BBB - DE CARA PRA LUA, de Olho no BBB9

Que Brasil é esse?

 

Na década de oitenta o Brasil viveu a retomada da democracia e do estado de direito. Foram anos conturbados, vividos nas intensas discussões nos Diretórios Acadêmicos, no sentimento de pertencer, de fazer parte de um plano de transformação da sociedade, de sentir-se útil e mola propulsora de uma verdadeira revolução.

Naqueles anos de descoberta de um país que podia ser livre, foram contadas muitas histórias de exilados políticos retornando a um Brasil que ansiava por liberdade e pedia justiça. Todo esse universo de ávidas discussões e relatos sobre tortura, exílio e sofrimento fizeram parte da juventude de milhares de pessoas, histórias contadas por aqueles que retornavam envelhecidos, sacrificados, mas ao mesmo tempo renovados na alegria de voltar a pertencer a algum lugar, a ter nome, sobrenome, família, referências.

Hoje eu assisti ao filme a Casa dos Espíritos, baseado num livro de Isabel Allende que conta a saga de uma família no Chile. O filme começa antes da Segunda Guerra Mundial e acaba no período após governo do Allende quando o país é dominado pelos militares, naquela infinidade de golpes que aconteceram nos países da América Latina, com o Brasil incluso no pacote. O filme é belíssimo, primoroso. De toda a trama que inclui amores, perdas, negação, a história do pai que revê já velho todos os seus conceitos sobre o mundo, o preconceito, a soberba e o orgulho é a que mais emociona. Pelo resgate que ele faz, pelo mergulho profundo em seus mais arraigados conceitos em nome do amor pela família.

O que isso tem a ver com o Big Brother Brasil? Talvez tudo, não? O BBB também pode nos trazer diversas histórias de resgates e descobertas, basta o participante querer. Não tão intensa quanto a do filme, pois vamos guardar as devidas proporções, existe um abismo enorme entre a sofrida saga da família em questão e o BBB. Mas propor-se a se expor dessa maneira deveria necessariamente levar a um auto conhecimento. O que espanta, no entanto, é a gente assistir a um grupo tão jovem quanto esse do BBB8 com tão pouco a oferecer. Quase todos já haviam viajado pelo mundo, mas não trouxeram dessas viagens nenhum crescimento aparente. Impressionante que quase todos viajaram e poucas histórias contaram de suas viagens, não foram apenas Gyselle e seus mistérios que povoaram a casa do Projac, nós pouco ficamos sabendo sobre o período que Marcos morou na Europa, por exemplo, as pessoas que conheceu, os lugares que gostou, o que aprendeu. A única que contou suas histórias foi a Thatiana, mas elas não passavam de confissões de adolescente.

Eu encaro as histórias que vivemos como uma oportunidade de aprendermos alguma coisa e acrescentarmos a nossa capacidade de compreender as pessoas e o mundo em que a gente vive. No filme A Casa dos Espíritos o que comove é justamente a capacidade que cada personagem teve em aprender com sua realidade. E isso não acontece apenas nos filmes de Hollywood. Eu poderia trazer um olhar saudosista e contrapor aquela juventude da década de oitenta, tão repleta de histórias para contar ao imenso vazio que nós sentimos nos participantes da oitava edição.

Mas, será que é tão simples assim? De onde vem essa falta de valores, de olhar crítico, esse isolamento do mundo que foi mostrado por esse grupo? De nossa sociedade que se tornou mais globalizada e mais distante da juventude questionadora e socialmente engajada do passado? Da Educação que está deixando a desejar ou cultura e informação, na verdade, sempre foram domínios de poucos? Ou faltou a orientação de pai e mãe? Que papel nós desempenhamos na educação de nossos filhos e nos sonhos que eles sonharão ao longo da vida? Num DCPL com duas leitoras grávidas, aproveitando o mote das novas vidas que chegam e da esperança que elas carregam de um mundo melhor, talvez fosse o momento de a gente tentar situar o vazio daqueles jovens que nós assistimos por três longos meses. Ou quem sabe, tudo isso seja apenas uma bobagem, talvez o BBB não seja o universo adequado a esse tipo de reflexão. Mas, na dúvida, não custa nada tentar, não é verdade?
 




Posted by Susan

Qual será o primeiro casal a se separar?

Gyselle e o Francês?

 

Rafinha e a Lu?

 

Alê e Ju?

 

Thati e Marcão?

 




Posted by Susan

Espelho, espelho meu....

Existe alguém mais Bela do que eu?

Enquete Terra

Para votar clique AQUI

 

 

 

 




Posted by Susan

Uma jóia para Nathália

A emoção não tem preço...

 




Posted by Susan

Fechou o pacote!

Cia da Comédia apresenta o BBB8

 

O BBB é um programa de entretenimento, isso todos nós sabemos. Mas, no calor da paixão muitas vezes acumulamos mais dor de cabeça do que gargalhadas. No entanto, tudo isso passou a ser parte desse show, torcidas exaltadas, completamente apaixonadas, terrivelmente passionais. O BBB8 foi muito mais rico e envolvente fora do jogo do que dentro dele. Na verdade, o jogo BBB foi jogado muito mais aqui fora, por nós, público. E, convenhamos, foi bonito da gente ver. A força da net chegou para ficar.

O programa final retratou bem os personagens que habitaram a casa este ano, casais sem liga, exageros sem respaldo na realidade, muita dissimulação, muito gato escondido com o rabo de fora. E, claro, também foi dado destaque ao Marcelo, que chorem ou não, fez o show. A casa ficou vazia sem a presença do Doctor. Não vou entrar no mérito do exagero do Marcelo no jogo, o que eu queria discutir é que o BBB vive de seus personagens, dos jargões que são criados por eles e que acabam caindo na boca do povo mais apaixonado pelo programa, aquele que volta todos os anos para participar do debate na net.

O Marcelo virou personagem, de tal maneira, que hoje está presente em charges, esquete de humor, na discussão do bar da esquina. Os seus “dois minutos para falar” viraram um bordão. Assim como o “Ninguém merece!” da Juliana Lopes, o “Como assim Bial?” da Leka, o “Menos, bem menos, quase nada” do Alan do BBB5. O BBB8 deixa como legado não apenas os “dois minutos” como também o “fechou o pacote”. Gostem ou não do Alexandre e do Marcos, mas o “fechou o pacote” diz tudo. É sucinto, coloca um final à discussão, fecha o discurso e a ação. Uma pena os meninos terem sido tão infantis e tão imaturos e, muitas vezes, tão chatos durante o programa. Eles poderiam ter virado um excelente personagem no BBB.

Para ser personagem não precisa levar um figurino como fez a Pink, basta ter carisma, deixar sua marca. Harry não ganhou o jogo, não angariou uma enxurrada de fãs, mas faz parte da galeria dos grandes personagens do BBB. Assim como André Gabeth, Marcelo Dourado e o próprio Dhomini e Sabrina. Sabrina é tão personagem que até hoje ela utiliza desse mote para fazer o Pânico na TV. Certamente Marcelo do BBB8 não tinha a intenção de virar uma caricatura, mas por sua atuação marcante, positiva para uns e negativa para outros, ele acabou garantido seu lugar nos nomes que jamais serão esquecidos na história do BBB. Eu nem ia falar, mas é irresistível. Assistindo às entrevistas que os participantes do BBB8 fizeram antes de entrar na casa, a Gyselle afirma que ela será ela mesma durante o jogo, pois ela já é um personagem. Achei engraçado, pois estou até hoje procurando onde ela se enquadra, mas ainda não consegui descobrir que personagem seria esse. Mas, de repente, essa leitura que ela faz de si deve ter contribuído para tanta falta de ação nesses três meses.

Enfim, o BBB é diversão. O jogo acabou e nós ainda viveremos algumas semanas do rescaldo da festa. O que é mais bacana nisso tudo é ter a capacidade de rir de nós mesmos e de nossa imensa paixão pelos participantes. Uma coisa que ficou muito legal aqui no DCPL é essa turma que continua aqui, independente de seus preferidos, buscando se divertir e tirar proveito dessa convivência diária por três longos meses. Assim como no jogo eles acabam travando laços de afinidades, e muitas vezes ficam de fato amigos na vida real, a gente aqui replica esse mesmo comportamento.

Em nosso Big Brother particular curtido tão intensamente durante o jogo, nós também estabelecemos elos que permanecerão, alguns por muito tempo, outros nem tanto, mas sempre tendo como norte de que estamos aqui para rir e se divertir independente se vestimos a camisa da Gys, do Marcelo, da Juliana, Nathália, Marcos ou Rafinha, ou até se não vestimos camisa nenhuma. A maior lição que talvez nós tenhamos aprendido é que a união não só faz a força mas como também pode trazer o sorriso e a gargalhada. Salve, Salve DCPL!




Posted by Susan

Brothers e Sisters, parte 2

Chat com Marcelo



Chat com Nathália

 




Posted by Susan

Brothers e Sisters em seus melhores momentos no Chat

Chat com Rafinha

 

Chat com Gyselle

 


 




Posted by Susan

A outra possível final

 

Nem tudo que aqui é escrito é uma questão de torcer, gostar ou defender determinado jogo ou jogador, muitas vezes é uma questão de justiça. O que eu escrevi ontem sobre o Rafinha foi isso, um entendimento dos porquês Rafinha acabou levando para casa um milhão de reais. Pois, gostando dele ou não, ele é o ganhador do BBB8 e essa vitória não foi construída do nada. Ela tem um motivo e uma história.

Mas, já que insistem, é impossível falar na vitória do Rafinha sem procurar entender o porquê sua oponente na final acabou perdendo o jogo. A diferença foi realmente muito pouca, 015% é quase nada para esse paredão final, mas é muito se pensarmos que Gyselle construiu uma trajetória que partiu de uma vitória contra Jacque por 87% e acaba perdendo para Rafinha na marca do pênalti. Os 87% tinha um elemento de rejeição à Jacqueline? Claro que sim, mas é um percentual nunca visto num primeiro paredão onde o público ainda não tem preferências claras para fazer seu julgamento e dar seu voto.

Nos 87% daquele paredão da Gyselle veio embutida a rejeição de sua oponente e todo o trabalho que Gyselle já havia deixado plantado aqui fora. Gyselle entra no BBB8 com apoio de blogs na net, com apoio de jornal em sua cidade e uma torcida já forjada no Blog da Produção, que é um detalhe já que Fernando, Thalita, Nathália também vinham de lá. Mas que no caso da Gyselle acabou sendo importante na soma dos apoios que ela já tinha mesmo antes dela entrar na casa.

Começa o jogo e o grupo se apresenta com uma enorme dificuldade de se mostrar, de se expor. Esse foi mais um ponto positivo para Gys já que ela também fez um jogo de esconde, esconde, mas diante da alta rejeição que o grupo foi construindo o fato de Gyselle não fazer parte da tropa foi altamente benéfico para se montar em torno dela a fantasia da Bela importunada por um monte de crianças enjoadas, com um blá, blá que não convencia, com uma retórica vazia de amizade a La acampamento de escoteiros. Nesse contexto o silêncio de Gyselle virou ouro, sua bela imagem explodiu na tela e foi depositária de nossas esperanças de que ali houvesse um conteúdo, uma força que fosse se contrapor a tanta mediocridade.

Essa história poderia ter se perpetuado até a final e Gyselle acabaria como a grande vencedora no papel da esfinge não decifrada e que havia engolido todos os seus desafiantes. Mas, Marcelo interrompe esse ciclo ao dar a cara para bater, chamando para si o jogo, desafiando os demais a se colocarem para fora. Marcelo acertou nesse jogo? Sim, até determinado momento, mas foi tomado pela vaidade e acabou perdendo a mão, criticou sem fazer suas devidas auto críticas, ofendeu além do contexto. Mas, seu papel foi importante para trazer à luz os jogos de Gyselle e Rafinha e a maneira como cada um deles lidou com as contradições do Doutor. Não vou bater mais nessa tecla, pois já falei nisso inúmeras vezes.

Onde eu quero chegar? Eu quero trazer à discussão o fato de que Gyselle construiu seu caminho para sua derrota ao julgar que não precisava fazer nada além de ser a esfinge misteriosa. Ela o fez por tática de jogo? Por problemas pessoais? Sinceramente eu não sei, e será pouco determinante, mas o que eu vi foi uma Gyselle muito falante, desenvolta e simpática no chat o que é um paradoxo à Gyselle reservada, tímida e acuada do jogo. Mais difícil do que lidar com seus pares e mostrar sua verdadeira personalidade é lidar com os holofotes da mídia. Na casa toda a ilusão é construída no sentido de fazê-los sentir-se em casa e com isso irem se soltando e se mostrando ao público em seu melhor. E esse “seu melhor” é importantíssimo para se ganhar o jogo. A Gyselle simpática e interativa do chat deveria ter sido a Gyselle a ser mostrada ao público que julga e dá a vitória.

Alguns dizem que as edições prejudicaram Gyselle, mas esquecem de observar que depois que Marcelo saiu do jogo, 90% do tempo da Gys foi gasto dormindo, comendo, ficando de mau humor e dando patadas nas pessoas. É verdade ou mentira Terta? Se, como afirmam aqui, a produção estava a fim de “queimar” Gyselle, ela forneceu farto e amplo material para isso. Por que mostrar 10% de conversa com Marcos e sorrisos para Rafinha? Só porque a torcida da Gyselle queria? É pouco para quem faz um programa de entretenimento na TV. Eu não acredito nessa história de que A ou B querem fazer C ou D o campeão. Televisão lida com lucros, o único interesse da direção e produção do BBB é garantir a audiência do programa e seus patrocinadores.

E essa audiência quem garante é quem faz o show. E quem faz show elimina toda e qualquer possibilidade de ser queimado por pressuposição. Dhomini não foi a figura mais querida no BBB3, diversas vezes o Bial pegou pesado com ele nos programas ao vivo, quem acompanhou a trajetória de Dhomini de perto sabe muito bem dessa história. Mas Dhomini insistiu, insistiu e insistiu em seu jogo para o público, ganhou simpatia e acabou ganhando a produção do BBB3 e Bial para mostrarem seu lado positivo. E aí não é manipulação, o papel da edição é favorecer o jogo para aumentar sua audiência. Outro que jogou divinamente para o público foi o Alemão. Gostem dele ou não, mas Alemão não deixou uma brecha para que seu jogo fosse queimado. Foi brilhante em todos os momentos, podemos achar o que quisermos dele depois do jogo, no BBB7 ele só foi superado por Íris. É o jogo para o público que conta e Gys não jogou para o grande público.

A derrota de Gyselle não são apenas seus 0,15% , nela está incluída também sua vitória apertada de apenas 4% em cima de Marcos e Nathália, que assim como Thati, Juliana, Alexandre, Bianca, Fernando e Felipe tinham o mesmo tipo de jogo dos “amigos para sempre” e até um determinado momento o mesmo grau de popularidade. A derrota da Gyselle está na crescente rejeição que ela construiu por sua recusa em se doar ao público. Eu não fui a única que rejeitou Gyselle, nas semanas antes do programa acabar o nome do Rafinha era o que estava na boca do povo. E não tem esse papo de várias torcidas contra uma, senão toda final de BBB seria com margem apertada de votos, o que não é verdade. Depois que o jogador sai, sua torcida até escolhe um ou outro, mas perde sua coesão.

Gyselle construiu essa rejeição ao deixar um monte de brechas para que seu lado negativo aparecesse. E sua derrota só não foi maior porque ela tem sim uma torcida combativa, fiel e guerreira. E não falo isso para puxar o saco de ninguém, pois já fui clara aqui também em dizer que essa mesma torcida contribuiu para a crescente rejeição à Gyssele. Não se canta vitória antes do tempo, não se tripudia em cima de seus oponentes, principalmente, antes da guerra ganha. Não se trata ninguém com desprezo, numa guerra, e o BBB é uma guerra, não se menospreza a força de nenhum aliado por menor que ele seja.

E a torcida da Gys fez tudo isso. Encastelou-se, achou que era a última bolacha do pacote. Errou tanto quanto a família da Gys que também cantou vitória antes do tempo, que pisou na cabeça de Marcelo, coisa que nem a mãe do Rafinha fez, pois, como parece ter aprendido com o episódio da Juliana, ela percebeu que essa era uma polêmica que quem tinha que resolver era seu filho lá dentro da casa e não ela aqui fora. Toda essa sucessão de erros em cima de uma vitória anunciada culminou no infeliz discurso do Senador conclamando as pessoas a votarem na Gys.

Ele é um louco? Desacreditado? Pode ser, mas ele fez nascer em muita gente o desejo de votar pela derrota da Gyselle como uma maneira de dizer não à políticos mal intencionados que fazem mau uso de um plenário que deveria ser utilizado para ser a voz do povo e não para ser cabo eleitoreiro de um projeto pessoal. Quando eu li sobre o tal discurso, eu pensei, acabaram de colocar uma pá de cal em cima de uma vitória que começou no início do jogo para ser com ampla margem de votos e com a alegria da torcida delirante. Como eu disse no chat, esse é o retrato de um Brasil que nos envergonha e fizeram o desfavor de misturar o nome de Gyselle com essa baixaria.




Posted by Susan

Muito além do jardim

E Rafinha ganhou o BBB8... O Bial o chamou de predestinado, interessante que ontem ao levantar as mãos para buscar energia um pouco antes de entrar no programa ao vivo, Rafinha encontrava-se no centro de um “x”, como se estivesse marcado por mãos divinas.



Onde tudo isso começou? No dia quando Bial se dirigiu ao grupo dos quatorzes reunidos na sala de estar e perguntou ao Rafinha se ele era um conquistador que partia para o ataque ou se ele era romântico, o músico respondeu – Sou um romântico que ataca – Desta forma começa no programa uma história não planejada pelo músico, sobre cujo destino ele não tem controle e cuja veracidade inexistiu.



A primeira mulher a mostrar interesse no Rafinha e que ele não atacou, foi Gyselle, num belo dia em que ele se encontrava sentado na varanda ela passa por cima de suas pernas numa atitude provocante. Rafinha aproveitou para criar com ela os primeiros laços de união no jogo quando a aconselhou a não confiar em amizades de apenas quatro dias. Rafinha estava dessa maneira, abrindo sem querer o caminho para sua primeira grande conquista, o carro que Gyselle lhe deu na primeira semana.

Perguntada pelo grupo se gostava de algum dos meninos da casa, Gyselle responde que não, mas que Rafinha fazia seu tipo. Todo esse conjunto de coisas acaba despertando o interesse das meninas no emo, já que até então o foco do interesse de todas era Alexandre e Galego.



Marcos e Alexandre se juntaram para fazer a Rádio Pinel, Rafinha foi incorporado a dupla e surge um programa engraçado, feito com bom humor que passa a ser destaque diário tanto na casa quanto nas edições da produção para a TV aberta. De grão em grão, Rafinha vai sendo beneficiado por todas as coisas que caem em seu colo. Juliana, depois que perde seus dois maridos, engrossa o grupo da mulherada que corre atrás do músico tentando seduzi-lo. Realmente o cara parecia predestinado. Os prêmios começam a se acumular, computadores, dinheiro, mais um carro. Rafinha passou por poucos apertos na casa, nas provas da comida esteve quase sempre junto ao grupo vencedor, não participou da xepa, só foi ao castigo uma vez, comeu, dormiu, dançou, só esqueceu de pegar a guitarra e mostrar seus dotes musicais.



Mas, aliado a tanta sorte Rafinha também colocou um dedinho em seu destino. Por mais de uma vez, quer seja por jogo inteligente ou coração de menino, Rafinha ganhou a simpatia do público ao ser generoso. A primeira vez foi ao dar a Marcelo uma ida ao show de Roberto Carlos. Rafinha estendeu à mão a seu desafeto. Depois, mais uma vez com Marcelo, ele se recusa a isolá-lo do grupo e num momento dramático do jogo quando todos se colocam contra o Doutor, Rafinha oferece um ombro amigo. Por duas vezes foi altruísta e o objeto de seu bem querer foi Gyselle. Uma vez ao abrir mão da imunidade em favor de dar o Colar do Anjo para a parceira no jogo e a outra ao devolver-lhe o carro ganho de presente na primeira semana. Assim Rafinha vai fazendo uma trajetória de construir uma história e uma imagem, deixando para trás as bobagens machistas que falou ou as atitudes inconseqüentes que teve.



Num determinado momento do jogo, ele e Gyselle, que tiveram suas trajetórias caminhando lado a lado no jogo, começam a enveredar sem perceber por caminhos diferentes. Enquanto ela desconstrói sua bela imagem, ele desconstrói as feias marcas que deixou no jogo. Enquanto uma quebra o único laço de amizade que tinha no jogo, o outro soma mais um amigo à sua galeria de relacionamentos na casa. Enquanto rafinha foi força construtiva, Gyselle se destruiu aos poucos. Um caminhou em direção à vitória enquanto a outra se afastou cada vez mais do prêmio. Ele foi um vencedor muito além do jardim.




Posted by Susan

Jantando Gyselle ao sungo

 

 




Posted by Susan

Conversando antes da festa final

 

Gustavo fala para Susan: Quem na sua opinião leva o prêmio hoje?
Susan: Eu acho que s disputa está apertada, acredito mesmo que a definição será agora a noite, pois as duas torcidas estão mobilizadíssimas. O movimento na net hoje foi enorme.

My (a original) fala para Susan: Susan minha linda, pra vc qual seria a final mais justa?
Susan: Eu acho que esta é afinal mais justa. Gostem deles ou não, Rafinha e Gyselle tiveram as maiores torcidas desde o início, mobilizaram muita gente e isso não pode ser desprezado.

Massumi fala para Susan: vc acredita que os blogs sobre BBB exercem grande influência no jogo?
Susan: Massumi, eu acredito que sim. E isso é um movimento super positivo. A net cresceu muito e os blogs estão cada dia mais profissionais e ativos. Tem muita gente boa na net discutindo o BBB.

Alex Barreira fala para Susan: PRA COMEÇAR VC RESPONDE A MINHA PERGUNTA SUSAN, ESSE FOI MESMO UM DOS PIORES BBBs????
Susan: Não foi não. A princípio pode parecer que sim, mas tenho quase certeza que no ano que vem perceberemos o quanto aprendemos nesse BBB. E o quanto ele foi instigante do ponto de vista da dinâmica do jogo. Só o fato de termos uma final imprevisível já faz desse BBB8 um marco na história do programa.

bozao fala para Susan: porque você acha que Gyselle é tão querida pelo publico?
Susan: Vixe! Vamos lá... Eu acho que existem diversos fatores. Primeiro eu acredito que ela acabou virando um símbolo do nordeste. O Norte e Nordeste abraçaram Gyselle. Por outro lado ela é uma mulher bonita e fez-se misteriosa durante o programa o que fez com que muita gente a abraçasse... Tem tb o fato de que os demais jogadores não tiveram carisma suficiente para desbancar o silêncio de Gyselle e caíram na mesmice de colocá-la no paredão inúmeras vezes... E por aí vai... São muitos os motivos...

Gustavo fala para Susan: Na sua opinião, qual ou quais participantes poderão usufruir da fama que o BBB proporciona?
Susan: Eu acho que a Nathália tem muito perfil para se dar bem fora após o BBB. Rafinha tb, pois a juventude se identificou com ele... E a própria Gys por sua beleza e pela enorme torcida que ela tem...

Massumi fala para Susan: vc acha que a fórmula do BBB se esgotou?
Susan: Não. Quando a gente acha que sim, aparece um Alemão, uma Fani, uma Íris e um Alberto para nos contradizer... Esse ano já era esperado que o BBB não tivesse tanta força em função do boom do BBB7... Mas, não acho que a fórmula esgotou-se ainda não.

julianEEE fala para Susan: Susan, vc viu o blog do Marcelo hj, o que achou das declarações dele sobre a Gy??
Susan: Não vi não, minha linda.

Felps fala para Susan: olá Susan, primeiramente parabéns pelo DCPL. Agora gostaria de saber sua opinião, vc acha q a Gy q se isolou ou foi isolada?
Susan: Eu acho que a Gyselle se isolou. E aí a galera da casa caiu nesse armadilha e começou a colocá-la no paredão em cima da pior tática que eu já vi no BBB a de que eles gostavam de todos e votavam no que tinham menos afinidade. Virou uma bola de neve. Talvez a única pessoa que teve a percepção do quanto era errado colocar Gyselle em tantos paredões foi a Juliana que rapidamente tirou o time de campo e parou de votar na Gys.

esalgado fala para Susan: Susan, o BBB8 é o campeão da apatia?
Susan: O BBB8, em minha opinião, é o campeão da recusa em jogar, em se envolver. Eles eram espertos demais e esperteza demais atrapalha... rs ...

Massumi fala para Susan: vc gostaria de uma edição com ex-bbbs?
Susan: Não... Eu gosto da descoberta, de ir acompanhando o desabrochar de cada um tanto para o lado de conquistar o público ou de ser rejeitado por ele. Os ex-BBB´s a gente já manja a manha de cada um...rs...

LiRJ fala para Susan: Susan, vc acha que por termos dois participantes que foram os menos ativos na casa, isso pode estar dando uma nova receita de como ganhar um BBB: comendo e dormindo muito?
Susan: Pode sim. Eu já defendi muito isso. Mas, o BBB tem uma coisa interessante, ele é feito por pessoas e pessoas não se replicam facilmente. Ter o foco no jogo que a Gyselle teve, não se entregando, não perdendo a calma, não é para qualquer um...

Elisa fala para Susan: Susan, boa noite. Sempre leio o seu blog e gosto muito. Gostaria de saber se vc está apoiando a Gyselle na final, pois até dias atrás achei que vc estava contra ela?
Susan: Olha... Pergunta difícil, pois não estou realmente torcendo por ninguém. Mas acho o seguinte, Gyselle conseguiu uma das torcidas mais fiéis e guerreiras que eu já na net... Tão guerreiras que chegam a incomodar...rs... Por outro lado, Rafinha foi quem mais cresceu internamente no jogo como pessoa e como jogador... Por isso é uma pergunta difícil...

My (a original) fala para Susan: Susan querida primeiro dizer que te admiro demais e mais uma vez parabéns pela cobertura do bbb. A minha pergunta é: SE TEVE, Qual a sua maior decepção dessa edição? E quem fez valer a pena a oitava edição do bbb?
Susan: Minha decepção com certeza foi com Gyselle. Apostei muito nela, achei que ela seria "mulher" da oitava edição. Fiquei esperando, esperando, esperando... e ... Nada... Quem fez valer a pena foi Marcelo, sem dúvida nenhuma.

Dg-o verdadeiro fala para Susan: Que soluções você veria pra que a produção não passasse pelos sufocos que foi essa edição? E o que achou dos novos meios de estimular a competição?
Susan: Primeiro, agradecer a My que eu esqueci... Obrigada, linda! Dg, eu acho que o Boninho deve saber melhor do que eu. Ele conhece esse reality como ninguém. Quanto ao que foi criado eu achei genial... O Big Fone, os paredões triplos, O Monstro... Se não fosse isso, talvez, essa edição tivesse se perdido... E tudo isso aponta um excelente desdobramento para futuras edições.

Mamis-wá-cinthia fala para Susan: vc acha que quem não assina ppv tem uma visão real do jogo?
Susan: Mamis, eu acho que quem tem PPV tem uma visão melhor e mais imediata. Por exemplo, nas provas onde as lideranças foram impugnadas foi o povo do PPV quem gritou por justiça. Mas, no frigir dos ovos, a gente tb não vê a casa inteira e quem não tem PPV acaba acompanhando a mesma história tanto que as preferência acabam sendo as mesmas...

vivinha fala para Susan: Susan, é verdade que as famílias contratam gente especializada para votar no finalista?
Susan: Vixe! Sei lá... Este ano saiu em alguns jornais que a família da Gyselle teria contratado sim... Mas, sinceramente, eu não sei...

Janaina - RJ fala para Susan: Vc torcia pelo Marcelo, certo? Sabemos q ele errou a mão. Onde vc acha q foi o pior momento dele como jogador? Susan: Foi quando ele falou par Gyselle "o que vc vai dizer quando as pessoas te perguntarem o que vc fazia na Europa"... Ali ele perdeu a mão e o apoio da torcida da Gys...

PODEROSA fala para Susan: dentro da casa quem mostrou q tem personalidade?
Susan: Marcelo, Thalita, Thatiana, Rafinha e Gyselle

Cris L. fala para Susan: Susan, é verdade que no BBB9 você vai participar da seleção, escolhendo as pessoas que deverá participar?
Susan: Hahahhahaa.... Não ...hahhaha... Não é verdade não. Na net tem muita lenda urbana...hahhahahha

Isak fala para Susan: acho que vai dar empate hein????
Susan: Impossível... Mas, será apertado. Está sendo uma disputa incrível, as torcidas fizeram o melhor BBB, tanto que fora da casa está mais interessante do que dentro...

Solaris75 fala para Susan: Vc acha que a Gy traiu o Marcelo?
Susan: Acho sim. No momento em que ela voltou ás costas para Marcelo, ela mostrou que bem mais do que Rafinha, ela jogava sozinha

Padu fala para Susan: Susan, será que o paredão de hoje irá relembrar a final do BBB3, quando Dhomini venceu Elane por apenas 2% de diferença?
Susan: Padu, eu acredito que sim...

BBBeleza fala para Susan: Susan, você mudou muito de opinião durante esse BBB8. No BBB7 inclusive suas opiniões com relação a Íris foram muito polemicas.... Algumas pessoas dizem que vc se vendeu a candidata da Globo... o que tem a dizer????
Susan: Hahahhaha... Olha só, a gente aqui no Brasil não gosta de elogia e adora ser o primo pobre, renegado, que vive pelos cantos reclamando. Qdo saiu na coluna da Kougut que o Boninho gostava do De Cara Pra Lua, seria natural que as pessoas que não concordavam com minhas análises levassem para esse lado. O povo gosta de reclamar do establishment, mas no fundo todos nós somos parte dele.

Thiago fala para Susan: ow suzan pra quem vc torce? seja sincera quem vc acha q merece?
Susan: Quem merece, merece mesmo é o público que foi quem fez esse BBB. Como eu falei as discussões aqui fora foram melhores do que dentro da casa... E a produção do programa que conseguiu fazer de um grupo sem carisma um jogo interessante. Eu dividiria o prêmio assim... 500 mil para os blogs de BBB e 500 mil para Boninho, Bial, Produção... rs...

DON fala para Susan: VOCE ACHA QUE A TATIANE USOU O MARCOS JA QUE ELA SE CONSIDERA LESBICA?
Susan: Don, eu acho que a Thati usou o Marcos porque era evidente a falta de "liga" entre eles, a falta de saco que ela tinha coma s brincadeiras dele... Agora afirmar que ela é lésbica, na verdade, ninguém pode... Afirmar de fato, de firma reconhecida...

AnnaluciaRJ fala para Susan: Susan, te adoro. Sou fã do DCPL. Pergunto. Vc participaria dentro da casa de um BBB?
Susan: Obrigada, Anna. Não participaria não... Eu acho que quem participa de um BBB tem que não ter nada a perder e eu tenho MUITO a perder. Tenho um bom emprego, um excelente casamento, enfim, tenho uma vida montada

Brygytty fala para Susan: Na minha visão, acho que o Rafinha foi o mais político dos brothers, pois observou bastante e pode definir como ou não agir em determinados momentos, como de não se confrontar com o Marcelo, talvez por causa da Gys e uma possível popularidade do Dr. e tb fez suas amizades que também o protegia de uma certa maneira???
Susan: Brygytty, sinceramente não sei. Não entendi se vc tá me perguntando ou afirmando, minha linda.

Janaina - RJ fala para Susan: As pessoas q assistiram ppv, viram várias frases preconceituosas ditas pelo Rafinha q, não foram passadas na edição. Qual sua opinião sobre isso?
Susan: Eu acho que Rafinha pisou feio na bola quando falou tanta bobagem. E esse é um dos pontos mais fracos dele. O pior é que tudo que ele disse era tão baixo que ficou difícil até mostrar nas edições da TV aberta.

Indignação fala para Susan: Pq a produção não faz algo em cima desta armação feita em cima da Gyselle,pra trabalhar em prol de sua participação,isto é desleal aos demais participantes,pois fere o objetivo do jogo que é premiar a melhor convivência dentro da casa?
Susan: Eu acho que todo esse movimento em torno da Gyselle tem 2 aspectos. Um, a mobilização é boa, faz parte do jogo. O BBB acabou se transformando nesta edição em guerra de torcida. Eu não sei se teria como regrar isso, como estabelecer limites. Tb não acho que o fato da cidade da Gyselle disponibilizar lans house seja tão determinante, já que Timon em relação à São Paulo é covardia... Agora, o que ficou muito feio foi o tal discurso do Senador. Ele maculou uma possível vitória que poderia ter sido bonita e comemorada amplamente pela torcida. Além de que um Senador falar de BBB é um retrato de um Brasil que a gente se envergonha.

ramone fala para Susan: Cada BBB tem uma trajetória diferente? O que marca essa trajetória?
Susan: Tem sim... é a personalidade de cada um, seu poder de percepção do jogo, sua inteligência emocional, sua capacidade de lidar com desafios e adversidades... Muitas coisas...

carla fala para Susan: Susan, vc acredita que a torcida dos demais brothers terão papel fundamental na disputa de hoje a noite?? Qual dos dois finalistas vc acredita que será mais beneficiado??
Susan: Carla, eu não sei. Eu tendo a achar que depois que o jogador saiu da casa, dificilmente sua torcida se mobilizará de tal maneira a determinar um jogo. A não ser que seja um caso como o da Íris e alemão, Dhomini e Sabrina, onde a história de um estava entrelaçada na história do outro

anjinha fala para Susan: vc acha q essa edição do bbb foi tão boa qto as outras,ou deixou a desejar?
Susan: Eu acho que esta edição foi um marco. Foi uma edição que não trabalhou com o maniqueísmo, ou seja, o bem contra o mal. É uma edição que chega á final com dois jogadores muito populares, graças aos paredões triplos, enfim, apesar de ter menos apelo popular, do ponto de vista do programa ela foi uma edição especial...

vivika fala para Susan: Susan vc acha que o Fernando atrapalhou a Nathy???
Susan: Muito, ele atrapalhou MUITO...

LUIZABBB fala para Susan: O que vc acha do diário do Marcelo? Dos personagens criados por ele? Será mesmo ficção? Ou mera coincidência???? Susan: Eu achei o máximo... Foi metalinguagem pura...

junior fala para Susan: O que vc acha do "Dr. Marcelo"?
Susan: Eu acho que Marcelo foi o jogador desta edição... O BBB8 sempre será lembrado como a edição do Dr. Marcelo.

Kishure fala para Susan: Susan, você demonstrou no DCPL uma clara preferência para Marcelo. Sua decepção com a Gy está atrelada a essa torcida?
Susan: Está sim. E tb porque eu gosto de observar o envolvimento emocional dos jogadores. Por exemplo, o BBB7 foi exemplar nesse envolvimento, tivemos várias tramas, como a Fani caindo de quatro pelo Alemão e sofrendo por essa relação rejeitada. Qdo Gys vira às costas ao Marcelo e demonstra que tá "se lixando" pra ele ou para a amizade deles, eu acho que parte do encanto do jogo se foi...

willian norberto fala para Susan: qual sua opinião sobre o vencedor ?
Susan: Que vencedor? ...rs... Dos dois que estão na casa, qualquer um que levar o vencedor terá a mesma cara... Eles são jogadores com perfis parecidos...

Susan: galera, obrigada pela presença de vcs... Foi muito bacana essa oportunidade que o UOL me deu de falar um pouquinho minhas opiniões... BEIJOS! A gente se vê no De Cara Pra Lua para acompanharmos a final...

Esse foi o Chat de ontem à noite no UOL. Primeiro eu queria agradecer à galera do UOL pelo convite e pela oportunidade que eu tive de expor minha idéias sobre o BBB8. Segundo, eu queria muito agradecer a todos. Foram 6.200 pessoas no chat, foi disparado o recorde do mês de março que havia sido 2.700 em outro chat realizado pelo UOL com outro convidado. Foi muito bacana e vocês fizeram esse sucesso. Mais tarde eu vou colocar minha análise sobre a vitória do Rafinha. Obrigada a todos!

 




Posted by Susan

Rafinha é o campeão do BBB8!!!

Valeuuuuuuu Rafinha! Parabénssssss!

 




Posted by Susan

Pitty e jogadores eliminados na platéia fazem o show

 




Posted by Susan

Noite de Grande Final

 




Posted by Susan

Quem ganha um milhão de reais?

Giselle...

 

Rafinha...

 

Agora Bate Papo UOL. Aguardo vocês lá!

 

 

 




Posted by Susan

Gyselle ou Rafinha?

Quem vai levar um milhão de reais para casa hoje à noite?


 

 



CHAT NO UOL

Galera, estarei no UOL, participando do Bate Papo UOL, respondendo às perguntas dos internautas sobre o BBB8. Ele será HOJE, na terça-feira, dia 25 de março, às 20 horas. Conto com a presença de todos vocês!

 

 




Posted by Susan

A Máquina da Verdade

 

A visita da Ana Maria Braga



CHAT NO UOL

Galera, estarei no UOL, participando do Bate Papo UOL, respondendo às perguntas dos internautas sobre o BBB8. Ele será HOJE, na terça-feira, dia 25 de março, às 20 horas. Conto com a presença de todos vocês!

 




Posted by Susan

A melhor defesa...

 

 




Posted by Susan

À espera de um milhão de reais

 

 



CHAT NO UOL - amanhã, dia 25 de março, às 20 horas

 

Galera, estarei no UOL, participando do Bate Papo UOL, respondendo às perguntas dos internautas sobre o BBB8. Ele será na terça-feira, dia 25 de março, às 20 horas. Conto com a presença de todos vocês!

 




Posted by Susan

Tudo vale a pena se a alma não é pequena

 

Não é muito original o que eu vou escrever, mas o fato de ser senso comum não tira a verdade que as palavras carregam. Dizem que nada é por acaso, para tudo na vida existe uma explicação ou uma lição a ser aprendida. Essa última semana foi uma semana repleta de ensinamentos. Eu acredito que o jogo BBB mostrou uma nova faceta, um novo olhar que extrapolou a questão do merecimento pessoal que cada um que restou na casa pudesse ter. Aqui no De Cara Pra Lua nós fomos testemunhas de uma verdadeira guerra. Mas, entre quem? Quem saiu vitorioso ou derrotado desse embate?

Muitos não compreendem o grande número de pessoas que se agregam em torno do nome de Gyselle. Outros não entendem o que conseguem enxergar de bom em Rafinha. Esta foi uma edição atípica, onde as preferências já se definiram logo na primeira semana. Rafinha ganhou espaço junto ao público jovem, seu ar de menino e suas tatuagens espalhadas pelo corpo, sua ligação com a música e, principalmente, com o mundo do rock and roll, conferem ao músico ligação direta com a juventude de todos os lugares, Rafinha é atemporal e sem delimitação geográfica. Perguntem aos seus filhos, sobrinhos e filhos dos amigos que é evidente a predileção gratuita por Rafinha. Ele carrega na própria figura um marketing grande que permitiu que ele levasse o jogo sem precisar interferir muito na realidade da casa para ganhar admiradores.

Da mesma maneira, Gyselle também deixou de representar a si mesma e acabou sendo símbolo de uma região do Brasil. Mas, antes que entrem aqui e digam – Mas, Susan eu moro em São Paulo e gosto da Gyselle – eu queria deixar claro que esse simbolismo da cajuína independe de gosto pessoal. O que eu assisti nestes dois últimos dias aqui no blog foi um embate entre diversas regiões do Brasil com direito a discurso separatista e, até, preconceituoso. Passou a ser pouco importante se Gyselle era mal humorada ou realmente pobre e sofrida, ela trouxe com ela o desejo por respeito e reconhecimento de todo um população, esta sim, com uma história de luta e exclusão no cenário econômico e político do Brasil. Isso diminui sua participação no BBB? Não, pelo contrário, isso lhe confere uma nova qualidade que não pode deixar de ser refletida.

Nós vivemos um país de uma desigualdade social imensa, riqueza e pobreza convivem não apenas nas diversas regiões, como também nos centros urbanos. O norte e o nordeste convivem com esse olhar meio soberbo de nós do sul e sudeste, olhar esse de quem acredita carregar a economia do Brasil nas costas. Eu não sou a pessoa mais indicada para traçar esse perfil político e econômico, mas falo em cima do que eu leio, converso, discuto e, principalmente, em cima da maneira como a discussão foi levada aqui no blog. E, acredito que esse olhar tenha pouco ou nada a ver com as reais condições econômicas da região na atualidade, tem muito mais a ver com um olhar viciado e carregado de preconceito em relação à História Econômica e Cultural do Brasil. Mas, nossa intenção não é discutir Economia, tampouco História, nossa intenção é tentar compreender o que acontece na casa mais vigiada do país.

Eu acho toda essa discussão louvável e pertinente, acredito mesmo que o nordeste deva buscar seu reconhecimento e brigar contra esse olhar preconceituoso. Mas, como preconceito não é uma via de mão única, o que acabou acontecendo aqui foi distribuição farta e gratuita de ofensas por ser louro ou negro. Mais importante ainda, é entender que nós não somos isolados de nenhum processo, fazemos parte de um todo. Gyselle chegou ao BBB com o discurso de ganhar o programa para levantar recursos para o Nordeste. Palavras com teor altamente político e, analisando o comportamento da cajuína na casa, pouco condizente com sua visão de mundo, já que Gyselle nos deixou refém de suposições sobre ela na medida em que pouco se expôs e nunca mostrou um discurso politicamente articulado. Gyselle pareceu travada o tempo inteiro em que permaneceu na casa. É óbvio o desconforto que causa a Gyselle de seu vídeo de apresentação com a Gyselle sofrida e encolhida pelos cantos que nos foi oferecida por três longos meses.

Eu não saberia dizer o que existe, mas o que nós sabemos é que ela já chegou ao BBB tendo como suporte um Jornal de circulação em sua região e com assessoria de imprensa contratada. Gyselle chegou preparada e nós temos que ter consciência se vamos entrar na aventura de defender seu merecimento desse prêmio de um milhão de reais. Muitos reclamaram da manipulação Global em cima da vitória da cajuína, mas, no final de contas somos todos parte de uma engrenagem que gera lucros, que movimenta grana, que cria marketing. Gyselle está inserida nesse contexto, nenhum Jornal a apoiaria simplesmente por seus belos olhos negros. Ruim? Não necessariamente, apenas uma realidade.

Nós enfrentamos esse BBB8 com personagens já previamente definidos, isto, para mim, está muito claro, personagens esses que se enraizaram no imaginário popular, ganharam e engrossaram as torcidas. Como tivemos um grupo sem carisma e sem nenhum destaque, o campo foi fértil para fabricarmos heróis de acordo com uma determinada fôrma, sem necessariamente um respaldo real em sua vivência na casa. Falamos muito aqui que nessa oitava edição todos se recusaram a jogar. Falamos nas máscaras, no medo de se expor, de se mostrar. E, esta foi a tônica do programa, com exceção do Marcelo que foi abrindo seu caminho na porrada e acabou perdendo a mão e perdendo o jogo.

Uma vez eu estava argumentando minha defesa do Marcelo no DCPL em detrimento do Rafinha e, na época, ele e Gyselle faziam uma parceria, portanto defendê-lo significava defendê-la também. E, fiquei sem argumentos plausíveis para incluí-la no jogo. Gyselle jogou da mesma maneira que as crianças do jardim de infância jogaram, ela foi o outro lado da mesma moeda. Se eles esconderam-se atrás da alegria, ela escondeu-se atrás da tristeza. No fim das contas, o BBB8 foi um imenso jogo de pique esconde.

Quem leva esse um milhão de reais? Gyselle ou Rafinha? Será que isso tem alguma importância real para o jogo do BBB? Não, nenhuma. Nesta edição teremos um vitorioso, mas dificilmente teremos um campeão. Eles dois representam o mesmo tipo de jogador, os dois deram pouca contribuição ao jogo, os dois têm imensos defeitos e qualidades. Mas, quem vai ganhar tem importância para as torcidas. Muitos vieram aqui ontem e disseram que já estavam satisfeitos com a vitória de Gyselle contra Nathália, pois isso significava a minha derrota pessoal. E isso também merece uma reflexão.

Nesse jogo que se estabelece na internet todos nós ganhamos e perdemos ao mesmo tempo. O De Cara Pra Lua já saiu vitorioso pelo tanto que nós construímos aqui, pelo respeito que conquistamos na mídia oficial, pela visibilidade alcançada, pelo carinho pelas coisas que eu escrevo que é demonstrado por vocês e por grandes nomes dessa imensa fábrica de entretenimento que é a televisão. Até mesmo por esse embate que foi travado no paredão da Nathália. Igualar Nat à Gyselle não era uma tarefa incomum, e isso foi feito pela apertada vitória da Gys e pelo número de votos do paredão. Mas essa não é a nossa discussão. A discussão aqui é o respeito e humildade com que eu tenho que olhar essas pessoas que pensam estar me ofendendo quando, na verdade, ao travarem uma guerra pessoal contra uma idéia levantada por mim, vocês mostraram a importância que dão às opiniões aqui emitidas.

Acabou que foi bacana, foi sinal do crescimento que o blog adquiriu. Crescimento esse que eu tenho que olhar com respeito e carinho. O Bial falou que o programa deixou de pertencer à produção ou direção, que passou a ser dos telespectadores. Esta oitava edição mostrou o quanto isso é verdade. E, assim como o BBB ganha uma nova dimensão, eu também tenho que encarar que o DCPL deixou de ser um Diário Pessoal e ganhou a net, a mídia, deixou de me pertencer e passou a fazer parte de um todo muito maior do que eu consiga apreender. Esta foi a maior lição que eu levei nesta oitava edição. Ao deixar de me pertencer não quer dizer que ele será dirigido pela imensa massa de leitores que eu tenho, mas me confere uma responsabilidade muito grande diante daqueles que se dispõem a vir aqui, ler e refletir sobre o que eu escrevo. E, humildemente, eu preciso reconhecer que me amando ou me odiando são vocês que fazem desse espaço o sucesso que ele tem sido.

Eu levei o paredão da Nathália contra a Gyselle como mais uma brincadeira que faz parte do jogo BBB. Mas o De Cara Pra Lua deixou de ser uma brincadeira, apesar de eu ter curtido a emoção e a adrenalina ao defender a bela gaúcha de Passo Fundo e ter amado abrigar neste espaço tanta gente que torcia fervorosamente pela alegria da Nat. Mas, eu fui inconseqüente, pois levei em consideração apenas a minha percepção que ambas fizeram o mesmo tipo de jogo de esconde, esconde. E considerei que esconder-se atrás da alegria a partir de um determinado momento do jogo passou a ser, em minha opinião, bem mais divertido do que viver amargura ou tristeza. Não vou entrar no mérito da moral de nenhuma das duas, pois não temos elementos suficientes para entender Gyselle e inseri-la dentro de um discurso que levante esta ou aquela bandeira.

Gyselle viveu no BBB sua angústia pessoal, se verdade ou mentira, eu não saberia dizê-lo, mas de qualquer maneira esta angústia foi muito reveladora. Ontem ao responder ao Bial sobre o que significava não ser Anjo na vida, Gyselle falou que tinha sofrido muito e que tinha sérias dificuldades de relacionamento. Muitos aplaudiram, mas o que eu percebi foi uma pessoa que não soube elaborar e transformar em coisas boas as diversas oportunidades que a vida lhe ofereceu. Se Gyselle já sofreu muito, ela traz esse sofrimento como emblema e bandeira. Vive a olhar para dentro, incorporou o sofrer de tal maneira que ele ficou maior do que o viver.

Se Gyselle é realmente esta pessoa introspectiva e sofrida, esse não é um motivo de elogio ou de exaltação. Pelo contrário, demonstra uma pessoa com uma profunda dificuldade de olhar as coisas boas que Deus lhe deu e de ser grata pelas conquistas que ela teve. Nós já tivemos personagens do BBB que também tiveram uma infância sofrida, marcada por dificuldades e mágoas. No momento me recordo de dois, Dhomini e Jean Whylllys. Suas histórias de meninos, que foram contadas no programa, também eram histórias de sofrimento e traumas. Mas, um, Dhomini, foi buscar na alegria e na espiritualidade o renascimento para a vida e o outro, Jean, buscou nos livros e no saber a compreensão do mundo. Isso para mim é uma história de superação a ser premiada.

Gyselle apenas sofre e, em seu sofrimento não processa o que é bom, não transforma sofrimento em aprendizagem, somente em profundo isolamento e raiva. Se ela não fosse a mulher linda que é, ela teria pouco a oferecer ao mundo. Essa beleza imensa que Deus a presenteou tem sido o cartão de visitas que tem aberto seu caminho pelo mundo, permitiu que ela vencesse na França, que ela fosse escolhida para participar do BBB8. E o agradecimento da Gys ainda não veio, ela continua a remoer a dor e o sofrimento, essa dívida imensa ela tem com Deus e com ela mesma.

Enfim, texto longo, mas tinha muita coisa que eu queria dividir com vocês. Queria agradecer a todos pela presença aqui no DCPL. O jogo acabou e no frigir dos ovos foi um jogo que teve um elemento importante, pela primeira vez em alguns anos, nós vamos encarar uma final sem um franco favorito. Queria agradecer e me desculpar com a torcida da Gys, apesar de eu não ter preferidos no momento. E, queria dizer a vocês apenas mais uma coisa, não se contentem em ganhar uma batalha contra mim, é muito pouco para capacidade de luta que vocês demonstraram. Ganhem a guerra, isso é que é importante. Mas, ganhem com alegria, com entusiasmo. Olhem o sofrimento da Gyselle e o traduzam em garra e agradecimento e, depois, contem para ela o grande segredo da vida. Que alegria não faz mal, generosidade faz mais bem a nós do que ao outro, que afeto acalenta a nossa alma, que compreensão, humildade, relações humanas são o alimento da vida. Como dizia Fernando Pessoa, tudo vale a pena se a alma não é pequena.




Posted by Susan

Gyselle ou Rafinha?

Quem ganha um milhão de reais?

 

 

CHAT NO UOL - TERÇA-FEIRA, dia 25 de março, às 20 horas

 

Galera, estarei no UOL, participando do Bate Papo UOL, respondendo às perguntas dos internautas sobre o BBB8. Ele será na terça-feira, dia 25 de março, às 20 horas. Conto com a presença de todos vocês!

 




Posted by Susan

Parabéns Nathália!

 

Tchau linda! Você fez valer cada momento desta torcida de última hora. Sua alegria, seu entusiasmo pela vida e, mais que tudo, tua gratidão por todos aqueles que votaram por sua permanência no programa. Não será a virulência, a maledicência, a truculência que vai tirar teu brilho. Teu caminho certamente é de sucesso, pois o sucesso vai ao encontro daqueles que agem na vida com o coração aberto. O DCPL tem um orgulho sem tamanho de ter abrigado em nosso espaço tua torcida, o afeto que muitos demonstraram por você. Faríamos tudo novamente, pois você mostrou que mereceu o imenso e enorme carinho que foram dedicados a ti nos últimos dias. É com orgulho que nós dizemos... Salve, Salve Nathália, a gaúcha de Passo Fundo!




Posted by Susan

À espera do paredão

Quem fica e quem sai?

 

 

 




Posted by Susan

Quem sairá hoje a noite?

Gyselle ou Nathália?

 

Nathália não tem nada a perder hoje à noite. Ela é o azarão, aquela que "correu por fora" e surpreendeu no final. Marcos tirou uma diferença de dez à quinze pontos percentuais em relação aos resultados das enquetes não oficiais. O percentual de apenas 54% para eliminar Marcos foi surpreendente. Nathália passou o dia inteiro em empate técnico com Gyselle. Em algumas enquentes ela é vencedora, em outras, ela perde por muito pouco. Àqueles que torcem por Nathália têm tudo para fazer a diferença hoje à noite. Quem sabe não teremos um paredão surpreendente e a bela gaúcha de Passo Fundo acaba garantindo o segundo lugar? A guerra não está perdida. O jogo não está ganho. Votem muito!

 

Quem quiser eliminar Gyselle vote: 0303 10 884 03

Custo de uma ligação local

 

 




Posted by Susan

Feliz Páscoa!

 

 




Posted by Susan

Quem merece ganhar um milhão de reais

 

O jogo BBB é um jogo que inclui na discussão as torcidas que se encontram pela net. Inclui também nossa própria paixão pelo jogo. Toda a discussão caminha para a decisão de quem merece ganhar um milhão de reais. O DCPL, assim como todos os blogs que discutem o BBB, não foge à regra e também discute quem a gente entende merecedor do prêmio. Hoje na casa existem três jogadores apenas e um deles é Gyselle, uma pessoa que caminhava a passos largos para abocanhar facilmente o prêmio desde a primeira semana.

Muitos que defendem Gyselle usam o argumento que ela não mudou no decorrer do programa, sempre se mostrou a mesma pessoa. Isso é fato. E, assim como é usado como argumento a favor da cajuína esta característica do jogo da Gys também é sua maior fraqueza. Gyselle entrou muda no BBB e sairá calada. Seja carregando em seus bolsos um milhão de reais ou não. Seu retraimento foi constante, sua recusa em se expor percorreu praticamente noventa por cento de sua trajetória.

Em minha opinião, alguns não concordam e nem precisam, o ponto de inversão de Gyselle no jogo foi quando no paredão do Marcelo ela roeu a corda e deu às costas ao seu parceiro. Naquele momento, Gyselle mostrou que não estabelecia relações afetivas com ninguém na casa, que toda e qualquer pessoa era descartável em sua visão de qual era o seu papel no grupo. Ele se traduzia na frase que ela disse à Thalita – Eu não preciso de ajuda, eu me cuido sozinha – Mas, as palavras de Gyselle naquele dia não são a expressão da verdade, Gyselle aceitou a ajuda de todos e livrou-se deles quando achava que eles poderiam atrapalhar sua trajetória na conquista do prêmio do programa. Alguns podem achar bonita essa tática, mas o que ela traduziu nesses três meses de programa foi alguém que se escondeu, que buscou dormir, se afastar, para não cair em contradição – Se a gente fala muito, cai em contradição – Disse Gys um dia ao Marcelo. De qual contradição Gyselle tem tanto medo que a deixou paralisada todo esse tempo?

Ninguém conhece Gyselle, nem mesmo aqueles que a defendem tanto. Muitos falam que os vídeos dela na França, que foram divulgados na net, não são relevantes na opinião que devemos formar sobre a jogadora. Mas eles são sim, não porque deponham contra seu caráter, mas porque depõem contra essa Gyselle introspectiva, calada, silenciosa e com ar sofrido de vítima do mundo. A Gyselle que assistimos nos vídeos é falante, sedutora, interativa, alegre e liberal. Impossível não ficar com um gosto na boca de que estamos comprando gato por lebre ao aceitarmos a maneira como Gyselle comportou-se na casa do BBB. Esse é o ponto da discussão do vídeo apresentado. Quem quiser comprá-la, que compre, mas não venha com sofismos de que a cajuína é discriminada por ser pobre e nordestina. Não façam da Gyselle a vítima do mundo, pois ela não é.

Eu não escondi de ninguém que minha opinião sobre Gyselle mudou no dia em que ela descartou Marcelo com prepotência e soberba. Naquele dia, Gyselle, em minha opinião, deixou de ser merecedora do prêmio. Todo e qualquer poema, discurso e texto que foram escritos aqui falando das qualidades da cajuína caíram por terra por uma atitude que demonstrou frieza, distanciamento e calculismo. Gyselle mostrou ser uma pessoa que olha o mundo tendo como parâmetro o próprio umbigo. Eu não vou entrar nos méritos do porquê isso acontece, BBB não é divã de analista, ali, certamente, todos têm suas justificativas psicológicas para serem da maneira que eles são.

Então, dos três que estão no jogo, em minha opinião, a mais talhada para ganhar o prêmio do BBB8 é Nathália. Eu tentei colocar um texto que não falasse de Gyselle, que mostrasse apenas os pontos fortes da Nat que a faz merecedora de um milhão de reais num grupo fraco em carisma e personalidade. Mas, muitos daqueles que torcem por Gyselle vieram aqui reproduzir antigos textos que eu escrevi sobre a piauiense e sobre a Nathália como uma maneira de fazer um contraponto à minha opinião. Então, só me resta voltar aos motivos que, em minha opinião, não fazem de Gyselle merecedora de levar para casa tanto dinheiro ganho em cima de uma atitude no jogo que é a síntese do anti jogo. Gyselle não jogou sozinha, ela simplesmente não jogou.

Nathália é sim puxa saco de líder, vazia, fútil, sem assunto. Nathália falou toda sorte de coisas politicamente incorretas, mas nunca puxou o tapete de ninguém, tampouco roeu a corda no último segundo para levar vantagem. No episódio em que Thalita e Bianca desistiram da combinação de votos contra Juliana, Nat foi a única que teve personalidade suficiente para manter seu voto e não fazer o que Thalita estava mandando. Da mesma maneira Nathália não se curvou à imposição de Fernando que a pressionava para que ela deixasse de falar com Marcelo por conta da briga dos dois. Nathália cavou seu caminho até a final buscando ser amiga de todos e viver as coisas boas do jogo. Nathália não traiu um amigo e tampouco traiu Fernando, ela levou tudo na brincadeira de quem é sim inconseqüente na vida. Fernando, por outro lado, jamais a respeitou pelo que ela era de fato, menosprezava a namorada, era grosseiro e indelicado.

O que Nathália faz na cama, como faz ou deixa de fazer não é relevante, pois se formos levar isso em consideração teremos que colocar na balança a atuação de Gyselle na Ilha da Sedução, pois as atitudes dela estão longe de serem puras, castas ou, até mesmo, dignas de servirem como exemplo para qualquer pessoa. Gyselle vendeu beijos e carinhos por dinheiro. Esse era o nome do jogo lá na França? Era sim, mas foi exatamente isso que ela fez. Apesar de eu achar que o BBB não é lugar para se buscar nenhum exemplo de vida. No BBB, nós avaliamos fez o show, quem divertiu o público, quem tomou a responsabilidade do jogo nas mãos e mostrou a que veio. E, nesses aspectos, com todas as suas falhas e fraquezas, Nathália foi bem mais feliz do que Gys.

Em minha opinião, este é o panorama do jogo neste momento. Um jogo que também está sendo travado fora da casa do BBB. Aqui fora nós também jogamos e nesse aspecto a torcida da Gyselle falhou ao mostrar prepotência, arrogância e auto suficiência. Encaram o jogo como jogo ganho, partiram para o enfrentamento como se fossem indispensáveis a qualquer espaço na net, chatagearam presença em blogs, entraram no DCPL para tirar os leitores daqui e carregá-los para outros blogs numa atitude clara de animosidade e numa tentativa sem precedentes e sem caráter de me jogar contra blogueiros que são meus amigos e parceiros na net. Foram debochados, impositivos e ofensivos.

Não pouparam ofensas, exposição da vida alheia,tripudiaram em cima das demais torcidas. Tripudiaram em minha cabeça, me ofenderam e agora acham que eu tenho obrigação de defender o jogo da Gys. Não são todos, temos pessoas bacanas que torcem pela Gyselle, mas a tônica da atuação da torcida foi essa. E isso acabou traduzindo-se em perda constante de espaço e em rejeição profunda à Gyselle. Rejeição esta que vem sendo clara na diminuição constante de diferença de votos nos paredões enfrentados por ela. É claro e notório que a cada paredão fica mais difícil Gyselle vencer. Mesmo contra adversários que sempre foram considerados fracos no jogo. O paredão de hoje não está definido. Existe uma grande chance de Nathália ficar. Quem vai decidir são vocês, portanto, votem muito.




Posted by Susan

Nathália pode vencer este paredão

 

Rafinha e Nathália estão entre os três grandes finalistas desta edição. Nathália foi a grande "zebra", o azarão, aquela que "correu por fora" e chega à final, não como um participante inexpressivo que vai cavando seu espaço e sem que a gente saiba como acaba disputando a final ou o terceiro lugar no jogo. Nat é uma finalista de última hora com direito à torcida, fá clube e tudo o que os grandes participantes do BBB conquistam junto ao público. Nathália surpreendeu a todos e, talvez, ela também se surpreenda com o imenso carinho que a espera fora do jogo.

Nathália não é uma mulher convencional. Ela aprontou todas no programa, foi desbocada, leviana, muitas vezes um pouco vulgar, mas levou para o BBB8 sua alegria de viver, sua risada constante, sua vontade de viver tudo o que fosse possível no grande laboratório de um reality show. Nat não fez tipo, não se fez pura e santa quando não era, não se fez educada quando era xucra, não se fez de apaixonada quando estava querendo apenas curtir um romance no BBB. Ela foi apenas Nathália, uma gaúcha simpática, de riso fácil e amiga em todas as horas.

 

Para eliminar Gyselle

 

 




Posted by Susan


[ ver mensagens anteriores ]
 


On Line





















SOLTE A SUA VOZ, DEIXE SEU RECADO!




Clique AQUI para conhecer a luta de Flavia e Odele por justiça




UOLK Susan



Comunidade do De Cara Pra Lua no Orkut





UOL









Imagem do Mark O Terrível




Add to Technorati Favorites









UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis
CASA DA SOGRA
ESTRELA DO MAR
FLOGÃO DA REGINA RIBEIRO
IDÉIAS E HISTÓRIAS
LUIZ ALBERTO MACHADO
MARCIA LANCELOTTI
MOMENTOS INESQUECÍVEIS
PENSAR ENLOUQUECE
PRINCESA MARIANA
SIMONE FERRAZ
QUERIDO LEITOR
TÁVOLA REDONDA
ZILCH
BLOG DA JOSIANE SALUSTIANO
MARK O TERRÍVEL
REALITY CENTER
ESPORTE EM DEBATE
BIROSCA DA BRIGONA
SAGGIO
TEL DO BRASIL
VERDES VERDADES
TRICOTANDO
BLOG DA MANU
BLOG OFICIAL ÍRIS STEFANELLI
SOCIEDADE BRASILIS
MARIQUINHA E MARICOTA
ÍRIS STEFANELLI CULTIVOU FLORES NA CABEÇA
COMENTANDO O COMENTADO
SOL QUENTE
CANTINHO DA ÍRIS
DE TUDO UM POUCO MAIS
ESPIADINHA DA DIRETORIA
DE OLHO EM SUA OPINIÃO
ROLA BLOG
NÓ CEGO
Boca de Matildes
Dois Minutos
Persuasão





Para Falar Comigo - Email de Contato Abaixo

susanbbb@uol.com.br


Grupo Hi 5


Template by LANA

ARCHIVE
MAIS ARQUIVOS
De Cara Pra Lua 2
De Cara Pra Lua







. . .