Fernando ganha poder de imunizar alguém e de excluir um brother da festa. Marcos é o escolhido para a exclusão. Marcos é o mais festeiro, seu jogo é o da alegria. Por que Fernando escolheu logo o mais animado da casa para ficar fora da festa?
Fernando Anjo...
Marcos sem festa...
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As surpresas de Natália
Natália não faz tipo ou, quem sabe, faz tipo demais. Como nós saberemos de verdade? Eu ando meio ressabiada em fazer algumas afirmações sobre as atitudes desses jogadores de BBB. Gato escaldado tem medo de água fria. Mas, Natália a cada dia se torna mais interessante. Desbocada, oferecida, nada politicamente correta, ela cumpre o que prometeu em seu perfil inicial e realmente fala demais e sem pensar. Mas, esse falar avoado tem revelado o charme e simpatia da Miss. O melhor na Natália é que dela nós podemos esperar qualquer coisa, o que nos protege de decepções futuras. Natália pode virar a fofoqueira, a intriguenta, a pior pessoa na casa, que ninguém jamais falará... Eu nunca imaginei que ela fosse assim.
A Miss tem surpreendido e divertido a galera no "BBB8". Simpática e amiga, mas sem muita preocupação em ser muito boazinha, Natália reclama da Thalita com a Bianca, mas fica preocupada em protegê-la. Apesar de não dar muito assunto para as paranóias da amiga, que surtou geral esta semana, Natália mostra preocupação com seu bem estar. A Miss tem sido legal com os amigos sem, no entanto, achar que eles são seus amigos de infância. Se enchem seu saco, ela se afasta. Se falam de voto, ela cai fora da conversa. Se alguém vira líder ela busca uma aproximação maior. Natália é esperta e de esperteza em esperteza ela vai construindo sua rede de relacionamentos no jogo.
O mais atraente na Miss, que entrou no "BBB8" em baixa com o público, é que ela não faz tipo a La Grazi Massafera, não tentou imitar outro personagem de BBB, ela está sendo ela mesma, com suas tiradas pra lá de politicamente incorretas... Eu não nasci para trabalhar, quero um homem que me sustente... Fernando falou que ele ganha pouco, eu o mandei arrumar outro emprego... Natália fez um casal, mas não creio que ela estivesse apenas preocupada em se destacar com o romance. Lógico que ela sabe que casais dão ibope no "Big Brother". Todo mundo sabe. Mas, parece que Natália partiu para cima do Fernando porque ela sente falta de carinho, proteção e sexo.
Natália é descarada, fala palavrões em demasia, não esconde que gosta de sexo (só pensa em fazer o test drive no Fernando) e começa a conquistar nossa atenção justamente por esse jeito desencanado de se comportar no "BBB8". Numa edição em que, até o momento, a grande maioria está com medo de se mostrar, a falta de sutileza da Miss é um balsamo para o divertimento do público. Dizem que se ela estivesse sozinha renderia mais do que ficando com o Fernando. Tenho minhas dúvidas, pois as opiniões do Fernando não contam muito para a gaúcha. Tampouco o “ficar com ele” limita as investidas que ela faz em cima dos outros brothers. Natália está na pista para negócios.
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Festa Árabe para poucos
Marcelo, Thalita, Gyselle e Bianca divertem-se com presente da amiga eliminada
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As cores do "Big Brother Brasil"
Eu avisei que nesse BBB8 eu queria me divertir, eu sabia que a possibilidade de cair de cabeça nesta edição teria que ser construída ao longo do tempo. Alguns conheceram o DCPL apenas no BBB7, outros chegaram ao final da sétima edição, quando o meu envolvimento com o jogo e com a rede de relacionamento na casa já estava estabelecido. Eu me dei ao trabalho de ir olhar os arquivos do ano passado e descobri a mesma descrença com a edição que na época iniciava. Lá em janeiro de 2007 nós estávamos reclamando do marasmo do jogo, das juras de amizade eterna e da mesma maneira, expressávamos o nosso medo de uma repetição das edições que não deram certo no passado. No começo é sempre assim.
Estamos numa nova edição e amargamos a dificuldade de deixar para trás uma outra que já acabou. Lidamos também com as cobranças de ter essa ou aquela atitude num jogo onde ainda não conhecemos ninguém. Mas, onde, ao mesmo tempo, já tivemos material farto dos jogadores que incitaram a crítica e a descrença. Não consegui enxergar na Thalita nada além de uma mulher muito experiente, extremamente desequilibrada, exagerada em seus julgamentos precipitados, autocentrada, egocêntrica e manipuladora.
Onde estão os tons de cinza em alguém que coloca os aliados contra a parede ao pedir que eles a presenteiem com o Colar do Anjo? Como enxergar variações do branco numa jogadora que arma uma rede de fofocas e intrigas colocando uns contra os outros? Se vocês souberem onde se esconde essa palheta de cores, por favor, me avisem que eu a compro imediatamente. E nem estou dizendo que desgosto da Thalita, acho-a necessária ao jogo, só não consigo olha-la, ainda, como uma personagem bem construída, ou como uma pessoa que tenha riqueza interior.
Eu já falei que o jogo BBB se faz nas histórias construídas na casa. Mas, para construir tais histórias eles têm que levar para dentro alguma bagagem, um pouco de experiência de vida ou uma centelha de carisma. Eu ainda não consegui “sentir” nenhuma dessas histórias. Imagino que elas estão lá, escondidas em algum canto, abrigadas atrás de um olhar, traduzidas em algum gesto ou atitude. Mas, eu ainda não sei quais são. Impossível ver o que ainda não aconteceu, difícil entender o que ainda não nos fornece elementos decifráveis, complicado ter uma intuição que está além de qualquer capacidade, particularmente, da minha. A humanidade ainda não descobriu como prever o futuro.
Principalmente estou sendo instada a pensar e traduzir o jogo da mesma maneira que eu fiz em 2007. No entanto, a sétima edição ficou para trás, quem motivou minha inspiração já tomou seu rumo na vida. Teremos que aguardar para saber quem irá mexer com nossas emoções, até mesmo, para saber se alguém irá mexer com nossos sentimentos de amor e ódio.
Eu tentei ser mais leve, mais brincalhona, assim como é todo BBB em seu início quando os participantes estão apenas se divertindo. Tenho algumas simpatias? Claro que sim, mas tenho poucas certezas. Eu tentei não levar tão a sério cada uma das pessoas que estão nesse jogo, mas sei que esse é um sentimento passageiro que irá embora ao menor sinal das reais contradições dos seres que habitam essa imensa gaiola que é a Casa do Projac. Não posso buscar poesia aonde ainda não consegui ver beleza. Até tentei, mas ainda é cedo, muito cedo. Culpa minha? Talvez. Ou, quem sabe, é apenas a dinâmica do jogo que ainda não se desenvolveu plenamente. Enquanto aguardo não posso me furtar a ver o que se desenrola a minha frente, mesmo que seja fruto de atitudes atônitas de quem ainda está buscando seu melhor posicionamento no jogo. Infelizmente o que foi mostrado até o momento, foi alvo de minha crítica. Que venham, então, a beleza e os sentimentos verdadeiros.
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Thalita, encenação e loucura
Não importa quantas edições já passaram por nossos olhos. Não importa que eles pensem que sabem o que agrada ou desagrada o público, pois eles jamais conseguirão acertar na mosca. Eu imagino que assim como nós ficamos tentando adivinhar o que passa pela cabeça dos jogadores, eles também ficam na casa tentando intuir o que nós esperamos deles. Cada palavra do Bial transforma-se numa mensagem imprescindível para a sua permanência no jogo. Se o Bial tosse, jamais será uma gripe mal curada, certamente, na cabeça dos nossos brothers e sisters, existem por trás da tosse do Bial alguns elementos importantes no jogo, toda uma teoria conspiratória, alguma dádiva ou maldição mandada pelos deuses.
E eles continuam errando, errando e errando. Pois é impossível decifrar quem cairá no gosto do público. Penso que eles devem ficar imaginando que os jogadores que ficam quietos desagradam o público, portanto, Gyselle deve estar sendo odiada fora da casa. Casais românticos com meninas casadoiras, que não beijam no primeiro encontro, cairão sempre no gosto popular, então Juliana e Alexandre devem ser os líderes de audiência. Quantos erros, não é verdade? Lógico que existe algum parâmetro, realmente o público não gosta de quem fica muito quieto e gosta de romance, mas o que eles não percebem é que não é qualquer romance que é comprado pelos espectadores e não é qualquer silêncio que é encarado como fuga.
Eles não sabem, e tampouco nós sabemos, o que vai atrair nossa simpatia e antipatia. Como disse o Bial, a TV tem uma poderosa lente de aumento que maximiza cada gesto, cada atitude. E ai, basta um olhar mal lançado, uma palavra mal colocada e todo o personagem tão bem ensaiado cai por terra e a gente descobre a máscara em todas as suas cores.
Thalita ontem surtou. Encenação ou verdade? Será que isso realmente importa? Pois, em minha opinião, as duas possibilidades são igualmente preocupantes, apesar de tristes e divertidas (contradição das contradições). Ambas vão colocá-la como uma pessoa importante no jogo, seja para tecer teias e teias de fofocas e maledicências, para ter surtos esquizofrênicos a cada proximidade de Paredão, ou para fazer os dois. Em seu surto com o Marcelo, Thalita não deixou de colocar o de nome de todos na fofoca enquanto tentava cair fora. Imaginar que alguém seja tão maquiavélico a ponto de inventar tanto choro e tanta vela para tão pouco defunto é quase o mesmo que achar que Thalita realmente pirou geral e está com mania de perseguição. Nas duas situações a gente tem nas mãos alguém muito louco e descompensado. Vamos deixá-la no jogo? Ou vamos mandá-la para casa procurar um bom psiquiatra?
O pobre do Marcelo não vai dar conta dessa louca. Toda a conversa da Thalita com o Psi, para mim, pelo menos, serviu como um alerta e mudança de meu olhar sobre a participação do Psi nas tramas do jogo, passei a encarar com mais simpatia o papel do Marcelo nessa suruba do "BBB8". Marcelo começou bem, descambou para o ridículo e a canastrice com seu papo de revelações conta gotas, mas, agora, que todos já sabem de seu “precioso segredo”, abaixou o tom, colocou a bola no chão e esta tentando novamente voltar a jogar.
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Thalita chora conversando com Marcelo
Verdade ou encenação?
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Bianca é a nova Líder
Valeu Bianca!
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Hoje tem Prova do Líder
Quem será o Líder dessa semana?
Será que teremos uma prova de resistência? Seria bom, para a gente começar a perceber quem tem garra no grupo...
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A Rádio Rivotril está no ar
É fácil acreditar em uma, é difícil aceitar o lero da outra. Thatiana diz à Natália que ela não sabe como lidar com a declaração de Marcos de que está a fim dela. É fácil acreditar, passa sinceridade. Às vezes eu fico pensando porque compramos determinados discursos e rejeitamos outros. Se é tranqüilo aceitar as reservas da Thati é muito difícil acreditar na encenação da Juliana. Enfim... Que venham os casais do "BBB8"! Vixe!
Na Rádio Rivotril, Marcos fala de cozinha, Rafinha de música, Alexandre de relacionamentos, Bianca de moda e Natália diz que vai falar de sexo... Ops... Como assim, Bial?
PS: Que a prova de hoje seja de resistência, para ver se quebra um pouco os saltos dos sapatos...
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Marcos se declara à Thatiana
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Romances a beira de um ataque de nervos
Que festinha marromeno, ou melhor, que "BBB" marromeno. Eu não sei onde está o problema, talvez estejam todos de salto alto, talvez as mulheres sejam descoladas demais, experientes demais, cínicas demais, loucas demais para conseguirem fazer liga com um grupo masculino que parece um bando de meninos. Não estou falando em romance apenas, no "BBB" é um certo clima de sedução no ar que vai construindo a relação entre eles, seja amizade ou atração, não é de graça que o elenco é composto por sete casais. Eu não sei onde está o problema, só sei que estamos com um grande problema nas mãos. Aliás, nós não, a produção e direção do BBB, pois eles têm um baita abacaxi para descascar.
Ontem a edição, mais uma vez, deu ênfase na Juliana. Sinto muito, direção do "BBB", mas que musa mais entojada, com bula de remédio acompanhando, tentando fazer todo o beabá da sedução, mas com uma cara de nojo que dá vontade de entrar no vídeo e dar-lhe uma sacudidela para ver se tira de seu rosto aquele ar de enfado com as pessoas. Juliana é absolutamente insuportável. Com seu olhar superior, seu ar blasé, está difícil comprá-la. Seu joguinho de sedução não passa de uma péssima cópia de algum "BBB" passado, não desce na garganta, não existe novidade, não passa verdade. Ou ela deixa cair a máscara, ou então, não sei não...
Alexandre é um cara imaturo, sem muito conteúdo, mas é um cara gente boa. Pelo menos, parece ser. Seu carinho pela Ju, mesmo sendo insosso, é a primeira coisa que eu vejo nesse "BBB" com cara de algo genuíno. Ontem, quando ele conversava sobre seu interesse pela Juliana com Fernando, na pista de dança, quase temi pela reedição do Thyrso. O menino não merece isso, tampouco nós merecemos um outro Thyrso nessa oitava edição.
Foi completamente ridícula a ceninha montada pela Juliana, aquela da moça que não beija logo de cara. Não passou nenhuma credibilidade, além de ser um personagem para lá de batido. Juliana passou o final da noite sendo alisada pelo Alexandre, levando beijos na orelha e cafungadas no pescoço, mas recusando-lhe a boca para um beijo e fazendo cara de "paisagem". Como se nós estivéssemos muito interessados na hora em que esse beijo vai sair, até parece que existe algum suspense em torno desse assunto. Juliana, minha filha, a Sabrina, a Grazi e a Íris já fizeram esse papel com muito mais maestria. A diferença é que cada uma achou o tom certo de envolver o público nessa teia de indecisão.
Sabe porquê o delas deu certo e o teu não? Porque nelas toda a atitude estava dentro de um contexto que passava verdade. Elas estavam realmente envolvidas com seus parceiros. Não era romance prêt-à-porter, comprado em algum brechó de personagens "BBB". Neste aspecto, sou mais a Natália e Fernando, pelo menos, não estão fazendo ceninhas mal ensaiadas, menosprezando nossa inteligência, achando que o público é otário e compra qualquer história contada por eles. Fernando e Natália foram lá, se pegaram, continuam se pegando, não conseguiram conquistar a atenção como o casal do "BBB8", mas, pelo menos, não tentaram nos vender gato por lebre, não ficaram de frescuras da moça donzela e casadoira.
Está difícil se apaixonar por esse lote que está na casa. Thatiana me deixa nervosa com o exagero em suas atitudes. Ela atropela todos, não deixa o outro falar, é invasiva, descompensada, parece que deixou seu remédio em casa e está sendo dominada por alguma síndrome de abstinência. Thatiana não é uma menina moleca, não é uma criança em corpo de mulher, parece mais um menino que não sabe como lidar com seu papel feminino no mundo. É outra que dá vontade de invadir a casa do "BBB" e dar umas boas sacudidas, só que nesse caso é para ver se ela fica quieta um pouco. Talvez ela devesse aceitar a proposta do Marcos de fazer par romântico para ver se ela se aquieta, ou para ver se ela se decide se quer ser mulher ou não.
Thalita e Marcelo são dois grandes canastrões. Thalita começa a cansar com esse papinho de que ela é sincera, honesta. Quem tem essa enorme necessidade de vender suas qualidades é porque certamente elas não existem. As grandes amizades vão se desgastando rapidamente. Thalita já restringiu seu círculo de amigos a Felipe e Gyselle. Ué, não entendi... Cadê as amigas de infância Bianca, Natália e Thatiana? Talvez ela tenha eleito esse dois, porque os acha os mais bobinhos da casa. Marcelo já nos cansou com suas histórias de ser gay. To be or not to be, to gay or not to gay. Graças a Deus parece que agora todos na casa já sabem, quem sabe agora comece o capítulo da discriminação por sua orientação sexual. Rafinha que abra os olhos e se afaste dessa sua obsessão por Marcelo.
No meio disso tudo, ainda fico com Gyselle e Rafinha. É notável que ela realmente não é querida pelo grupo, tanto pelos homens quanto pelas mulheres. Não sei se ela não consegue esconder em seus olhares e atitudes, nos pequenos detalhes que nós não conseguimos perceber aqui fora, toda a experiência de vida que ela possui. Eu não sei se esse seu “jogar-se” em cima dos meninos os deixam com o pé atrás e as mulheres na defensiva, eu sinceramente não sei o acontece, mas Gyselle não é querida pela galera.
Rafinha, por outro lado, ainda não conseguiu encontrar o tom exato de sua participação. Às vezes descamba para o exagero em sua mania de perseguição, mas isso não significa que ele não tenha suas razões. Sabe-se lá o que está rolando e nós daqui ainda não conseguimos entender direito. Mas, achei ótimo o papo do Alexandre e Marcos com Rafinha na madrugada. Talvez tire da cabeça desse brother essa mania de perseguição. Não gostaria que Rafinha perdesse o tom, pois restaria pouca coisa diferente nesse "BBB8".
Gyselle apesar de parecer a personagem mais manjada é a única que guarda alguma originalidade. Pena que a direção do programa não sacou e está tentando nos vender um revival sem sal e sem pimenta. Está me cheirando à sexta edição quando a direção entrou no jogo com os personagens do "BBB5" na cabeça e acabaram matando toda o "BBB6" na tentativa de nos enfiar goela abaixo o casal Mariana e Saullo. Posso estar errada, mas vejo o mesmo se delineando, o esforço em criar outro triângulo, mas dessa vez protagonizado por uma mulher. Ou, quem sabe, a intenção de fazer de uma menina sem nenhum apelo, sem simpatia, sem verdade no olhar a nova musa do "Big Brother Brasil".
Posted by Susan
Alexandre e Juliana, casal nº2 do "BBB8"
E agora Galego?
Posted by Susan
Hoje tem Festa Havaiana no "BBB8"
Está difícil escrever com o coração. Bem que eu tentei, mas esse lote que habita a casa do Projac se mostra muito frio em seus relacionamentos. Pelo menos até o momento. Quem ainda está traumatizado com o amor tórrido, pode comprar o PPV, pois nada leva a crer que teremos grandes arroubos românticos na casa do "BBB8". Quando muito uma boa pegação. Espero queimar minha língua e lanço essas palavras na esperança de que elas me contradigam. Mas hoje é dia de festa, a galera está vestida de havaianos e, pelo menos, as bebedeiras e dançaria estão garantidas.
Galego começa a subir um pouco mais em meu conceito, adorei quando ele, na hora do almoço, avisou que estaria fora do círculo de rezas do grupo. Thanks God! A galera agradece, ninguém merece outro "BBB6" pela frente. Galego mostrou personalidade. Será que desse mato sairá cachorro? Cairá ele nas garras da Thalita? Seria bom, não é verdade? Ele com Thalita e Alexandre com Gyselle, como ficaria a “doce” Juliana? Mas, o mais provável é que Alexandre e Juliana finalmente resolvam esse chove e não molha entre eles. Por fale em Thalita, que cara de pau ela pedir o Colar do Anjo à Gyselle, Marcelo e Bianca. Realmente esse bando é muito esperto. Quando a gente pensa que é impossível eles serem mais cretinos eles mostram que o céu será o limite!
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Os triângulos amorosos do "BBB8"
Estamos no início do jogo do "BBB8" e muita coisa pode mudar. No ano passado, nessa segunda semana, minhas atenções estavam voltadas para Alan Pierre e Analy... Vixe! Ninguém merece! Aos poucos, os participantes que muito se destacaram podem perder o fôlego enquanto quem ficou mais de canto pode surpreender. O Marcelo, por exemplo, que já jogou todas as suas cartas na mesa logo na primeira semana pode ter alguma dificuldade para sustentar sua permanência na casa. Além de estar se tornando enjoado esse seu jogo de ir contando aos poucos sobre sua sexualidade. Falta ele contar ainda para muita gente? Porque está um porre essa história, eu não aguento mais ouvir a "grande revelação" do Psi. O pior é que o impacto sobre os demais jogadores tem sido mínimo. Ninguém deu a menor bola para o segrêdo do Marcelo.
No momento existem dois núcleos mais atuantes, interessante que são baseados em dois triângulos quase amorosos. Resquícios do "BBB7"? Pode ser quem sim. Mas, eles estão lá, gostemos ou não de seu enredo. Juliana, Galego e Alexandre disputam as atenções do público junto com Marcelo, Rafinha e Gys. Ambos aparentemente com folêgo curto, mas existem. Eu sou mais o núcleo que inclue Rafinha e Gys. Está mais interessante observar Rafinha e Gyselle. Ele com sua tentativa de ter um jogo claro e explícito e ela partindo para o ataque em seu jogo de sedução. Quero ver até onde Rafinha vai sustentar esse jogo sem se queimar e, de tabela, até onde Gys vai espremer Rafinha contra a parede e quando ele vai espirrar. Estes foram os únicos que renderam até agora alguma história com arremedo de enredo. E os demais? Onde eles se encaixam? Ainda não sei, só o tempo dirá. Eles só não podem esperar demais, pois o jogo leva apenas três meses e se é cedo para determinarmos um vencedor, não é cedo demais para eles começarem a mostrar a que vieram.
Marcos é um cara interessante, gosto dele. Mas, para ganhar status de vencedor ele terá que ir além do sujeito boa praça, engraçado e bom cozinheiro. Dá até para ser o tiozinho do programa, só não dá para ser apenas o tiozinho, tem que mostrar mais algumas qualidades, mais tutano e personalidade. O papo dele com Alexandre, após o Paredão, foi engraçado, mas teria sido apenas minha impressão ou eles estavam com vontade de ignorar as polêmicas que já acontecem na casa?
Eu achei que a Bianca renderia mais. Não gostei de sua atitude covarde com relação à conversa que a Jaqueline teve com ela e Thalita. Ela tentou se colocar fora da grande fofoca que rolou em torno do nome da Juliana, jogou nas costas da Jaqueline toda a responsabilidade pelas idéias expostas pela Jaque, quando a gente bem sabe que ela e Thalita estavam, na verdade, se deliciando com as análises da eliminada de ontem e concordando com tudo. Mas, Bianca tem um lado interessante, é, talvez, a única pessoa que já conversou com todos os colegas de confinamento. Gosto de seu jeito Baixo Gávea, mas desgosto da maneira escorregadia que ela se posiciona no grupo. Estou incerta quanto ao seu destino nas tramas do jogo.
Ainda não consegui captar nenhuma faceta marcante na Thatiana. Até agora, ela tem sido apenas uma menina, com jeito de menino, meio perdida, dividida entre se soltar de vez ou preservar alguma intimidade. Ela pode surpreender? Claro que sim, todos podem. As únicas pessoas que eu realmente acho que esgotaram seu potencial foram Felipe, Natália e Fernando. Fernando e Natália pelo casal mal montado que formaram, pela visão preconceituosa e estreita que o Fernando mostrou e pela frágil covardia demonstrada pela Natália. Já Felipe é evidente sua falta de consistência como pessoa e personagem "BBB". Os demais, qualquer um tem chance de acabar se transformando num grande favorito, até mesmo a Thalita e sua boca grande e sem freio.
Posted by Susan
A falta de inocência no "BBB8"
Gyselle não é uma mocinha pura e virginal. Eu acho que isso terá que virar um mantra aqui no DCPL, pois estão querendo ver pureza e mocinha casadoira onde existe apenas uma menina sapeca, sensual, linda e sedutora. Quando eu digo que Gyselle tem um lado menina, que é captado belamente pelas câmeras, eu não estou lhe conferindo atestado de mulher intocada. Apesar de Gyselle, por seu tipo físico, histórico de vida e até mesmo por suas atitudes reservadas parecer próxima dos personagens casadoiros que já passaram pelo programa, ela não está fazendo esse marketing.
Quem está fazendo essa ponte é parte do público por associação imediata sem passar por uma observação mais de perto. O fato é que ela parece um personagem que se adaptaria em qualquer novela Global, tal e qual uma menina. No dia da conversa dela e Jaqueline com o Bial, Gyselle era a expressão da mocinha ribeirinha com seu vestido rodado e vaporoso, dizem que era francês, mas isso pouco importa. Entre realidade e fantasia transita o imaginário do público que acaba fazendo uma grande confusão.
Gyselle colocou os peitos de fora, ontem junto com todas as meninas, e não fez muxoxo de que a mãe brigaria com ela, quem fez esse merchan foi a Juliana, que teria toda as características para ser a menina descolada do BBB8 e vem fazendo tipo de mocinha inexperiente. Enquanto Gyselle assume que já dormiu com mais de dez homens na vida, Juliana conta a lorota de que não está acostumada a lidar com o universo masculino. Quem está fazendo o jogo da pura e virginal é a Ju. O que está prometendo um belo tiro no pé. Galego e Alexandre já mostram evidentes sinais de cansaço com esse joguinho de não quero e nem desocupo a moita. Galego mostrou uma ponta de interesse pela Thalita e Alexandre declarou na madrugada que seu coração está ocupado por uma pessoa que mora no exterior. E agora, Juliana?
Existem algumas falas da Gyselle que eu também acho dispensáveis, como dizer que sua família nunca andou de avião ou que sua missão no BBB ainda não acabou. São frases feitas que já ficaram batidas no casa do Projac. Mas esse é um detalhe menor no jogo que a Gyselle mostrou até agora. Ela conseguiu ser o centro das atenções e é para isso que eles estão ali, para captar a atenção do público.
Aliás, essa história de jogo é absolutamente pirante, quem diz gostar de jogo surta quando assiste um participante jogando claramente, quem diz não gostar busca uma verdade e pureza de comportamento difíceis da gente encontrar em algum jogador de "BBB" depois de tantas edições. É como disse ontem o Bial, não existe mais ninguém bobo na casa.
E nessa história de esperteza entra Rafinha e sua tática. Eu não sei da sinceridade das atitudes dele, só sei que até o momento funcionaram belamente as movimentações que ele fez na casa. O Rafinha é um cara engraçado sem ser palhaço, na verdade, ele tem um certo ar mau humorado e é ranzinza. Mas ninguém pode negar que ele é espirituoso e tem uma sacadas engraçadas e sacanas.
Ele ganhou o carro, a imunidade do Anjo e está conseguindo ameaçar a área de influência do Marcelo. Rafinha é músico, um artista e todo artista é um observador do comportamento humano. Não seria difícil para alguém com um “olhar” diferenciado sobre as pessoas intuir que Gyselle daria um banho na votação em cima da Jaqueline. Jaqueline foi muito de falar ácido e pouco fazer, mesmo que a Gys não estivesse cativando tantos aqui fora, seria previsível sua vitória num Paredão contra quem ficou sentada nas festas, não bebeu, não se envolveu, apenas reclamou, reclamou e reclamou. Jogo "BBB" se faz de histórias e não de palavras. O bacana da percepção do Rafinha foi acreditar que Gyselle ficaria com uma grande margem de diferença, todos na casa imaginavam que Jaqueline seria eliminada, a surpresa foi o alto percentual do Paredão.
Agora se Rafinha é um bom caráter, homem sério e para casar, aí eu já não afirmo nada. E não acho que a gente deva buscar esses parâmetros para o jogo, pelo menos, por enquanto, quando a grande maioria se esconde por trás da fachada de bom moço e boa moça. Fugir desse papel está sendo o diferencial do Rafinha, Thalita e até mesmo da Gyselle. Engraçado que os habitantes da casa ainda não perceberam que se esconder será fatal no "BBB8". Também não estou preocupada se o relacionamento dele com Gyselle é politicamente correto. O fato dele mandar na Gyselle confere um tom jocoso na relação dos dois, já que nem namorados eles são, e é bastante revelador do tipo de mulher que ela é.
Enquanto Marcelo tenta enganar o público na capa do cara amigão, gay angustiado e homem sensível, o Rafinha vem detonando seu jogo mostrando para todos qual é a real do Marcelo. Dá para menosprezar um jogador desse naipe? Eu acho que não. Rafinha não tem facilidade de expressão verbal, mas sem meias palavras, sem lero-lero, ele já conseguiu trazer Gyselle para sua área de influência, colocar caraminholas na cabeça de Thalita e fazer Fernando admitir que existem mais coisas entre o céu e a terra do que admite sua vã filosofia. E, convenhamos, a filosofia do Fernando é para lá de vã e inútil. Ô cabrinha mais sem nada, medroso e pra baixo. O Galego, mesmo que tenha sido até agora um belo objeto de adorno, pelo menos deixa transparecer alguma possibilidade de se mostrar um jogador interessante enquanto Fernando parece que já chegou em seu limite do que pode render na casa.
Posted by Susan
Novos rumos, belos dias
Como eu previa essa diferença esmagadora não foi boa para o jogo. No momento em que eles começam a se soltar, cai a bomba da eliminação da Jaque com altíssimo índice de rejeição. Jogador com medo é sinal de jogo fechado. Thalita, que começava a ficar simpática com suas tiradas ferinas e inteligentes, mostra sinais de depressão e tristeza temendo o julgamento do público. Ainda não é hora para grandes diferenças, como eu disse antes, é cedo, muito cedo.
Eu não sei se foi impressão minha, mas me pareceu que a direção do programa estava tão aflita quanto eu com esse Paredão e o rumo que o jogo poderia tomar daqui pra frente. O Bial não se reportou ao Marcelo e nem ao Rafinha. Fiquei com a estranha sensação de que eles estariam sendo testados na verdade de suas atitudes na casa. Ficou claro que colocá-los em evidência nesse Paredão seria matar o jogo antes mesmo dele nascer.
Eu estou gostando, até o momento, do jogo do Rafinha e da Gyselle, esse quase casal, onde ela corre atrás dele, onde ele manda nela. Foi engraçado após o Paredão ele mandando Gyselle falar com a Ju e ela obedecendo. Lembrou-me minha mãe que até hoje tem mania de mandar que eu cumprimente as pessoas. Fico pensando que estranha ligação a desses dois e que rumo tomará essa amizade, misto de companheirismo e sedução. Acho que no meio disso tudo Marcelo perdeu o rumo completamente. Gyselle está num cabo de guerra sendo puxada para um lado e para o outro. Resta saber onde arrebentará a corda.
Mas, o fato de eu gostar desse jogo não me deixa cega às inúmeras possibilidades que os demais apresentam. Seria uma pena que Thalita se retraísse, pois é essa qualidade de quem fala na lata o que acha das situações, e das pessoas, que a diferencia como jogadora num lote de mais de cem ex-"BBB"´s. Talvez o meu interesse pela Thalita venha de seus laços de parentesco com um dos cineastas que eu mais admiro. Fico achando impossível que a neta de Nelson Pereira dos Santos seja alguém que passe em branco num programa como esse. Lógico que parentesco não determina personalidade, mas carrega formação.
A conversa da Thalita e do Galego, que acontece nesse exato momento, abre uma porta para que ele dê uma guinada no jogo. A Gyselle é fascinante por sua beleza e posicionamento, mas a Thalita é interessante pela coragem de ser diferente do lote e do perfil dos vencedores do "BBB". Espero que o Galego agarre a possibilidade de cair de cabeça nesse jogo adulto que a Thalita está mostrando.
Juliana ficou assustada com esse Paredão. O óbvio deixou de ser tão óbvio para ela. Qual será o rumo de seu jogo? Não sei. Talvez tenhamos mais um casal na próxima festa, talvez tenhamos uma Juliana descendo do salto alto e se entregando às relações que rolam na casa. Ou talvez tenhamos uma Juliana que insista nesse jogo chato e politicamente correto a La Sandy que não vai levá-la a lugar nenhum.
Se Gyselle fala com os homens tocando-os com a ponta dos dedos, ajeitando suas roupas, mexendo num fio de cabelo num gesto claro de sedução e entrega, Juliana se retrai e faz de seu carinho algo mecânico e burocrático. A eliminação da Jaqueline é um espelho para Thalita e Juliana, pois se Thalita, assim como Jaque, é a expressão verbal desse jogo, Juliana repete a mesma Jaqueline na expressão "não verbal" de seu envolvimento na casa. Bial cantou a pedra e eu acredito que elas já perceberam.
Posted by Susan
Com 87% dos votos Jaqueline sai e Gyselle fica
Valeu Gyselle!
Posted by Susan
Primeiro paredão, certamente fica Gyselle!
Primeiro Paredão, tudo indica que Jaque vai embora para casa. Eu não acho que a permanência da Jaque fará o jogo ficar mais movimentado. O jogo "BBB" acontece com quem faz e não com quem diz que faz. Jaque falou, falou e nada fez. Foi tudo da boca para fora. Por outro lado, Gyselle, que pouco disse, protagoniza o centro do jogo nesse momento. Eu não tenho a menor dúvida quem merece ficar, seja por gosto ou pelo jogo apenas. Bye, bye Jaque. Fica Gyselle!
Posted by Susan
A força das mulheres no "BBB8"
Gyselle não é a única mulher que tem temperamento forte na casa do "BBB8". Quase todas elas o tem. Com exceção da Natália, que já mostrou a que veio em tão pouco tempo, que já deixou evidente sua falta de fibra, de tenacidade e de preparo para enfrentar o jogo "BBB", todas as mulheres disputam no campo da personalidade dominante e presença marcante. Mas, talvez, uma das poucas que pode fazer frente à Gyselle até o momento é a Juliana. Porque também disputa no campo da doçura e do frescor da juventude. Talvez elas tenham se reconhecido rivais, não apenas nas atenções dos meninos da casa, mas também na atenção do público.
Juliana é chata, sem dúvida, mas também é perseverante e se ela deixar de lado esse tom politicamente correto que vem tentando impor à sua atuação no programa pode surpreender muito. Ontem, ao convidar Gyselle para assistir à sessão de cinema no quarto do Líder, Juliana não sossegou até conseguir convencer sua adversária no jogo a aceitar seu convite. Claro que o Rafinha já havia preparado o terreno para o "sim" da Gyselle, mas a insistência de Juliana deixou Gyselle sem outra saída além de aceitar seu convite.
Eu acho uma grande hipocrisia essa história de ser votado e ter que colar um sorriso na cara e achar tudo lindo e maravilhoso, é falso apregoar que não guarda mágoa de quem lhe indicou. Lógico que aquilo é um jogo e todos serão votados e também votarão, mas o voto é uma declaração de que você quer ver determinada pessoa fora da casa.
Eu, se fosse Gyselle, também teria dificuldades em aceitar o convite feito pela Líder. O primeiro pensamento é que o gesto vem revestido de uma certa dose de hipocrisia. Tudo leva a crer que o temperamento de Gyselle não aceitará facilmente as meias verdades do jogo do BBB e, eu espero, que ela genuinamente se revolte. Sei que, provavelmente, Jaqueline sairá com um alto percentual de rejeição, o que não é bom para o jogo. O bom seria que eles continuassem no escuro ainda por um bom tempo antes deles, também, estabelecerem um possível vencedor para esta edição. Ganharia a dinâmica do jogo e garantiria nossa diversão. Vamos deixar rolar, ainda é cedo, mal terminamos a primeira semana.
Posted by Susan
Ainda é cedo, muito cedo
Eu acho cedo demais para Gyselle afirmar que o Paredão de hoje será uma resposta que ela terá do público sobre seu desempenho na casa. Eu acho cedo demais para estabelecermos um campeão num jogo que mal começou, cujas tensões ainda não se mostraram por inteiro. Eu acho cedo e temerário. É ruim para quem está confinado e será pior ainda para nós que estamos procurando diversão para três meses. Gyselle é, de longe, a mulher mais interessante e fotogênica da casa. As tomadas das câmeras são generosas com a piauiense, ela tem um frescor, uma juventude, um sorriso fácil de menina que aliado a um olhar adulto e curioso encantam quem está assistindo ao BBB8. Ela tem todas as qualidades potenciais para se tornar uma vencedora, mas ainda é cedo, muito cedo.
O que eu acho muito legal em Gyselle é esse temperamento nortista que não foge dos embates da vida. Tenho um nortista em minha vida, meu marido é do Pará, e reconheço essa teimosa determinação, essa doçura que se desfaz quando pisam em seus calos, esse otimismo que não se abate diante das dificuldades, essa tranqüila firmeza que só pode ser herança deixada por ancestrais acostumados com as intempéries de uma região forjada na pobreza onde, mesmo que a modernidade tenha chegado, se preserva a firme vontade de vencer a secura e a adversidade. O povo do norte e nordeste aprende a conviver com o árido, tirando beleza de onde a gente menos espera.
O nortista tem essa qualidade linda de ser ligado a sua terra, às suas tradições. Gosta de preservar sua identidade, e a beleza de Gyselle vem da combinação de todos esses elementos. Ela é a expressão da mulher rendeira, da cabocla que nem mesmo quatro anos da Europa conseguem lapidar de vez. A beleza selvagem de seus cabelos rebeldes insiste em denunciar que, mais do que uma mulher do mundo, Gyselle é brasileira, do Piauí, nordestina com muito orgulho sim senhor. Gyselle deveria esquecer a chapinha e assumir a selvageria de seus cachos que a deixam com um doce jeito de menina que anda descalça pela terra.
Posted by Susan
A mulher rendeira
Olê mulher rendeira
Olê mulher rendá
Tu me ensina a fazer renda
Eu te ensino a namorar
Quem será que irá ensinar a Gyselle a namorar? Ou, melhor, quem ela ensinará a namorar no jogo do BBB8?
Posted by Susan
Minha visita à casa do "Big Brother Brasil"
De Cara Pra Lua na casa do "BBB8"
O convite foi feito pelo diretor do programa logo após o término da sétima edição e confirmado no início de novembro do ano passado. E lá fui eu, ontem a tarde, conhecer a realidade que se esconde atrás dos espelhos do "Big Brother Brasil". É difícil imaginar uma produção dessa proporção, eu nunca havia entrado num estúdio de televisão antes e, para mim, era tudo surpresa e novidade, fora o fato da imensa curiosidade que eu tinha sobre como seria colocar para funcionar um projeto desse tamanho.
Quando lá chegamos passamos por todo o processo de identificação para entrar na "TV Globo". Fomos eu e meu marido, pois não me atrevi a ir até o Projac sozinha, sou um zero a esquerda dirigindo no Rio de Janeiro. Nossos nomes estavam na portaria e mandaram um carrinho nos buscar para nos levar ao estúdio do "Big Brother Brasil". Eu sempre imaginei que a casa do "BBB" ficasse num local ermo e distante, em algum lugar perdido num cantão do Projac. Qual não foi minha surpresa ao perceber que a casa mais controlada do Brasil ficava logo ali ao lado dos estúdios das novelas.
É uma experiência muito louca. Olhar por trás dos espelhos, observar aquelas pessoas expostas, vivendo tal e qual um zoológico humano. Por trás dos espelhos da casa do "BBB" só existe imagem, o som não chega até nós, produzindo o estranho efeito de estar perto e longe ao mesmo tempo. Transformando as pessoas em bonecos, a realidade em fantasia e o presente num momento atemporal.
É cenário e casa ao mesmo tempo. É lindo em seus mínimos detalhes. Não existe um fio fora de lugar, uma pintura mal feita, uma produção mal acabada, parece ser tudo milimetricamente planejado. Sempre me falaram que a casa ao vivo era bem menor do que aparecia na televisão. Com exceção dos quartos, que são realmente minúsculos, tudo me pareceu bem maior do que minha imaginação. O jardim é imenso, principalmente se levarmos em conta que estávamos dentro de um prédio que circunda a casa do "BBB" e onde estão produção, técnica, edição e casa, tudo junto, funcionando para colocar no ar a diversão de milhões de espectadores.
Muitos dormiam, no futon estavam Juliana, Natália, Marcos e Alexandre desmaiados de cansaço por conta da festa na noite anterior. Na hidro estavam Marcelo, Felipe e Jaqueline, não sei de que falavam, pois como já disse antes, o som não atravessa os espelhos. Nos quartos dormiam Fernando, Rafinha, Gyselle e no quarto vermelho conversavam Bianca e Tathiana. Os espelhos nos deixam bem próximos dos brothers, a impressão é que se esticarmos a mão vamos tocá-los com os dedos. Elas parecem pequenos bichos de laboratório exposto à curiosidade alheia. A casa é como uma gigantesca maquete que abriga sonhos, desejos e muita expectativa. Foi tudo muito legal. Valeu Boninho!
Posted by Susan
Decifra-me ou te devoro?
Se alguém conseguiu decifrar o Marcelo, por favor, me ajude, pois não está fácil entender onde quer chegar o Psi do "BBB8". A impressão que eu tenho é que o Marcelo colocou, logo na primeira semana, todas as suas cartas na mesa. Fomos bombardeados com informações a respeito do brother, desde seu jogo de sedução com a Gyselle, até sua declaração de que ele seria gay, culminando com o acerto final no personagem com o papo de ser pan sexual.
Marcelo corre o risco de deixar o público atônico diante de tantos rótulos, de tal maneira que não consiga emplacar nenhum. Não estou duvidando da verdade de suas histórias, estou duvidando da capacidade dele em lidar com tantos personagens estando exposto ao olho do público e da direção do programa 24 horas por dia. Já é difícil explicar, para uma audiência de milhões de espectadores, comportamentos que destoam do senso comum, imagino que será difícil para o público digerir essa salada de frutas proposta pelo Marcelo.
Posted by Susan
Pequenas considerações sobre o "BBB8"
Jaqueline falou que vai fazer e acontecer... Pena! Acordou tarde demais para o jogo. Na casa do "BBB" só fica quem faz.
Gyselle foi certeira ao dizer que a Líder votou nela por inveja e medo da concorrência em beleza.
Até quando a Juliana vai cozinhar em fogo brando os homens da casa?
Jaqueline afirmou que existem três homens a fim da Juliana na casa. Dois deles é o Alexandre e o Rafael. Quem seria o terceiro?
Gyselle volta com certeza desse Paredão e tudo indica com alto percentual. Como será a reação do magoado Marcelo se ele achar que a sister está fazendo sucesso? Continuará chateado ou voltará para a amizade da Gy com o rabo entre as pernas?
Uma pena que saia a Jaqueline agora, antes dela melhor seria o Felipe ou a Natália.
Natália chorou porque é fraca, mostrou que não tem coragem para enfrentar um jogo da vida. Suas lágrimas foram sinceras, mas muito mais de medo do que de comoção pela indicação.
Estaria Fernando arrependido de ficar com a Natália?
Vocês acham que a aliança entre Sandy e Junior tem futuro?
Posted by Susan
A escolha do Anjo
Gyselle não é santa, não é pura, tampouco é mocinha casadoira. Gyselle é uma moça descolada, que foi a luta, morou na Europa, está acostumada com o mundo fashion naquilo que ele tem de pior, a competição entre inúmeras meninas bonitas, que saem do interior do Brasil para buscar uma oportunidade no mundo lá fora. Gyselle já passou da idade das apostas profissionais, pois num mundo em que as modelos começam com treze, quatorze, quinze anos, ter vinte e quatro é estar fora da faixa desejável pra começar uma carreira de sucesso. O Big Brother é a oportunidade da vida da Gyselle, é a chance dela fazer seu pé de meia, de estar, mesmo que seja por breves momentos, brilhando nas passarelas e nas campanhas publicitárias. Existe no inconsiente coletivo um desejo de fazer uma mulher vitoriosa na oitava edição, mas isso não significa que Gyselle seja igual à qualquer outra participante que passou pelo "BBB". Rejeitá-la, a princípio, por tal desejo inconsciente é negar-lhe a chance da disputa.
Gyselle chegou na dela, mas nunca fez marketing de que seja pura, casta ou mulher para casar. Pelo menos até o momento. Ela é quieta, observadora, arredia, mas não é indefesa e inocente. Não precisa que ninguém a adote, seja o público ou o psiquiatra, ela mostrou que sabe se cuidar e se virar no mundo. Gyselle parece ser uma jogadora esperta, fria até, sua reação ao Paredão mostrou uma moça firme, segura, refratária a sofrimentos desnecessários. Coisa de quem já passou por dificuldades reais e que veio preparada para enfrentar o jogo do "BBB".
Ela mesma se revelou ao contar ao Rafinha que já havia morado na Europa com outros modelos onde a disputa, a inveja e a inimizade eram a tônica do relacionamento. Talvez seja esse o motivo pelo qual ela chegou de canto, observando muito, tentando entender onde ela estava e quem seriam aquelas pessoas. Atitude de quem está acostumada a navegar por águas turbulentas e gosta de saber onde está pisando antes de tirar os sapatos.
Eu não sei se Gyselle é anjo ou demônio, mas pelo que mostrou até agora, tem muita personalidade. O fato dela estar calada e quieta não significa que ela esteja alheia ao que acontece, por suas atitudes, tudo leva a crer que Gyselle sabe que está num jogo que vale um milhão de reais. Sua maior percepção no jogo foi entender quea juliana votou nela por inveja e medo. Muitos esperavam que a imunidade do Anjo fosse dada ao Marcelo, isso foi dito textualmente pela Thalita à Gyselle antes dela tomar a decisão e, mesmo assim, Gyselle apostou no próprio jogo e não no jogo do Marcelo. Afinal de contas, dar a imunidade ao psiquiatra seria fazer o jogo dele, ou seja, aquele da moça bonita, envolvida em sua teia de sedução, seja como amigo ou como homem.
E ela frustrou todas as expectativas ao escolher Rafinha para ser agraciado pelo carro e pelo colar do Anjo. E movimentou o jogo, se sua atitude fosse a previsível de dar o colar ao Marcelo, o jogo evoluiria muito menos do tanto que avançou até agora. O Marcelo deixou Gyselle lidando sozinha, e na ignorância, com o fato dela estar mostrando interesse amoroso num homem que se diz homossexual, o Brasil inteiro sabia menos ela. Marcelo quebrou o elo de confiança que existia entre os dois.
A escolha do Anjo foi reveladora, mostrou para o grupo que Gyselle não se deixa manipular facilmente, pois todos achavam que o psiquiatra a tinha na palma da mão. Gyselle acabou ganhando o respeito de alguns participantes da casa e, de quebra, revelou um Marcelo que está longe de suas palavras doces e calmas, mostrou um cara rancoroso e sem fair play no jogo. O Anjo seria dele e Marcelo não cogitou outra possibilidade. Na madrugada de sábado para domingo, na cozinha, ele mesmo declarou para Thalita em relação à Gyselle... Eu me garanto... Ver a cara de decepção do Marcelo não teve preço, pois é muita prepotência alguém se garantir em cima de uma outra pessoa que só conhece há quatro dias. É se achar demais da conta.
Eu suspeito que a decisão da Gy teve muito mais a ver com o fato do Marcelo tê-la deixado sem jogo do que com o fato do Rafinha abrir seus olhos quanto ao jogo do Marcelo. O psiquiatra matou o jogo da Gy ao dar em cima dela e depois se revelar gay. Uma das armas da Gy é sua sensualidade, sua feminilidade. Gyselle ficou sem chão com a revelação do Marcelo, não gostou dela ter sido a última pessoa próxima ao pretenso amigo a saber de sua orientação sexual. Imagino que a falsa fragilidade demonstrada pela Gyselle, ao se isolar do grupo, tenha sido um atrativo para o Marcelo, pois ali é um jogo e envolver as pessoas em torno dele parece ser o jogo escolhido pelo psiquiatra. Se esse jogo será bom para ele do ponto de vista do público só o tempo dirá, até o momento está sendo confuso e negativo.
Essa história de não contar sua preferência sexual para todos os jogadores faz parte de um contexto que ele deseja construir. Manter alguns jogadores informados, e outros na ignorância, me parece moeda de troca pela lealdade, a sensação que eu tenho é que o Marcelo no momento que faz sua revelação transforma as pessoas em privilegiadas em seu relacionamento, fazendo parte de um grupo seleto e fiel. Se é consciente eu não sei, mas que está funcionando no grupo não há dúvida. Todos aqueles a quem Marcelo contou seu segredo transformaram-se em aliados potenciais.
As palavras do Rafinha, me parecem, só vieram ao encontro daquilo que já devia estar passando na cabeça da Gyselle, ou seja, que tipo de jogo o Marcelo estaria fazendo e que papel ela teria. Rafinha já havia conversado com Gyselle, bem antes dela ganhar a prova do Anjo, sobre a falsidade nas relações dentro da casa. Mas, eu acredito, o que fez Gyselle se posicionar mais próxima do Rafinha foi ele ter, de uma certa maneira, a repreendido por ela estar se jogando para cima dos homens, alertando-a que isso podia prejudicar sua imagem... Eu não gosto de ver você se jogando em cima de todo mundo... Marcelo, apesar de viver rodeando Gyselle, nunca teve com ela uma conversa onde o questionamento de suas atitudes demonstrasse um real interesse nela como pessoa. Talvez resida aí o fio do novelo dessa história envolvendo Gyselle, Rafinha, Marcelo e o Colar do Anjo.
Gyselle, Rafinha e Marcos, as grandes promessas do "BBB8"
Essa noite tivemos uma festa excelente num "BBB" que promete ser muito, mas muito bom. Sem bem e sem mal, mas com egos imensos que vão se digladiar para ganhar o prêmio e a atenção do público. Gyselle reinou absoluta na festa, a câmera não conseguia deixar de segui-la e nós também ficávamos atentos ao menor movimento da piauiense que dançou, brincou, se divertiu e encantou. Gyselle é a mulher mais sensual da casa, brejeira, ela alia uma coisa de menina à bagagem de mulher experiente que já viveu muita situações difíceis na vida. Gyselle promete ser uma das pessoas mais interessantes do "BBB8" e, aos poucos, ganha o coração do público. O meu já começa a se comprometer. Gyselle e Marcos fizeram a alegria da festa. Marcos é outro jogador interessantíssimo, alegre, engraçado, dinâmico, animado. Marcos faz falta e não é apenas na cozinha, ele é a locomotiva da casa.
O primeiro ponto alto da festa foi Marcelo finalmente abrir o jogo para Gyselle sobre sua sexualidade. Gyselle entendeu, mas não aliviou o fato dela ter sido uma das últimas pessoas a saber. Marcelo faz um jogo perigoso, de domínio da casa e de seus jogadores. O jogo de Marcelo parece ser manipular meio mundo, começando com esse papo muito marromeno sobre ele ser gay. Talvez, quando ele disse que não era hora ainda de fazer sua revelação, isso se referia ao fato de que ele queria primeiro ter as pessoas nas mãos, e uma dessas pessoas é a Gyselle. Começo a acreditar na história de que a intenção do mineiro é protagonizar a história do gay apaixonado por uma bela mulher. Mas, Marcelo mostra-se um belo canastrão na construção de seu personagem.
O segundo ponto alto foram as posturas firmes de Rafinha, que não fugiu do pau, que parece não pretender se esconder, o que é um presente para quem assiste ao "BBB8". Tem muita gente querendo ficar na encolha, uma delas é o Rafael, outra a Natália, mais a Miss e a Juliana e teremos um lote que, se formos depender deles, o "BBB8" vira uma grande colônia de férias. Rafinha se indispôs com Marcelo porque ele veio conversar com o músico para que ele tratasse bem da Gyselle, que ele, segundo Marcelo, ele havia adotado. Uma atitude meio empata o jogo da menina e Rafinha percebeu e não deixou barato e nem se fez de morto. Conversou com Gyselle e tirou-lhe a inocência com relação à amizade do Marcelo por ela... Ele não pode ter essa amizade toda por você, nós só nos conhecemos há quatro dias... Eu tenho medo de que um champion esteja se criando em suas costas... Bingo!
Outro ponto alto da festa foi a bronca muito bem dada pela Thalita na Natália e na Bianca. Thalita é crua, mas necessária. É aquele tipo de pessoa que tira a ilusão dos falsos momentos cor de rosa. Natália chorava copiosamente na varanda porque teria que votar em alguém para enfrentar o Paredão hoje a noite. Na verdade, o jogo da Natália é se esconder, começando com seu namoro com Fernando, o novo Justin do "Big Brother". A angústia de Natália é que hoje ela terá que mostrar a cara e começar a comprar suas desavenças na casa e isso é tudo o que Natália não quer. Thalita foi muito clara com ela... Eu não consigo acreditar que vocês esteja chorando por isso, ou então, você está fazendo tipo... Isso aqui é um jogo, você sabia disso quando veio pra cá... Não sofra pelos outros que ninguém vai sofrer por você... E por aí seguiu Thalita sem frescura, salvando o "BBB", impedindo que esse povo pose de politicamente correto para não se indispor com o público.
Juliana é outra que está se escondendo por trás da fachada da politicamente correta da casa. Ele sempre tem uma frase pronta para sair das situações pela tangente, para não se comprometer. Sua indecisão entre Rafael e Alexandre pode se tornar uma situação patética no jogo e muito queimadora de filme. Mais um pouquinho e ela passa do tom do não gosta da moita, mas não a libera para ninguém. Juliana precisa ficar atenta se não será jantada pelo público e pelos demais jogadores. Sou muito mais o Alexandre do que o insosso Rafael, ele e Juliana juntos seriam mais um casal sem sal e sem graça no "BBB8". Rafael não quer se expor, disse para Thalita que não está jogando, que não sabe o que está fazendo no "BBB"... Bem, se não sabe é melhor vazar de vez e deixar lugar para quem sabe exatamente onde está e o que pretende nesse jogo.
Eu não sei como Gyselle se movimentará nessa amizade “imensa” que o Marcelo sente por ela. Marcelo quer buscar para si o papel de mártir do programa, ele sabe todo o beabá do jogo. Tem todo o cabedal que ele acha necessário, santo na cabeceira, fala mansa, capacidade de envolver os demais jogadores em sua conversa e, agora, conseguiu ser o centro de uma disputa e uma polêmica. Na madrugada, já começa a costurar uma animosidade da casa contra o Rafinha. Tenta se colocar como alvo que irá apenas se defender. Diz que não quer briga, mas isso o Rafinha também não quer. Marcelo só esqueceu-se de um detalhe importante, mais do que o povo da casa ele tem que convencer o público que o assiste.
O problema é que o músico mostrou-se tão, ou mais, inteligente do que o psiquiatra. Sacou de cara que existe algo estranho nas atitudes do Marcelo. Enfim Gyselle está no meio do fogo cruzado, resta saber se ela vai dançar junto com a música ou se vai dançar no jogo para dar espaço ao Marcelo. Rafinha e Gyselle prometem um belo jogo no "BBB8". O jogo do "BBB8" enterra de vez a sétima edição. Desde os relacionamentos amorosos até às extravagantes noitadas picantes do "BBB7". A oitava edição já cria sua própria dinâmica e aplaca as saudades de qualquer outro personagem que tenha passado pela casa.