Posted by Susan

O Natal e o sentido da net em nossa vida

 




 

 


Como colocar em palavras gestos, emoções, lágrimas, risos, abraços, carinho e alegria? Como traduzir, sem incorrer no erro de ser piegas ou ingênua, a energia que trocamos nesses quatro dias de encontro de Natal no Rio de Janeiro? Eu só sei dizer que valeu muito a pena ter passado por toda a discussão, polêmica, torcida, entendimentos e desentendimentos, encontros e desencontros, erros e acertos para chegarmos numa festa de Natal que reuniu tanto carinho e alegria de estarmos juntas.

Éramos cerca de cinqüenta mulheres descobrindo o prazer de ser novamente crianças e se dar o presente de desejar novos amigos, de viver uma nova experiência, largar, nem que fosse por apenas um dia, as responsabilidades que nos atrelam à família, filhos, maridos, pais e mães. Foi um momento de resgatarmos relações, revermos posições, fazermos um balanço de tudo que vivemos e aprendemos nesse ano no De Cara Pra Lua. Foi um momento de reafirmarmos o nosso carinho e as afinidades conquistadas nesses poucos meses que parecem muitos anos de tão intensos. É tão bom que assusta, dá um friozinho na barriga, dá vontade de reter esses momentos e congelá-los para que eles não se percam jamais.

Começamos na quinta-feira esse encontro de pessoas que só querem ter o direito de tentar acertar, ter uma chance de ser feliz e ter amigos. É apenas isso que nós desejamos. Não estamos aqui para disputar espaço com ninguém, ou revelar uma alegria maior do que qualquer outra, ou mesmo estarmos certos naquilo em que acreditamos. Nós queremos apenas a liberdade e alegria de “sermos”. De convivermos, de descobrirmos, de estarmos felizes.

Se os momentos mágicos que partilhamos nesses quatro dias vão durar a gente não sabe. Se aquilo em que acreditamos é a verdade do mundo, nós temos certeza de que não é, e jamais será. Mas, sabemos de uma coisa, que independente de qualquer futuro que esteja nos aguardando ali na esquina, ninguém jamais poderá tirar de cada coração presente aos Encontros do DCPL os sentimentos que dividimos e a felicidade que sentimos ao partilharmos risos e alegria. Nós sabemos que aquilo em que acreditamos é a verdade de nossa vida, apenas nossa verdade, talvez seja boa para uns e péssima para outros, mas é nossa e de mais ninguém.

Foi um Natal memorável, foi uma festa perfeita. Obrigada meninas pela presença de cada uma, obrigada pelos depoimentos emocionados que dividimos nesses quatro dias, obrigada pelas fofocas digestivas, obrigada pelo riso frouxo, obrigada pela alegria desmedida, obrigada pelo sentimento de existir um lugar, ou um ombro amigo, onde podemos depositar nossas dúvidas, nossas angústias e, principalmente, nossa felicidade. Obrigada pelo cansaço gostoso de quem se divertiu muito, obrigada pela força, pelo carinho e pelo bom papo. Não poderia ter sido melhor, pois é impossível superar a perfeição dessa Festa de Natal do DCPL. Salve, salve!


BOA VIAGEM!



À galera que volta para casa hoje e amanhã, boa viagem!


À Elainny, Tania, Flavia Juka, Anna-SP, Chivas e Sérgio que vieram de São Paulo, obrigada meninas e menino pela alegria e pelo carinho...


À Nina que veio lá de Porto Alegre, obrigada pela presença constante e por seu sorriso doce...


À Thatá, Wá, Mamis, Carolita, Cinthia, Gaby e Juju que vieram de Minas Gerais, valeu muito, vocês são show de amigas...


À My, que veio de Pernambuco, terra distante, sua presença foi um alegria e um reencontro... Obrigada, muito obrigada...


À galera do Rio de Janeiro que recebeu a todas com felicidade e amor, obrigada por tudo!


Foi bom pra caramba, galera! Valeuuuuuuuuu!!!!!




Posted by Susan


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Blogagem Colectiva para Flávia em 9/Set/2008













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