BBB - DE CARA PRA LUA, de Olho no BBB9

Fica Nathália!

Votando muito! É possível derrotar a Gyselle. Para o  Marcos foi apenas 54% dos votos. Vamos tirar essa diferença e colocar Nathália na final!

 

 

Para eliminar Gyselle...




Posted by Susan

Aviso aos navegantes

À espera do paredão

 

Eu acho que torcidas, vibração, paixão pelo BBB e seus personagens são tudo de bom nesse jogo que apaixonam tantos, especialmente na net. Se eu não gostasse dessa confusão eu não teria um blog e não manteria este espaço. Se o mantenho é porque eu sou tão apaixonada pelo jogo, pela análise do dia a dia dos jogadores quanto vocês. Mas, para tudo existe um limite do razoável e este limite está sendo ultrapassado.

Ontem isso aqui estava um inferno, mas enquanto as ofensas e comentários que extrapolam o jogo são dirigidos a mim, eu vou toureando como posso. Mas, assim como não gostei que outros blogs insinuassem que eu estaria vendida a Globo por conta das análises que eu tenho feito aqui no DCPL eu não vou permitir que usem o nosso espaço para se falar, ofender ou divulgar a vida pessoal de outros blogueiros. Vocês esgotaram toda a cota de paciência e tolerância. Eu nunca vi tamanha virulência numa torcida nesses oito anos que acompanho o BBB e nem nos quatro em que eu administro o DCPL.

Portanto, aviso aos navegantes, quem falar, criticar, mencionar e, principalmente, denegrir, divulgar fatos da vida pessoal de outros blogueiros, leitores ou profissionais de mídia que fazem o BBB ou qualquer outro veículo de divulgação, eu vou divulgar amplamente o IP para pesquisa e toda e qualquer informação que eu consiga sobre o autor do comentário. Não estou aqui para manter um espaço de discussão e ele transformar-se, por conta de falhas de caráter de uns e outros, numa praça de guerra e central de importunação da vida alheia. Eu quero paz, respeito pelas opiniões divergentes, respeito pelos leitores, por outros espaços, por mim e pelos profissionais de mídia que fazem do BBB um programa de entretenimento para todos. Aviso dado!




Posted by Susan

A gente bem que tenta...

 

Marcos é o tipo de participante que a gente tenta levantar a bola e ele faz uma bobagem. Foi só elogiar que ele pega aquela capa ridícula de Supertravessos e sai pela casa fazendo bobagens. Em que manual de BBB o Marcos leu que um cara bobo e chato faria sucesso no Big Brother? Talvez se ele fosse estourado e não levasse desaforos para casa, como declarou sua namorada numa entrevista á mídia, ele se tornasse bem mais interessante. Ele até que foi um participante que se integrou com todos na casa. Se existiu alguém nesse BBB que era quase unanimidade entre seus parceiros, esse cara era o Marcos. Mas, assim como o mau humor de Gyselle foi creditado injustamente a Marcelo, a chatice de Marcos também foi injustamente associada à Thati Bione. Mas, Thatiana foi eliminada e a capa do Supertravessos continua desfilando pela casa. A gente bem que tenta dar um desconto, aliviar a cara do sujeito porque foi dura demais com ele, mas se ele não ajuda, fazer o que?

 

CHAT NO UOL - TERÇA-FEIRA, dia 25 de março, às 20 horas

 

Galera, estarei no UOL, participando do Bate Papo UOL, respondendo às perguntas dos internautas sobre o BBB8. Ele será na terça-feira, dia 25 de março, às 20 horas. Conto com a presença de todos vocês!

 

 

Agradecimento

Íris Stefanelli, muito obrigada pelo carinho com que você me citou em seu Blog. Beijos, linda!

 




Posted by Susan

Jogando e aprendendo a jogar

 

 

Hoje é noite de eliminação num paredão que, ao que  tudo indica, será mais apertado do que se supunha. Se ele acontecesse há duas ou três semanas atrás Marcos seria literalmente trucidado pela diferença percentual para colocá-lo fora do jogo. O paredão que eliminou Thatiana já surpreendeu. Pelo grau de rejeição da Thati o esperado seria um percentual perto ou maior do que 80%, mas não foi isso o que aconteceu.

Hoje a certeza pela eliminação do Marcos já não é tão grande e fico imaginando quantas surpresas nós teríamos se fosse um paredão normal, com dois dias de votação e sem estar espremido no meio de um feriado. Enfim, o certo é que Gyselle a cada paredão enfrenta uma dificuldade maior para se manter no jogo. Se lutando contra jogadores com pouca torcida, como o caso do Marcos, e com muita rejeição, como o caso da Thatiana, a vitória não foi espetacular, eu imagino a luta que será para derrotar Rafinha na final, ou mesmo a Nathália numa parcial.

O que aconteceu nessas três semanas? Algumas pessoas dizem que foi a manipulação da Globo, que vem mostrando Gyselle em momentos não muito felizes dentro da casa. Manipulação ou o que realmente está acontecendo no jogo? Nem foi citar a culpa que jogam nos blogs como o DCPL, pois nós ainda somos umas gotas d´água nesse vasto oceano do público que assiste ao BBB. Lógico que fazemos a nossa parte e somos parte importante nesse processo, mas não somos determinantes. Mas, voltando ao que aconteceu ultimamente... Eu acho que a rejeição à Gyselle cresceu de maneira assustadora e credito à saída de Marcelo a grande responsável por essa rejeição.

Gyselle sempre foi uma incógnita, como disse Bial, uma esfinge. Sempre calada, distante, reservada, Gyselle passava a impressão de que seus colegas de confinamento a rejeitaram a priori. eu também interpretei dessa maneira, talvez pela dificuldade de se mostrar apresentada pelo grupo, muitos de nossos sentimentos tenham sido cristalizados nas atitudes de Gyssele. Marcelo é que foi resgatá-la, fez amizade com a piauiense, trouxe-a para perto de si. E Gyselle veio de livre e espontânea vontade. Naquela época, especulava-se num romance entre os dois, o que foi abortado pela declaração do Marcelo de que ele era homossexual. Marcelo não saiu em busca da Gys por dó ou piedade, foi porque ela era uma mulher bonita e porque fazer uma amizade com essa pessoa distante era garantia de parceria no jogo. E eles foram parceiros por boa parte de sua trajetória na casa.

Desde então, Marcelo foi acusado de ser o responsável pelo isolamento da Gyselle, pelo seu mau humor, por sua cara triste e fechada. Todas as mazelas da Gys eram creditadas nas costas do Marcelo e ela era inocentada como vítima do algoz. Mas, se pensarmos bem, antes do Marcelo ficar tão íntimo da Gyselle ele era uma pessoa que se relacionava com todos na casa. Ele era o cara das conversas intermináveis, dos bate papos na jacuzzi, no futton ou nos quartos. Marcelo era o protagonista das rodinhas que se formavam para brincar e conversar. Depois que se aliou à Gys, foi que ele passou a ficar trancado pelos quartos, isolado pelos cantos. Tática de jogo de Marcelo? Sim, claro que sim. Mas, tática essa que mostrou ser muito mais prejudicial á ele do que á sua parceira de jogo.

Marcelo era o porta voz, o anteparo que protegia Gyselle de realmente mostrar-se ao público. Marcelo, ancorado nesta tática, passa a travar um embate com todos na casa, que, diga-se de passagem, foram um prato cheio para seu alvo de crítica. O grupo era mesmo covarde em seu medo de mostrar-se por inteiro ao público que os assistia. Marcelo foi o porta voz também de nossa insatisfação com eles e começou a crescer no jogo. Mas, perdeu-se, pois perdeu a mão, exagerou na dose e saiu com fama de brigão e inconseqüente.

No paredão em que Marcelo foi eliminado, a torcida da Gyselle respirava aliviada, pois a saída de seu parceiro de jogo seria a libertação e revelação ao público da verdadeira Gys que o Marcelo sufocava. Mas, qual foi a grande revelação da Gyselle nessas duas últimas semanas? Que, longe de Marcelo ser seu algoz, ele era quem a protegia dela mesma. Gyselle quando se revelou sozinha e por inteiro mostrou-se uma pessoa fria, rancorosa e sem educação. Seu mau humor aumentou, seu isolamento cresceu, sua má vontade com seus colegas de confinamento multiplicou. A maior adversária de Gyselle no jogo é ela mesma. Ela está perdendo público por suas próprias atitudes.

Se a Globo diz, e mostra, que ela não lava a cabeça há oito dias, essa é a mais pura verdade. Se ela sorri uma vez e dá dez patadas em seus colegas, nada mais justo que essa Gyselle intolerante seja mostrada ao público que não tem PPV. Nessas duas semanas depois da saída do Marcelo não existe nada mais para ser mostrado sobre Gyselle que não seja esse mau humor constante. Essa tem sido a tônica dela na casa, os poucos momentos de conversa, ou dança, são minoria diante de suas atitudes que repelem o outro, que os afastam.

E essa história de manipulação é velha de guerra. Eu sempre disse aqui que já tinha cansado dessa discussão já que quando as edições da Globo são favoráveis àqueles que nós gostamos, todo mundo fica de bico calado. Nunca vi uma torcida reclamar de algum jogador ser colocado nas alturas sem merecimento pelas edições se ele for seu preferido. Foram essas mesmas edições que apresentavam o passeio da cajuína, suas danças, seu olhar profundo e seu distanciamento das confusões, coisas que destacaram Gyselle no jogo. Mas, olhares, passeios e distanciamento depois de três meses não é mais assunto. E o que ficou foi o aborrecimento, a falta de cabelos lavados, o pé sujo, o mau humor e muito sono. Se ela fez outra coisa diferente disso, que tenha sido o determinante de suas atitudes na casa que d se apresente o que ela fez.

Tudo bem que ninguém fez grande coisa, o que foi exaustivamente discutido por nós. Mas o que se diz é que ela é a grande protagonista dessa edição e que tudo que se fala sobre ela é complô, mentira e armação para derrubá-la. Mas, será que, se Gyselle fosse diferente, mais simpática, atuante, generosa e amiga, ter-se-ia tantas coisas negativas para mostrar sobre ela? A falta de interagir num grupo que ainda está vivo pode ser uma tática, mas quando chegou a tão esperada hora dela atuar, Gyselle jogou contra ela própria. Na verdade, Gyselle derruba a si mesma.




Posted by Susan

A hora de se desarmar

Solidariedade

 

Conforto

 

Emoção

Na final do BBB3, quando só tinham quatro pessoas na casa, Massumi olhou para o Dhomini e falou – Cara, o jogo acabou – É isso aí. Existe um momento no jogo em que se estabelece um limite, cessam as divergências, igualam-se as proximidades. No BBB7, não foi diferente e mesmo cercado por suas maiores adversárias, Alemão abriu o peito para o conhecimento, as conversas, o aparar das arestas buscando uma relação franca e cordial com as meninas. Se não der para ser amigo, pelo menos dá para ser civilizado.

Existe um momento do jogo onde o peso dos três meses de convivência fazem diferença na relação entre eles. É possível sim fazer amigos no Big Brother Brasil, é possível apaixonar-se, basta estar de coração aberto para sentir emoções e para se envolver com seus pares. O Big Brother 8 não se difere em nada das demais edições. Rafinha, Marcos e Nathália são amigos forjados em três meses de forçada convivência, sentimento trabalhado na carência, na distância da família, dos amigos, filhos, namorados. Três meses no BBB equivalem a pelo menos um ano aqui do lado de fora. O que justifica você amadurecer uma relação e construir amizades.

Estou feliz porque o BBB volta a me emocionar. Foi bonito assistir aos três no jardim, abraçados, chorando juntos, dividindo sua alegria, sua emoção e o carinho que sentem uns pelos outros. Assim como nós aqui fora aprendemos a amá-los, eles também acabam se entregando às únicas pessoas que estão ao seu alcance.

Impossível imaginar alguém tão duro, tão frio e distante, tão pouco preparado para a vida que não tenha a capacidade, não de perdoar, mas de se desarmar para o mundo e para pessoas que bem ou mal dividiram uma parcela importante de seu dia a dia durante tanto tempo. Se eles estivessem aqui fora, Gyselle, Marcos, Rafinha e Nathália teriam um ano de convivência e muitas histórias para contar.

A história de Gyselle é história de isolamento, solidão e amargura. Não escapou ninguém dos sentimentos negativos de Gys, nem mesmo Rafinha que ela pareceu um dia ser próxima e que tenta estabelecer com ela um entendimento. Nem mesmo ele escapou de sua vontade de rejeitar, rejeitar e rejeitar. Quem ganha o paredão desta noite? Ainda não sabemos, mas o importante é que Marcos, Nathália e Rafinha já são vencedores, pois souberam chegar à final preservando no olhar a capacidade de sorrir e no coração a capacidade de sentir e chorar entre amigos. Chega de rixa, de amargura, de ressentimento, de sentimentos negativos. O BBB8 está chegando ao seu final.

 




Posted by Susan

Nathália é a nova líder

Liderança justa e inquestionável...

 

No paredão...

Gyselle, indicada pela Líder...

 

Marcos, escolhido por Gyselle...

 




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Qual a dupla que você escolhe para o paradão?

 

O Roqueiro...

 

A Lourinha...

 

O Gargalhada...

 

A Charada...




Posted by Susan

Momento de Decisão

No início da prova da mãos congeladas

 

Um pouco mais de uma hora depois...

 

Pela manhã...

 

 

Marcos não mexeu simplesmente com os dedos, ele mexeu com as mãos livremente pelo capô do carro. Fez movimentos de limpador de parabrisas, alisou o capô da direita para a esquerda, de cima para baixo. O que a direção do programa vai entender sobre o resultado da prova é problema deles. O nosso problema é brigar por aquilo que muitos viram e reclamaram aqui no blog. Gyselle e Rafinha desistiram e foram dormir, ponto, eles fecharam o próprio pacote. Nathália ficou até o final. Esta é a situação quer alguns queiram ou não, quer alguns gostem ou não.

Por direito a liderança é de Nathália. Esta prova vale mais do que uma liderança, vale grana e um lugar na final. Se a produção dormiu no ponto, Nathália não pode ser penalizada. As pessoas que estão preocupadas com a minha posição podem ter certeza que eu não tenho preço. Não sou uma mulher cara e nem barata, não vim ao mundo com etiqueta pendurada no pescoço para ser vendida na esquina, seja na Daslu ou Daspu. E só estão preocupados comigo, porque, para manter um blog como o DCPL é preciso paixão, competência e coragem. Não escolho o caminho mais fácil. Seria fácil defender o jogo de Rafinha ou Gyselle para cativar um público já ganho na net. Mas, não farei isso, pois não é o que eu acho do jogo. Isso sim é que é se vender barato, se vender para as torcidas.

Não adianta me pressionar, jogo é jogo! Eu só mudo minha opinião com fatos embasados, o espaço está aberto para uma discussão sadia. Mas ofensas, mentiras, palavrões, puro desejo e vontade de torcida e blogs não funcionarão aqui. Não me intrometo na opinião alheia e quero respeito, fui elogiada e gostei do elogio, que venham outros, pois isso é fruto de muito trabalho. Eu não tenho culpa se o sucesso do De Cara Pra Lua está incomodando. Ninguém me ganha no grito! Beijinhos, beijinhos... Tchau, tchau!

 




Posted by Susan

Sacanagem!

 

Sacanagem... Mais uma vez Marcos leva a prova na esperteza, no jeitinho e desta vez ele ganha. Nathália foi guerreira, aliás, ela e Gyselle foram as únicas que pouco se mexeram durante a prova. Se podia se mexer, isso deveria ter sido explicado a todos e não deixar que um esperto tirasse proveito da situação. As últimas palavras do Bial foram – Congela – Ele não disse, pode mexer as mãos, só não pode tirar de cima do capô. Pouco importa a interpretação do que está escrito no Site Oficial do BBB, o que interessa é o que eles, participantes, entenderam e como se comportaram.

Eles entenderam da maneira que nós entendemos, eles escutaram claro como o dia a palavra “Congela” saída da boca do Bial. E as meninas congelaram. Marcos batucou, mexeu os dedos, deslizou as mãos por sobre o capô do carro saindo da marcação estabelecida, virou a mão lateralmente para apoiar o cotovelo. Enquanto isso, Nathália, mal se mexia. É justo isso? O justo, então, é que todos soubessem que podiam fazer alongamento com os dedos, talvez, quem sabe, Rafinha estivesse na prova até agora. A produção custou a tomar uma atitude e, deu no que deu, Nathália não resistiu e entregou os pontos.

O resultado dessa prova tira mais um pouco do brilho dessa oitava edição do Big Brother Brasil, parece que os merecedores desse BBB8 são os que se escondem, os que trapaceiam, os que não têm garra para ganhar de cara limpa. Decepção total. Nathália lutou o quanto pode, foi guerreira, não desistiu no meio do caminho, trouxe emoção para essa última semana de um programa que falhou em nos emocionar. Chorou ao entregar os pontos, um choro incontido e sentido. Infelizmente teremos na final um Marcos bobão, fraco, covarde e, como sua trajetória mostrou ao fazer um casal que nem ele mesmo acredita, e esta prova referendou, um oportunista. Que pena!




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E a prova continua...

Já gritamos para acordar a produção, já apelamos para a mãe do Bial ... Mão espalmada para mim é mão espalmada, aberta e lindinha em cima do capô do carro, não é descascando decalque, tamborilando os dedos... Enfim... Vamos ver como acaba essa prova... Ela vale mais que a liderança, vale um terceiro lugar na programa, ou seja, 50 mil reais e um carro valendo em torno de mais 50 mil... A prova vale aproximadamente 100 mil reais.. Êta grana boa!

 

 




Posted by Susan

Prova para sambista

Marcos batuca um samba no capô do carrão que ele quer levar para casa.... E não é eliminado! Mãe do Bial, acorda ele!

 




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Marcos mexeu as mãos diversas vezes

Acorda produção! Elimina o cara!

 

 




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A prova continua com todos ainda lutando

 




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A prova hoje é de resistência

Quem aguentará o tranco?

 




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Hoje é noite de prova do Líder

 

 

 




Posted by Susan

Eu não pedi para ser ajudada

 

Eu já nem ia mais falar na Gyselle, mas como muito tem sido cobrado de mim a respeito da mudança de meu olhar sobre o jogo da piauiense e muito tem sido dito a respeito da injustiça que está sendo feita com ela, achei que era importante trazer uma discussão que foi travada nos Halos hoje pela manhã para um post de primeira página.

Quando o jogo do BBB8 começou a gente não conhecia ninguém, mas depois da segunda semana já começávamos a desconfiar de que o grupo fugiria dos embates como o diabo foge da cruz. Nesse contexto, onde foi instaurado um clima de amizade acima de qualquer contratempo em tão pouco tempo, a postura da Gyselle contrastava e despontava como algo a ser observado. Mas, o jogo BBB dura três meses e durante esse tempo os participantes vão se revelando ao público.

O ponto central da defesa da Gyselle se basea na questão da exclusão pelo grupo por um possível preconceito da galera. É nisso que tanto se bate para justificar suas atitudes no jogo. A exclusão vitimiza o jogador e ganha a simpatia do público. Mas, olhando para trás, será que Gyselle foi realmente excluída ou ela excluiu o grupo? Essa é a pergunta que não quer calar. Esta semana a edição diária mostrou Gyselle logo no início do jogo, sentada na sala absolutamente só. Não tinha ninguém por perto, ela não lia um livrou ou descansava, estava apenas lá, sentada. Felipe passou e a chamou para ficar com eles lá fora. Gyselle disse, não. Eu fiquei imaginando que tipo de pessoa chega num jogo de convivência, onde existe um grupo para interagir, e senta-se na sala sozinha, olhando para o nada.

Naquela primeira semana ninguém ainda se conhecia. Se ela estivesse lá fora perto da galera, mas quieta e calada, observando, ainda entendo, mas sozinha na sala? Uma mulher que participou de um outro reality, na França, onde a integração era crucial, onde seu objetivo era convencer um cara de que estava a fim dele. Veja bem, não falo isso por preconceito, eu sinceramente não acho que ela fez programa na Europa, também não acho que ela seja santa, acredito que ela seja apenas alguém tentado se dar bem na vida.

Mas, quando eu falo no reality francês eu quero dizer que uma pessoa para participar de um programa como o que ela participou na França tem que ter uma auto estima muito grande para se sentir capaz de seduzir o outro em tão pouco tempo. E ter conseguido, Gyselle foi vitoriosa em sua intenção de fazer um francês apaixonar-se por ela e colocar em risco um casamento. Também não acho que ela deva ser crucificada por isso, se o casal participou o fez de livre e espontânea vontade e deve arcar com o peso de sua decisão.

Mas, uma mulher enfrentar um desafio desse tamanho ela tem que acreditar muito em seu taco. Fala-se também que a exclusão da Gyselle foi devido a preconceito do grupo. Será? Talvez, mas preconceito maior do que o que ela deve ter sentido na França eu não acredito que seja possível acontecer maior no Brasil pelo simples fato dela ser nordestina. E Gyselle foi, viu e venceu. Eu não consigo encaixar alguém com tamanha força de vontade, e personalidade, se deixar ser excluída passivamente por um grupo tão imaturo. Nesse sentido é mais fácil que Gyselle tenha se achado superior, pelo que alcançou em sua trajetória e ter excluído o grupo.

Claro que isso eu consigo enxergar hoje, depois das atitudes que ela tomou seguidamente no jogo. A primeira atitude fria de descarte da Gyselle foi com Thalita. Eu até acho que de todos que passaram pela casa, a Thalita foi a pessoa, além do Marcelo, que conseguiu chegar mais próxima da Gys. Mas, Gys foi ao Salgueiro na semana em que a combinação de votos corria solta. Mesmo os mais ferrenhos defensores dela, sabem que ela voltou mudada e que a partir daquela data, referendou com seu afastamento, a debandada geral no grupo das meninas. Na época, por nunca ter acontecido antes e por Thalita ser mesmo uma pessoa que cobrava demais, o passa fora que Gyselle deu nela ficou nas costas da Thalita. Mas, somando-se às atitudes da Gyselle mais tarde, a gente percebe o quanto de ingratidão teve naquela frase – Thalita, eu não pedi para ser ajudada – Realmente, ajuda a gente nem sempre a gente pede, mas pelo menos se reconhece. Mesmo quando somos nós a sermos ingratos, a gente sabe que o fez por absoluto egoísmo.

Depois, ela tomou uma atitude parecida com Nathália. Quando Nat foi falar com ela no dia em que voltou do paredão, oferecendo sua amizade num gesto de paz, Gyselle tratou o gesto da Nat com o maior desprezo – Por que você está falando isso comigo? – Ta legal, tudo bem, Nathália não era mesmo sua maior amiga. Mas, Gyselle tomou a mesma atitude pela terceira vez e o fez com Marcelo, que era no jogo seu amigo e parceiro... Deu às costas para ele, ou seja, virou às costas para um parceiro de jogo pela terceira vez e com frieza e tranqüilidade. Foi impossível deixar de parar e refletir - Quem é essa mulher? - Quem é essa pessoa que se esconde dessa maneira e quando se mostra, ela é capaz de passar por cima dos sentimentos dos outros com toda a frieza do mundo?

Eu não escondi de ninguém o quanto a atitude de Gyselle no paredão em que ela enfrentou Juliana ao lado do Marcelo deixou travado em minha garganta o grito de vitória pelos dois. Assim como a cena da Gyselle de mãos dadas com Ju não sai de minha cabeça. Na época, disseram que ela o fez por pura cortesia já que as duas estavam no paredão e esse era um gesto de praxe. Mas, e o beijo negado à Thatiana esta semana? Onde se encaixa? Eu mudei sim, pois naquele dia eu fiz um retrocesso e me dei conta de que aquele não era um ato isolado da Gys, tinha um precedente forte, era uma atitude de alguém que usa o outro enquanto ele lhe serve e o descarta quando é conveniente. E, descarta mesmo, com direito à grosseria, frieza e prepotência – Eu estou muito feliz, estou aliviada – Disse Gys á Marcelo com o nariz bem em pé, logo após seu rompimento.

Falam muito nas mensagens secretas dos olhos da cajuína, mas como eu já falei aqui pela manhã, é impossível analisar alguém pelo olhar. Assim como não se pode analisar pelo pé sujo ou por não tomar banho. No fim das contas, ficamos com um grupo pouco denso para escolher a quem dar um milhão de reais. Nathália é desbocada, frívola, vulgar e leviana, mas não se vendeu por gata quando na verdade era lebre. Dos quatro que estão na casa eu poderia escolher qualquer um, mas, sob minha ótica, Marcão deixa muito a desejar por ser uma pessoa sem sal, sem pimenta, sem tempero nenhum.

O jogo não está ganho por ninguém, apesar de Marcos ser carta fora do baralho. Nathália não tem muito tempo para reverter o jogo, mas está crescendo a cada dia. A disputa parece que será mesmo entre Rafinha e Gyselle. Mas, não existe jogo ganho. Hoje na enquête do UOL, que está no ar desde ontem, o placar diz que cerca de 100 mil pessoas votaram dando à Gyselle uma dianteira de 45%. Quarenta e cinco por cento de cem mil são de 45 mil votos. Se imaginarmos que isso representa 22,5 mil votos por dia e que essa quantidade de votos pode ser alcançada por apenas 100 pessoas clicando 220 vezes diariamente, a gente percebe que as enquêtes estão longe de nos indicar claramente quem é o favorito absoluto do público. Portanto, quem acredita em seu candidato, vote muito no paredão, pois enquête não ganha o jogo.




Posted by Susan

Gyselle e Rafinha, na corrida por um milhão de reais

 

 

 




Posted by Susan

Valei-me meu São Cristovão!

 

 

Esta é uma edição do BBB sem saudade, quem saiu não deixou em quem ficou sua marca a ponto de fazê-lo sofrer por sua ausência. Mas, muito mais do que isso, quem saiu da casa, com exceção do Marcelo, não deixou nenhuma lacuna no jogo. Como muito bem me disse a Nina (uma gauchinha amada por todos) – Susan, essa foi uma edição onde a gente vibrou pelo que saiu e não pelo que ficou – É verdade, Nina. Quando Alexandre deixou o programa, Juliana tocou em frente sem nem ao menos dar ao público uma pista de saudade. Da mesma maneira, Thalita era tão amiga de Bianca e Nat e ao ir embora ninguém sentiu sua falta. Até mesmo Fernando pouco significou na vida confinada de Nathália. Se formos pensar, um a um, não sobrará ninguém realmente querido pelos seus parceiros de jogo.

O que restou na casa depois de tantas despedidas? Apenas solidão. É nítido que eles não gostam uns dos outros, eles mal conversam, mal se olham. E conversar não é vibrar pelo bolo bem feito, dizer bom dia, ou perguntar as horas, conversar é trocar idéias e dividir conhecimentos, sentimentos e intimidade. Mais do que todos Gyselle levou isso ao pé da letra. De tal maneira que não existe uma trajetória dela no jogo. Para se reverenciar a Gys, vibra-se se ela sorri, se ela fala, chora, conversa ou responde. O que deveria ser complemento passa a ser o fio condutor da trama do BBB.

No esgotamento em que se encontram a essa altura do jogo, o que a gente percebe é uma imensa fragilidade emocional de todo grupo. Tudo o que não foi construído em três meses está deixando esse final de confinamento mais sofrido ainda. Na medida em que eles não estabeleceram nenhum laço afetivo, e com a casa mais vazia a cada semana, o silêncio faz barulho no isolamento de cada um. Mais uma vez eu afirmo, isso aconteceu porque esse grupo, de todas as edições do BBB, foi o que mais jogou para abocanhar um milhão de reais. Pois é... Valei-me meu São Cristóvão, que venha esse milhão... Dá-lhe Nat!




Posted by Susan

Mas que eu dei bobeira...

...Durango Kid quase me pegou...

Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca
Que eu fugi da briga
Que eu cai do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou
Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa
Mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou
Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Ginga pra dar e vender
Eu por mim queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo
Um grito menos nisso
É disso que eu preciso
Ou não é nada disso

Composição: Sérgio Sampaio




Posted by Susan

O resultado já esperado

 

Gyselle e Thati

Vocês duas e seus mistérios
Vocês duas e seus segredos
Cada uma com seu estilo. E olha, é difícil encontrar dois estilos mais diferentes.

Seu silêncio, seus gritos.
Sua placidez, sua inquietude.
Suas certezas, suas dúvidas.
Frieza, destempero.
Seu sono e sua vontade de dormir, sua pilha de não deixar ninguém dormir.

Uma oculta suas emoções, outra faz questão de as amplificar.
Uma é dançarina, outra é centro-avante.
Uma gosta de vinho frances, outra prefere bebidas energéticas.
Uma vem lá da periferia do nordeste, outra da capital federal.

Uma jogadora solitaria, uma jogadora em busca de parcerias.
Uma séria, como um Aiatolá. Parece guardar em si toda a raiva do mundo. Uma de sorriso fácil e lágrimas idem.
Uma sonha em voltar pra casa, outra não quer acordar.
Uma cajuína, uma espoleta.

Diante desse contraste, o público escolheu eliminar com 70% dos votos, você Thati.

Discurso do Bial

 




Posted by Susan

Thati é eliminada com 70% dos votos

E deixa na casa, Marcos e seu choro exagerado

 




Posted by Susan

Mamãe Vanoli vai embooooora...




Posted by Susan

Dando um tiro no pé

Será que hoje à noite, quando Thatiana sair com um alto percentual, Marcos se dará conta do tiro no pé que ele deu ao fazer este "casal" e entrar na pilha da Thati em fingir ser criança?


 




Posted by Susan

A importância dos indecisos e dos aliados

Num futuro embate entre Rafinha e Gyselle, para que lado cairão as torcidas da Nathália e do Marcos? Para o lado do Rafinha? Ou para o lado da Gyselle?

 

 




Posted by Susan

A Máquina da Verdade

Thatiana e Gyselle defendem sua permanência na casa

 

 




Posted by Susan

Sessão de Cinema no "BBB8"

Jorge Fernando visita a casa do Big Brother 8

 




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Avante torcidas!

 

Eu acho que vou pegar a macaca da Mamis emprestada. Para quem não conhece a história, o ano passado aqui no blog quando a discussão esquentava a galera pegava a macaca da Mamis e abria o verbo. A brincadeira começo com o velho ditado de que “eu hoje estou com a macaca”. Enfim, a macaca da Mamis viajou esse Brasil inteiro, passou uns tempos no Rio de Janeiro, foi à São Paulo, deu uns rolés lá pelas bandas de Porto Alegre. Ô macaca boa, como diria meu pai, desopilava o nosso fígado. O papo aqui está quente, mas isso faz parte, principalmente porque estamos chegando na reta final.

Nem existe nada que eu possa dizer que vá agradar à gregos e troianos. No início do jogo do BBB8 eu levei paulada de todos os lados porque olhava Gyselle com simpatia. Eu tive ameaças de motim, promessas de debandada em massa, acusações de eu estar vendida à Globo, críticas de que havia mudado, de que já tinha sido melhor, trocas de ofensas, farpas e toda sorte de vibrações que só consegue viver quem discute o BBB com o calor dos apaixonados. Mas, BBB é isso mesmo, paixão pura e cristalina. O BBB8 foi avançando, eu fui observando o jogo e me deparei com Marcelo e suas provocações em cima dos demais participantes. Numa casa em que todos dormiam de olhos abertos, achar alguém disposto a manter a turma acordada foi um verdadeiro deleite. Gostem dele ou não, concordem com ele ou não, mas Marcelo agitou o programa. Não concordo com essa história de vitimizar quem se debateu com ele, o BBB é jogo de gente grande e lugar de criança é debaixo da saia da mãe, portanto, entrou no jogo tem que estar preparado para jogar.

Mas, ao dar destaque ao Marcelo, foram mais críticas, assim como também fui criticada por olhar o jogo do Rafinha com mais generosidade ou, ainda, ao tentar ver em Nathália uma possibilidade, uma alternativa à dois jogadores que, em minha opinião, deixaram muito a desejar, ou seja, Gyselle e Rafinha. Mas, nem meu olhar condescendente para Nathália ficou distante das críticas ferrenhas, nem mesmo a pobre Nat que tem poucas chances de abocanhar esse um milhão. Na situação atual do DCPL ou eu me rendo aos encantos da cajuína ou, então, estarei sempre equivocada, terei lido melhor o jogo no passado, ou feito análises verdadeiras em outros tempos, e por aí segue o rosário de tentativas de diminuir o impacto do que eu escrevo.

Foi decretada a perfeição da Gyselle e ai daquele que se atreva a vê-la com outros olhos. Engraçado que toda defesa da Gyselle se baseia em alguma coisa que ninguém sabe se é verdade. Ou, será que mesmo o torcedor mais ferrenho da Gys coloca a mão no fogo de que seu silêncio é sinal de força interior e não de oportunismo? Ou que sua grosseria com os demais participantes é fruto de pura arrogância e não de tristeza por estar sendo excluída do grupo? O que está entalado na garganta da torcida da Gys é que eles cantaram e decantaram tanto que ela desabrocharia após a saída de Marcelo, que ela mostraria seu lado bacana, alegre, cativante e o que nós temos visto é uma mulher cada dia mais amargurada, amarga e indisposta com seus colegas de confinamento. Gyselle só sai desse estado se for para comer os chocolates da Thatiana ou para conversar com Débora Secco.

Eu desencantei de Gyselle. E daí? Qual é o grande problema? Não posso? É proibido? Só sabe analisar o BBB quem ama de paixão a cajuína nada cristalina? Eu sei que a disputa está entre Rafinha e Gyselle, mas não dá para negar o crescimento que Nathália vem tendo junto ao público. Nathália é tudo isso que vocês falaram, mas seu jogo, se prejudicou alguém, somente a prejudicou. Ela não puxou o tapete de ninguém. Apagou-se após a saída do Fernando e veio sobrevivendo num grupo de afinidades onde ela era a ponta da corda. Juliana, Alexandre, Marcão e Thatiana se protegeriam antes de proteger a gaúcha de Passo Fundo. Nat foi vendo um a um saindo do jogo e foi ocupando seu espaço na final. Enfrentou dois paredões, submeteu-se ao julgamento popular. Assim como Bianca e Felipe foram eliminados, ela poderia ter sido a jogadora mais fraco dos paredões triplos onde esteve presente. Mas, não foi. Nathália tem pouca rejeição, apesar de não ter um fã clube muito grande.

Nathália falou que gostava de apanhar na cama, disse que era mais gostoso transar sem camisinha, mas fez a ressalva de que a camisinha era necessária. Engraçado que muitas das pessoas que estão usando esse argumento, o de que Nat fez a apologia ao não uso da camisinha certamente transam com seus parceiros de anos sem nenhuma proteção, julgando que estão livres de um possível contágio de alguma doença sexualmente transmissível. Pois saibam que é cada dia maior o número de mulheres casadas, com casamentos de anos nas costas, infectadas com o vírus da AIDS por seus maridos pouco cuidadosos. Nathália falou uma bobagem, mas usar isso como argumento contra ela é muita falta de motivos. Tampouco importam sua preferências sexuais, é muita hipocrisia se mostrar chocado com tão pouco. O ano passado a minha questão com Fani passava longe de sua maneira liberal de se comportar, o problema é que Fani, ao se envolver com Alemão, se perdeu em disputa tola com Íris e colocou-se no caminho de sua torcida. Uma coisa racional? Claro que não, mas desde quando torcida de BBB é racional?

Ao contrário do que muitos dizem, esse está sendo o melhor ano de discussão no De Cara Pra Lua. Esse ano tivemos a oportunidade de sermos ricos em nossas discussões, sem visões maniqueístas de bem e mal, sem perda de foco de que os jogadores do BBB são pessoas absolutamente comuns e sem motivos de idealização. Ao contrário do que muitos dizem, essa edição do BBB nos proporcionou o direito de sermos contraditórios, de olharmos o jogo sob diversas facetas. É realmente uma pena que os jogadores não tenham nos fornecido um material mais rico para tecermos lindos tratados sobre suas personalidades, mas eu saio desse processo mais amadurecida. Sofrida já que nunca deixo de sofrer, mas, mais rica e mais sagaz para olhar o BBB, justamente por não ter preferidos e nem ter comprado qualidades onde elas não existiam. Não consegui isso sozinha, meu marido teve um papel fundamental nesse processo, aturando meu choro, aturando meus intermináveis papos sobre Big Brother e discutindo o jogo comigo, instigando meus neurônios, me ajudando com as fotos e dividindo sua infinita paciência e aguçada inteligência com essa que lhes escreve e que tem um prazer enorme e uma paixão muito grande em fazer este espaço. Mesmo que nem sempre eu escreva seja aquilo que vocês desejam ler, eu sei que fazemos uma troca importante aqui no blog. Mas, o jogo não ainda terminou, aliás, este jogo da oitava edição parece que só terminará aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo. Avante torcidas!

 




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Eu vim para incomodar

 

Provavelmente Thatiana Bione sai amanhã com uma expressiva diferença de votos entre ela e Gyselle. Existem coisas que não têm preço e ver a cara da Thatiana no dia da eliminação será uma delas. Mais ainda, ver as expressões de espanto de seus amigos Nathália e Marcos ao saberem que Thati, longe de agradar, desagradou demais a grande maioria do público que gosta do Big Brother Brasil. Se fora do jogo Thati se comporta exatamente como se comportou nele, ela deve ser uma pessoa insuportável, seria melhor para aqueles que curtem a Bione imaginar que ela fez um grande teatro dentro do BBB.

Thati é uma menina muito mimada, exagerada por natureza, ou por papel montado, Thatiana nunca se preocupou se estava invadindo o espaço alheio ou não. Abusou dos gritos, das cantorias e de nossa paciência. Não acho que ela gritava ou cantava para incomodar seus adversários propositalmente, na verdade, parece que ela acha muito bonito, legal e engraçado ser uma pessoa totalmente sem respeito pelos limites da boa convivência. Thati foi uma participante que chegou prometendo muito e que cumpriu quase nada. Vai embora amanhã acompanhando Juliana, Felipe, Bianca, Alexandre e toda a turma do jardim de infância que imperou nesta edição.

Alguém terá que levar este prêmio, mas quem? Rafinha ao mentir descaradamente sobre o fato de ter não tocado baixo no show do Paulo Ricardo no sábado deixou uma imensa pulga atrás da orelha da turma dos indecisos, pelo menos na minha ele deixou. A tranqüilidade como ele mentiu, a realidade com que ele passou aos amigos a impressão de que tinha efetivamente acompanhado a banda no baixo fez a gente pensar em quantas outras vezes ele já mentiu na casa com a mesma tranqüilidade e com o mesmo ar de veracidade. Eu fui uma que comecei e encerrei minha carreira de crítica musical ao achar que ele tinha mandado bem no dia do show. Realmente minha praia é outra e realmente Rafinha se mostrou mais falso do que nota de quinze reais e com um talento para a mentira que é louvável. 

Por outro lado Gyselle está mal humorada demais. Sua torcida dizia que Marcelo estragava a convivência da Gys com os outros participantes e o que nós vemos depois da eliminação do Doutor é uma pessoa com uma raiva contida que assusta. Tudo bem que Gyselle fique chateada por ter sido votada para o paredão, mas o que ela esperava nesse domingo? Ela tinha alguma ilusão de que Thati, Nat e Marcos votariam entre si? Os três estavam numa situação difícil. Imaginam que Gyselle seja uma forte concorrente, mas tinham que manter sua coerência no voto.

Realmente o mais inteligente seria Thatiana ter escolhido outra pessoa para votar além de Gyselle, mas isso não soaria como traição? O povo certamente a estaria detonando se ela fizesse isso. Enfim, se Gys acha a Thati tão insuportável que não quis nenhuma demonstração de carinho de sua colega de confinamento na hora da formação do paredão, porque ontem à tarde ela ficou de papo com ela e comendo seu chocolate amigavelmente no quarto cor de rosa? São esses pequenos detalhes de Gyselle que fazem com que a gente entenda cada vez menos o que vai em seu coração. A sombra do mau humor, da negação e do medo de se revelar cobre Gyselle com seu manto neste BBB8. Que mistérios tem Gyselle?

Talvez nesse mar de incoerência em que se transformou o jogo da oitava edição, Nathália tenha alguma chance de concorrer a esse prêmio, apesar de ser um pouco tarde para ela construir um caminho tão vitorioso, nunca é tarde demais para mudar o rumo dos ventos. O que eu vejo fora do jogo cruel que se desenrola na internet, onde vale tudo, é o aumento crescente daqueles que querem ver esse um milhão de reais nas mãos da Nat. A bela gaúcha de Passo Fundo contou, assim como os demais, suas pequenas mentiras; incoerências que aparecem na história se ela mora em São Paulo ou no interior do Rio Grande do Sul. Mas, de todo lote de falácias e deslavadas histórias para boi dormir contadas nesse BBB, as mentiras da Nat soam como brincadeira de criança.

Nathália nunca se vendeu pelo que ela não é, lambeu o chão dos líderes, paparicou os anjos, mas manteve sua verdade do início ao fim do jogo. Foi descarada e escrachada sem medo de ser feliz e ser julgada pelo público. Fez voz tatibitati, mas a temperou com uma apimentada pitada de sensualidade escancarada. Falou toda sorte de palavrões e hoje, olhando para trás, não correu da discussão que teve com Marcelo. Nathália não gostou de ouvir falar em subserviência, mas enfrentou essa verdade de maneira muito mais guerreira do que Gyselle enfrentou Marcelo quando ele fez alusão às sua vida na Europa – Marcelo, respeito – Foi pouco, a indignação da torcida foi bem maior do que a força da argumentação da Gyselle. Talvez Nat tenha pouco tempo para tirar esse um milhão de reais de mãos já tão manjadas como as de Rafinha e Gyselle. Mas, não custa nada tentar. Quem sabe a torcida da Nat acabe incomodando muito mais do que o previsto?

 




Posted by Susan

Thatiana e Gyselle se enfrentam no paredão

Tchau Thati!

 

 




Posted by Susan

No Big Brother nem tudo é falso e nem tudo é verdadeiro

 

Gyselle parecia trazer o mundo nos olhos e infindáveis histórias na alma. Eu esperava que um dia Gys desabrochasse no jogo e dissesse exatamente a que veio. Da mesma maneira Rafinha tinha um jeito moleque, brincalhão e meio desligado de candidato a músico. Marcelo entrou no jogo me desagradando com seu jeito confuso de lidar com sua confissão ao mundo sobre sua homossexualidade.

E, nesse meu observar do jogo eu vi desenhar-se a minha frente uma trama que envolvia decepção, traição e descobertas. Decepcionei-me primeiro com Rafinha, depois com Gyselle e descobri na loucura do Marcelo a coragem de buscar ser diferente, de se distinguir da rasa mentalidade mediana dos personagens do BBB8. Marcelo saiu do jogo, ficaram Gys e Rafinha numa pressão constante que martela em minha cabeça... Gyselle ou Rafinha? Rafinha ou Gyselle? Gyselle ou Rafinha? Rafinha ou Gyselle?

O que prende nossa atenção no jogo do BBB são as inúmeras relações humanas e seus desdobramentos, amizades que se formam, amores que afloram, ódios que se cultivam. O Big Brother é o jogo da vida, é um observatório do comportamento humano com todas as suas contradições. Cada pessoa é única e complexa e carrega em suas atitudes sentimentos bons e ruins que acabam refletindo sua vida passada e seus projetos futuros. A nossa expectativa diante do resultado de um grupo quando ele se forma é que ele espelhe o melhor, ou seja, a mais genuína tradução dos sentimentos que movem o nosso dia a dia.

Para que isso tudo ocorra é necessário ação, envolvimento, comprometimento. Sem isso as relações tornam-se vazias e sem riqueza ou deixam de existir. Este foi o ponto central da inércia do BBB8. Faltava verdade nas ações dos participantes. A falta de envolvimento é tamanha que eles dançam consigo mesmos diante dos espelhos. Assusta o isolamento que viveu cada participante dessa oitava edição. A atriz Débora Secco fez uma observação interessante hoje no Faustão, que o grupo que resta na casa se gosta muito menos do que eles pensam. Nunca foi tão claro numa edição o quanto de carência existiu nos laços que se formaram, muito mais do que afinidade ou verdadeiro afeto.

Alguns me cobram uma defesa da Gyselle pelo fato dela ser mulher. Questionam-me como posso abandoná-la já que as mulheres deveriam ser mais valorizadas em nossa sociedade. Eu não me sinto de maneira nenhuma representa como mulher na figura da Gyselle. E não acho que o BBB seja o palco ideal para se travar essa batalha. Essa luta e suas vitórias a gente conquista dia a dia em nosso local de trabalho, nas escolhas que fazemos dos parceiros para toda uma vida, no investimento em nossa própria valorização diária. Certamente num BBB eu jamais apostaria em dar um prêmio a uma mulher pela sua simples condição como tal.

Gyselle particularmente falhou em se mostrar um exemplo feminino que sustente alguma bandeira. Se muitos projetam em Gyselle uma possível remissão do fato de Íris Stefanelli não ter levado o prêmio o ano passado, o fazem de maneira equivocada. Porque uma edição encerra-se nela mesma, impossível viver um conflito que não foi gerado pelos próprios participantes. Isso é apenas um delírio de quem não consegue enxergar em Gyselle alguma qualidade real e palpável que a habilite a ser um participante que tenha mudado o rumo da história da casa onde habita. Gyselle falhou muito nesse aspecto. Sua simples imagem e sua sensualidade na dança é pouco, muito pouco.

Muito do que a gente vê no jogo é máscara, é o reflexo do espelho. Mas, nem tudo é tão falso assim. Acaba que as maneiras como eles lidam com as contradições e vivência no BBB é um espelho do que eles são aqui fora. Marcos certamente é uma pessoa que foge dos conflitos, que olharia para o lado para não sofrer. Thatiana deve viver em sua vida real essa fantasia de felicidade e alegria que oculta suas densas questões com a vida. O que ela não sabe é que quem não conhece o sofrimento não sabe o que é a alegria.

E assim é com cada um dentro da casa. Rafinha talvez busque mesmo aparar as arestas já que a experiência com seu pai mostrou que elas não podem ficar aparentes sob o risco da gente se machucar. Talvez ele lide com as tentações femininas da mesma maneira que fez no BBB, fugindo da responsabilidade que está embutida em aparentes brincadeiras inocentes.

E Gyselle provavelmente enfrenta o mundo numa capa fria de autoproteção que a deixa refratária e inerte diante dos problemas. Aquele que foge do embate dentro da casa vai se comportar aqui fora exatamente da mesma maneira. A facilidade com que ela descarta as pessoas faz parte de seu universo particular, que não se apega para tirar proveito sem sofrimento.

Nem tudo no Big Brother é falso, como nem tudo é verdadeiro. Mas isso ocorre com todos os jogadores e não apenas com alguns que por um acaso a gente não goste.




Posted by Susan

Marcelo no Domingão do Faustão

 

 

 




Posted by Susan

Gyselle ganha uma moto

 

 

 




Posted by Susan

Um pouco mais do show de Paulo Ricardo

 




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