Iris Stefanelli vai fazer sua estréia como atriz de cinema. A apresentadora, de 29 anos, vai participar do longa-metragem “Casamento Brasileiro”, do diretor Fauzi Mansur, como a personagem Rita de Cássia, uma jovem suburbana que vive pressionando o noivo (Rodrigo Fagundes) para casar. Em entrevista para o EGO, ela conta sobre a sua nova empreitada.
EGO: Como surgiu a vontade de virar atriz de cinema?
Iris Stefanelli: Sempre gostei muito dessa coisa de ser atriz, e agarro todas as oportunidades com unhas e dentes. Estou estudando muito para isso. Quando o Fauzi me convidou, fiquei muito feliz e resolvi aceitar mais esse desafio.
Sua personagem será uma caipira e você era chamada de caipira no BBB7 por causa do seu jeito de falar. Vai usar o seu sotaque e maneira de ser para atuar?
Já mudei muito o meu sotaque e não falo mais como antes. A personagem também vai ser de Mauá, interior de São Paulo, que já fala bem diferente de uma mineira. Estou tendo aulas particulares de fonoaudiologia e de teatro. Deixei de fazer as aulas do Wolf (Maya, diretor) porque não tinha tempo de ir. Acho que vou fazer bonito.
Sua personagem sonha em casar. E você?
Também sonho, mas o Thiago (Kückelhaus, nadador, 21 anos, namorado de Iris) é novo, está estudando, trabalhando. Já quis muito casar, mas preferi construir outras coisas. Quero me firmar na carreira.
Pretende seguir carreira de atriz?
Sempre desejei fazer uma novela de época. Mas sei que para uma ex-Big Brother é muito difícil virar ator. Coloca só um BB em uma novela para ver só o rebuliço que causa? Só tem uns dois ou três que deram certo na carreira. Estou me preparando muito para isso. Tudo que faço quero fazer bem feito. Estou tranqüila porque se não virar atriz, não vou morrer por isso.
Acha que BBB ainda sofre muito preconceito?
A Grazi falou uma vez: já viu BBB não causar confusão? Mas tenho um conselho para dar. Aliás, quero falar para a Gyselle, para quem torci na final, que ela agarre todas as oportunidades que surgirem, como eu fiz. Também tem que estudar muito para depois pegar o diploma e esfregar na cara de quem duvida do nosso talento.
A criminalidade toma conta da cidade A sociedade põe a culpa nas autoridades O cacique oficial viajou pro Pantanal Porque aqui a violência tá demais E lá encontrou um velho índio que usava um fio dental e fumava o Cachimbo da Paz O presidente deu um tapa no cachimbo e na hora de voltar pra capital ficou com preguiça Trocou seu palitó pelo fio dental e nomeou o velho índio pra Ministro da Justiça
E o novo ministro, chegando na cidade, achou aquela tribo violenta demais Viu que todo cara-pálida vivia atrás das grades e chamou a TV e os jornais E disse: "Índio chegou, trazendo novidade índio trouxe Cachimbo da Paz"
Maresia, sente a maresia, maresia... Apaga fumaça do revólver, da pistola Manda fumaça do cachimbo pra cachola Acende, puxa, prende, passa Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Todo mundo experimenta o cachimbo da floresta Dizem que é do bom, dizem que não presta Querem proibir, querem liberar E a polêmica chegou até o congresso,
Tudo isso deve ser pra evitar a concorrência Porque não é Hollywood mas é o sucesso O Cachimbo da Paz deixou o povo mais tranquilo Mas o fumo acabou porque só tinha oitenta quilos E o povo aplaudiu quando o índio partiu pra selva e prometeu voltar com uma tonelada
Só que quando ele voltou "Sujou"!!! A Polícia Federal preparou uma cilada _"O Cachimbo da Paz foi proibido. Entra na caçamba vagabundo! Vamô pra DP! Ê, ê, ê! Índio tá fudido porque lá o pau vai comer!"
Maresia, sente a maresia, maresia... Apaga fumaça do revólver, da pistola Manda fumaça do cachimbo pra cachola Acende, puxa, prende, passa Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Na delegacia só tinha viciado e delinquente Cada um com um vício, um caso diferente Um cachaceiro esfaqueou o dono do bar porque ele não vendia pinga fiado E um senhor bebeu uísque demais, acordou com um travesti e assassinou o coitado Um viciado no jogo apostou a mulher, perdeu a aposta e ela foi sequestrada
Era tanta violência, tanta ocorrência, que o índio não tava entendendo Ele viu que o delegado fumava um charuto fedorento e acendeu um "Da Paz" pra relaxar Mas quando foi dar um tapinha, levou um tapão violento e um chute naquele lugar
Foi mandado pro presídio e no caminho assistiu um acidente causado por excesso de cerveja: Uma jovem que bebeu demais atropelou um padre e os noivos na porta da igreja E pro índio nada mais faz sentido Com tantas drogas porque só o seu cachimbo é proibido?
Maresia, sente a maresia, maresia... Apaga fumaça do revólver, da pistola Manda fumaça do cachimbo pra cachola Acende, puxa, prende, passa Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
Na penitenciaria o "índio fora da lei" conheceu os criminosos de verdade Entrando, saindo e voltando cada vez mais perigosos pra sociedade
Aí, cumpadí, tá rolando um sorteio na prisão Pra reduzir a superlotação todo mês alguns presos tem que ser executados E o índio foi um dos sorteados e tentou acalmar os outros presos: "Peraí, vâmo fuma um Cachimbinho da Paz"... Eles começaram a rir e espancaram o velho índio até não poder mais
E antes de morrer ele pensou: "essa tribo é atrasada demais. Eles querem acabar com a violência, Mas a paz é contra lei e a lei é contra paz"
E o Cachimbo da Paz continua proibido Mas se você quer comprar é mais fácil que pão Hoje em dia ele é vendido pelos mesmos bandidos que mataram o velho índio na prisão.
O Cachimbo da Paz, Gabriel O Pensador
Posted by Susan
Diga não às droga! De que maneira?
Drogas? Tô fora... Apesar de ser slogan de campanha de conscientização contra o uso de drogas, essa frase tende a cair no vazio. Tenho pensado muito nesse debate já que o BBB8 trouxe para nossa discussão o uso das drogas pelos jovens. A maneira preconceituosa como esse assunto vem sendo tratado não acrescenta muito às nossas discussões. É quase religioso o modo como nos referimos às drogas como algo negativo, parece que associamos drogas a algum mal intrínseco e inimaginável. Mas, a quem as drogas fazem mal? Ou melhor, o que também faz mal e, apesar disso, é olhado com tolerância pela sociedade?
O álcool causa tanto mal, em alguns casos até mais, do que as drogas que são comercializadas na clandestinidade. Diante desse fato deveríamos defender o uso indiscriminado das mesmas? Não, da mesma maneira que não devemos defender o uso sem limite e sem controle das bebidas alcóolicas e do cigarro. O que existe de tão diferente entre um e outro? Quase nada. Porque cocaína, heroína e outras drogas sintéticas que existem no mercado viciam e matam, assim como viciam e matam as drogas liberadas pela sociedade. Portanto, fica uma discussão sem sentido esse papo de que Fulano fez apologia às drogas portanto é do mal.
Eu não sou favorável ao consumo de drogas, assim como não sou favorável ao alcoolismo ou ao tabagismo, mas não porque as pessoas que sucumbem ao álcool ou ao cigarro não tenham moral, caráter ou sejam pessoas nocivas à minha convivência. Sou contra porque elas comprometem a saúde. Tem mãe preocupada que as palavras da Nathália influenciem seus filhos, mas fecham os olhos para o que é lícito. É a proibição que empresta às drogas o seu caráter de “maldade” e não seus componentes químicos. Quem usa droga não fez pacto com o diabo é apenas alguém equivocado em sua conduta na vida.
O problema maior e que deve ser discutido por todos é a questão da legalização. Está cada dia mais claro que a proibição está longe de conter o crescimento de número usuários e traficantes. Pelo contrário, o tráfico tornou-se um negócio rentável que tem a garantia de sua sobrevivência justamente na repressão feita pelas autoridades competentes. Virou um grande cartel protegido pelo poder público. O dinheiro e a energia gasta no combate ao tráfico poderiam ser investidos em bens mais preciosos à sociedade.
Um dia eu também tinha o entendimento de que a proibição era o caminho da contenção, mas o que nós temos visto é o tráfico alargar seus horizontes, criar fortunas bilionárias, vender ilusão e aumentar o índice de criminalidade e delinqüência. Porque, então, ao invés de proibir não criamos políticas públicas que garantam a conscientização? Por que não liberar, legalizar, fazer com que impostos sejam pagos, introduzindo a livre concorrência, barateando o preço e tornando o tráfico menos rentável? Por que não tirar do controle do crime organizado e trazer para a tutela da sociedade e do estado e, através dela, conter o avanço e criar consciência coletiva dos males advindos da uso das drogas? Vigiar e punir é o suficiente?
No Estados Unidos na época da Lei Seca, quando o consumo de álcool foi proibido em nada avançou-se no combate ao alcoolismo, pelo contrário. E, assim como em nosso mundo moderno o crime se associou ao tráfego de drogas, nos EUA o crime fez da Lei Seca um abundante rio de dinheiro e fortuna fácil. Se vamos enfrentar essa discussão das questão dos jovens e das drogas em nossa sociedade vamos fazê-lo de maneira adulta e consciente e não penas como mera bobagem de contrapor um jogador de BBB ao outro nesse papo de criança de que o meu é melhor do que o seu. Será? Quem coloca a mão no fogo por algum ex-BBB desta oitava edição com o certeza de que não se queimará? Se vamos discutir, vamos abrir nossos horizontes e pensar como nossas idéias podem contribuir para fazer do mundo em que vivemos um mundo melhor e mais cheio de esperança.
Posted by Susan
Quem matou Isabela?
Essa pergunta não sai de nossa cabeça, não é verdade? A gente tenta levar uma vida normal, entrar na internet, papear com os amigos, brincar e esquecer, mas de repente nos deparamos com uma notícia aqui, um comentário ali e volta o vazio de um crime que até agora ainda não foi explicado. O que levaria uma pessoa a matar uma criança? Talvez descobrir quem foi o assassino de Isabela tenha pouca importância diante do fato em si, ou seja, uma criança de cinco anos foi morta de maneira brutal. Dá uma angústia esse assassino não ter cara, não ter um nome, não ter olhos para indagarmos o que passa na cabeça de alguém que ultrapassou a barreira da humanidade e se transforma numa coisa sem nome, sem um lugar no mundo, sem denominação ou classificação. Um nada frio, sem luz, o mal.
No outro dia comentaram aqui no blog que o mal e o bem caminham lado a lado dentro de nós e que nossa grande batalha na vida era manter o que nós temos de bom ofuscando a maldade que faz parte da natureza humana. E quando alguém se apropria da maldade e assume o gesto de jogar uma criança pela janela? O que muda em sua vida? Como será que ela dorme? Come? Olha nos olhos dos outros com tranqüilidade ou deixa seus olhos fugirem de um confronto com a verdade ensandecida de ter matado uma criança? Quantas famílias já cruzamos em supermercados sem fazermos idéia de que ela será a protagonista de cenas de horror horas mais tarde? Quantas vezes nós fomos ao supermercado sem sabermos o que nos aguarda na esquina? Quem matou Isabela?
Posted by Susan
Você está preparado para o futuro?
Nathália esteve ontem pela manhã no programa da Ana Maria Braga, mas ao contrário do que alguns falaram, ela não foi à Globo para falar de xexeca às oito horas da manhã. Acompanhada por uma sexóloga Nathália foi entrevistada sobre a relação liberal que ela tem com pai e mãe. Seus pais são um daqueles casos raros de pais que realmente conseguem falar sobre sexo com seus filhos.
Nathália foi apenas ilustrar uma discussão bastante pertinente e que eu venho pensando em trazer para o DCPL faz um tempo. A gente já avançou um bocado na educação dos filhos. Muitas das coisas que eram tabus entre mãe e filha já fazem parte do cotidiano de muitas relações. São poucos os pais de classe média que hoje esperam que suas filhas casem virgens, o relacionamento sexual antes do casamento começa a deixar de ser um tabu, muitas pais já preparam sua filhas para a primeira relação sexual com orientação devida, visita ao ginecologista e esclarecimentos sobre o uso de camisinha e anticoncepcionais.
Mas, qual pai e mãe têm a verdadeira coragem de falar sobre orgasmo e prazer sexual, principalmente com suas filhas? Poucos, eu não conheço nenhum. Mas, falar de sexo não é nada fácil, o nosso prazer ainda está situado numa zona nebulosa, muitas das mulheres de minha geração apesar de não terem casado virgem só foram descobrir o prazer sexual após os trinta anos de idade. Fazer sexo não quer necessariamente dizer que o prazer esteja envolvido. Por outro lado ainda existe um enorme preconceito que impede a mulher de discutir abertamente suas preferências e dificuldades sexuais.
Mas, o que foi conquistado não foi pouco. O fato de desmistificar alguns dogmas sexuais já deixa uma chance para que a descoberta do prazer seja um caminho menos tortuoso. Ao encarar com mais naturalidade a atração física entre homens e mulheres nós de tabela abrimos a porta para homens e mulheres se darem a chance da descoberta.
De qualquer maneira foi uma discussão bastante pertinente. Segundo pesquisas apresentadas no programa, cinqüenta por cento das famílias ainda têm uma grande dificuldade em manter um dialogo mais franco e aberto. A grande maioria dos jovens aprende com os amigos, com o primeiro namorado ou com a primeira namorada tudo o que se relaciona ao prazer sexual.
A educação da Nathália não foi tradicional. Se a preparou melhor para enfrentar o mundo é difícil dizer. Mas seus pais se mostraram estar a frente de seu tempo e se colocar nessa situação tem algumas dificuldades, seremos sempre a vidraça para as pedras daqueles que teimam em girar a roda do tempo para trás. Felizmente, o avanço da sociedade e a mudança no comportamento dos indivíduos é um caminho sem volta seja falando sobre sexo ou enfrentando os avanços da tecnologia. Você está pronto para enfrentar o futuro?
Posted by Susan
Música na Madrugada
Mr. Damien Rice
And so it is Just like you said it would
be Life goes easy on me Most of the time And so it is The shorter
story No love, no glory No hero in her sky
I can't take my eyes off
of you I can't take my eyes off you I can't take my eyes off of you I
can't take my eyes off you I can't take my eyes off you I can't take my
eyes...
And so it is Just like you said it should be We'll both
forget the breeze Most of the time And so it is The colder water The
blower's daughter The pupil in denial
I can't take my eyes off of
you I can't take my eyes off you I can't take my eyes off of you I
can't take my eyes off you I can't take my eyes off you I can't take my
eyes...
Did I say that I loathe you? Did I say that I want to Leave
it all behind?
I can't take my mind off of you I can't take my mind
off you I can't take my mind off of you I can't take my mind off you I
can't take my mind off you I can't take my mind... My mind...my
mind... Til I find somebody new
Tudo leva a crer que a Ana Maria Braga carregará para o resto de seus dias o peso por conta de um comentário infeliz feito por ela em seu programa na véspera da final do BBB8. Desde aquele dia Gyselle tem tido um destaque em seu programa que não está sendo dado aos demais participantes da oitava edição. A Ana tem rebolado para desfazer o mal entendido inclusive com o povo do Nordeste. Algumas pessoa colocaram tudo na conta do preconceito, e sai de baixo, pois ninguém gosta de carregar a pecha de preconceituoso. Houve de fato preconceito?
Por outro lado, outros dizem que Gyselle foi a mais preconceituosa já que buscou de todas as maneiras tornar-se cada vez mais branca e menos negra em sua aparência física. Estaria ela errada? Sinceramente eu não sei, deixo para vocês comentarem. O preconceito é um fato no Brasil. Ser um ex-BBB e negro ou negra é ter que lidar com o duplo olhar de rejeição não apenas daqueles que dão uma oportunidade aos artistas como também de patrocinadores e anunciantes. Sei de casos de atrizes e apresentadores famosos e com talento que pelo fato de serem negros tiveram as portas fechadas porque as empresas não queriam associar o seu produto à imagem de um negro. Difícil engolir essa num país em que oitenta por cento da população é negra ou mulata, cabocla, mameluca, mas é a mais pura verdade.
Juliana Alves acabou se transformando numa grande exceção nesse mundo complicado e competitivo da TV. Mas, a Ju do BBB3 sempre foi uma pessoa muito consciente, defensora de sua raça e cautelosa no caminho que construiu para si no meio artístico. Juliana foi uma das negras mais bonitas que passou pela casa do Projac, no entanto, ela pensando provavelmente a longo prazo recusou posar para a Revista Playboy. Ela foi das poucas mulheres bonitas do Big Brother, talvez a única, que realmente não aceitou o convite da revista. Juliana queria ser atriz e talvez já imaginasse que juntar ao seu currículo uma capa de revista sexy masculina seria incorporar ao seu nome mais um motivo para rejeição. Ela seria negra, ex-BBB e teria se exposto demais ao posar nua. Ju soube muito bem pensar estrategicamente para chegar no sucesso que está fazendo na novela Duas Caras. Ela sempre foi uma menina inteligente e provou que é possível romper com as barreiras do preconceito basta ter orgulho de si, uma grande auto estima, além de foco, tenacidade, talento e uma carreira muito bem dirigida. Basta? Conseguir tudo isso não é para qualquer um.
Enfim, a Ana Maria colocou-se numa sinuca ao não pensar com cuidado o que falar para um público que tornou-se crítico ao extremo, ou seja, a galera que acompanha o Big Brother e que acaba engrossando a legião de fãs que acompanham as vidas dos ex-BBB´s. A apresentadora do Programa Mais Você colocou-se no paredão da torcida da Gys que acabou dando uma lição para os participantes e seu fãs no futuro. Quem sabe se a torcida da Íris também tivesse batido pé, feito beicinho, gritasse e esperneasse a lourinha do BBB7 estivesse hoje contratada pela Rede Globo de Televisão?
De qualquer maneira, a torcida de Gyselle no lugar de boicotar, xingar, reclamar e perseguir a Ana Maria Braga deveria estender-lhe um tapete vermelho, pois tudo indica que será através do Programa Mais Você que Gyselle conquistará uma chance na TV. Gy declarou para um jornal do norte que assinou um contrato de exclusividade de um ano com a Rede Globo e que estará presente num quadro na Ana Maria ainda a confirmar o formato. Aliás, o tapete vermelho deveria ser não apenas para a apresentadora, mas também para seu diretor, o Boninho.
Posted by Susan
Nathália no Programa da Ana Maria Braga
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Música na Madrugada
Cama e Mesa...
Eu quero ser sua canção Eu quero ser seu tom Me esfregar na sua boca Ser o seu batom...
O sabonete que te alisa Embaixo do chuveiro A toalha que desliza No seu corpo inteiro...
Eu quero ser seu travesseiro E ter a noite inteira Pra te beijar durante O tempo que você dormir Eu quero ser o sol que entra No seu quarto adentro Te acordar devagarinho Te fazer sorrir...
Quero estar na maciez Do toque dos seus dedos E entrar na intimidade Desses seus segredos Quero ser a coisa boa Liberada ou proibida Tudo em sua vida...
Eu quero que você me dê O que você quiser Quero te dar tudo Que um homem dá Pra uma mulher E além de todo esse carinho Que você me faz Fico imaginando coisas Quero sempre mais...
Você é o doce Que eu mais gosto Meu café completo A bebida preferida O prato predileto Eu como e bebo do melhor E não tenho hora certa De manhã, de tarde À noite, não faço dieta...
Esse amor que alimenta Minha fantasia É meu sonho, minha festa É minha alegria A comida mais gostosa O perfume e a bebida Tudo em minha vida...
Todo homem que sabe o que quer Sabe dar e querer da mulher O melhor e fazer desse amor O que come, o que bebe O que dá e recebe...
Mas o homem que sabe o que quer E se apaixona por uma mulher Ele faz desse amor sua vida A comida, a bebida Na justa medida...
O homem que sabe o que quer Sabe dar e querer da mulher O melhor e fazer desse amor O que come, o que bebe O que dá e recebe...
Mas o homem que sabe o que quer Sabe dar e querer da mulher O melhor e fazer desse amor O que come, o que bebe O que dá e recebe...
Mas o homem que sabe o que quer E se apaixona por uma mulher Ele faz desse amor sua vida A comida, a bebida Na justa medida...
Cama e Mesa, Roberto Carlos
Posted by Susan
Sonhando um sonho quase impossível
Você deixaria seu filho participar do Big Brother Brasil? A última edição do BBB foi marcada por um elenco jovem demais. Muitos deles não passavam dos vinte e quatro anos, Thati Bione, por exemplo, tinha apenas vinte e um anos. Quase uma criança, não? Pois é, o BBB é jogo para gente grande. Quando eles entram na casa são colocados a prova e estão na mira do julgamento popular e nós costumamos ser implacáveis em nosso sentimento de desgostar de um participante.
Eu ando uma contadora de histórias esta semana, mas vamos a mais uma... Há muitos anos atrás eu fiz uma viagem ao interior do Brasil com uma amiga da faculdade. Isso foi no tempo em que muitas das cidades que amis tarde se desenvolveram em polos turisticos não não passavam de vilarejos, com casinhas de pescador encarrapitadas nas dunas brancas, uma rua apenas e pouco comércio.
Não existiam hotéis e tampouco pousadas. Os turistas alugavam quartos nas casas dos pescadores. A noite o calor era infernal, mas eu dormia coberta da cabeça aos pés como uma múmia com medo dos barbeiros, baratas e escorpiões. Acordava empapada de suor, colocava um biquíni e corria para o quintal onde a gente comprava um balde d’água por um real. Eu jogava a água fria sobre a cabeça para aliviar o calor e começar mais um dia de céu azul e sol intenso.
Nós tomávamos café em pequenas biroscas, casas de família transformadas em restaurantes. A movimentação na única rua começava cedo já que o calor nos tirava da cama assim que o sol despontava. Éramos de todos os tons e de todos os lugares, espantei-me com a quantidade de europeus perdidos naquelaa pequenaa cidadea do interior brasileiro. Eram alemães, ingleses, mas principalmente italianos e franceses.
Numa dessas cidades, contava a lenda local que há três anos atrás um desses estrangeiro havia se apaixonado por uma das meninas mais linda da cidade. Desde então, o sonho das adolescentes era encontrar um gringo que lhe tirasse daquela pobreza e a tornasse uma princesa. Na busca por esse sonho, muitas quase se prostituíam, se entregando à infinidade de louros e morenos em busca de um sonho que acabava se perdendo na indignidade humana. Muitas contraiam doenças venéreas sérias, histórias corriam soltas sobre meninas de quinze, dezesseis anos portadoras do vírus HIV.
Esse é o retrato de um Brasil que se alimenta de sonhos impossíveis. E o BBB também é essa fábrica de sonhos que a muitos atrai, o sonho de liberdade, de estabilidade financeira, de fuga de uma sociedade que não tem muito a oferecer à sua juventude. Aqui nos grandes centros urbanos nós também nos alimentamos dos mesmos sonhos. Era recorrente no BBB8 uma frase que virou uma marca dessa edição muito mais do que em qualquer outra. Quantas vezes saíram da boca de Thati Bione a afirmação de que estava vivendo um sonho de toda uma vida? Que estar no BBB8 era um sonho que nunca deveria acabar?
Thati me impressionou demais com a punjância com que ela queria viver aquela realidade. E não eram meros exageros de atriz de quinta categoria. Para ela era real, aquilo tudo foi mesmo sonhado desde sua adolescência. Uma pena que Thati não tenha conseguido aprender com o confinamento o tanto que ele poderia lhe ensinar. Thati foi a pessoa que mais amadureceu na casa do BBB8, foi visível em breves momentos sua grande transformação no decorrer do jogo. Na saída da Juliana eu vi uma Thati diferente, pena que ela não se deu conta que aquela era a Thati que o público certamente abraçaria com carinho e não aquela travestida em sacos de lixo berrando pela casa. Thati amadureceu, mas se recusou a aceitar e enfrentar esse crescimento. Acabou perdendo uma bela oportunidade naquilo que seria o sonho de toda sua vida. Mas, ela é jovem demais e a juventude sempre conspira a nosso favor. Enfim, você deixaria seu filho participar de um Big Brother Brasil?
Posted by Susan
Música na madrugada
The Police
Message in a Bottle
Every Breath You Take
Para minha amiga Nina...
Posted by Susan
A verdade de cada um
Há alguns anos atrás uma amiga perdeu um filho com dezessete anos. No dia anterior nós havíamos trabalhado até mais tarde e saímos juntas do trabalho. Ao chegar em casa já a tinha esperando a notícia que, tenho certeza, mudou o rumo de sua vida. Ele era atleta, havia ganho diversas medalhas e naquele dia tinha ido ao treino logo após o almoço, passou mal e morreu afogado na piscina do clube onde treinava. No dia seguinte estávamos todos no funeral e não sabíamos o que dizer àquela mãe diante de um acontecimento tão sofrido.
Mas, ela nos surpreendeu. Durante toda a cerimônia ela era a imagem da serenidade, a todos confortava e eu me vi na estranha situação de ser acalentada por ela quando o momento da dor era dela e não meu. Ela é kardecista e buscou em sua religião o conforto que nós não pudemos encontrar. Depois que ela voltou a trabalhar, sua tranqüilidade continuou a nos intrigar, mas muitas vezes a peguei silenciosamente chorando e buscando em seus livros espíritas as palavras certas para alcançar a compreensão e a paz.
Alguns anos mais tarde eu estava de férias e decidi passa-las em casa da família com quem eu tinha morado quando participei de um intercâmbio cultural nos EUA. Quando eu lá cheguei existia uma enorme comoção em torno de uma história que havia deixado estarrecida a opinião pública americana. Duas crianças haviam sido encontradas mortas dentro de um carro no fundo de um lago em alguma cidade interior. A mãe havia contado à polícia que um homem negro a havia abordado, ameaçado e levado as crianças e o carro.
No período em que as crianças ainda estavam desaparecidas o povo se mobilizou ajudando nas buscas, a mãe e o pai foram para a imprensa pedir ajuda para que encontrassem os meninos. Quando eles foram encontrados mortos, a indignação da população pedia por justiça e se desesperava junto com aquela mãe naquela drástica situação. As investigações avançaram e acabaram descobrindo que a própria mãe havia assassinado seus filhos porque o namorado dela não queria casar e assumir a responsabilidade de duas crianças que não eram suas. As crianças morreram pelo simples fato de existirem. Vocês imaginam como a população reagiu, não?
Aqui no Brasil em 1994 os donos da Escola Base em São Paulo, e mais um colaborador, foram acusados de manterem orgias sexuais com as crianças da escola. Uma mãe fez a acusação, não me recordo qual seria o motivo. Mas, seja lá o que a motivou, tudo não passou de mentiras ou fantasias de uma mãe perturbada em seu zelo excessivo. A polícia acreditou na mãe e a imprensa caiu matando em cima da escola. A Revista Veja chamou o estabelecimento de ensino de “escola dos horrores”, a Folha da Tarde estampou a notícia de que “uma perua carregava crianças para orgia”. Esse foi o caso mais vergonhoso de linchamento popular precipitado que a mídia e a população foram testemunhas no Brasil. O inquérito foi terminado às pressas na tentativa de enterrar a vergonha feita pela polícia e pela mídia em geral.
Diante de tudo isso é compreensível o extremo cuidado com que a polícia tem conduzido as investigações do assassinato da menina Isabela até o momento. As últimas conclusões da perícia indicam que Isabela foi espancada e asfixiada antes de morrer. Nós precisamos falar a esse respeito. Somos seres humanos e temos essa necessidade intrínseca de querer entender, de buscar compreender, de processar o horror. Mas, eu, assim como muitos na net, sinceramente espero que eles cheguem à conclusão que o assassino da menina tenha sido uma outra pessoa que não seja o pai, a mãe ou a madrasta. A menina não merece isso. E nós precisamos manter a crença de que o ser humano é bom, que ser pai e mãe é uma missão sagrada, que ninguém que tenha concebido ou acalentado Isabela seja capaz de lhe fazer tanto mal.
Para matar a curiosidade
Eu e eu mesma ...
Posted by Susan
Na cozinha com a Susan
Hoje no Programa da Ana Maria Braga foi ao ar a matéria da Gyselle em sua volta ao Piauí. Além das imagens da chegada, foi mostrada uma matéria sobre a cajuína, uma bebida típica do Piauí, feita do suco de cajú misturado com gelatina. Achei interessante... Aproveitando a deixa da mesa com comidas típicas da região mostrada por Gyselle, a gente decidiu voltar com nossas matérias sobre culinária que tanto sucesso fizeram o ano passado. Divirtam-se, provem e deliciem-se. Bom dia DCPL!
Receitas do Piauí
RISOTO DE CAJU
Ingredientes 500 g de carne de caju 2 xícaras de repolho finamente picado 2 cenouras raladas em ralo grosso 2 pimentões (1 vermelho e 1 verde) cortados em tirinha 1 cebola média cortada em cubos 1 tomate sem pele cortado em cubos 3 dentes de alho amassados 2 xícaras de vagem previamente aferventadas e cortadas finamente na diagonal Azeite de oliva 5 colheres (sopa) de molho de soja 2 tabletes de caldo de galinha 1 kg de arroz cozido
Modo de preparo: Em uma frigideira grande, coloque o azeite e deixe aquecer bem. Misture a cebola, o alho, a carne de caju e refogue no azeite mexendo continuamente. Ao finalizar, tempere com molho de soja e apague o fogo. Junte o repolho, as cenouras, os pimentões, a vagem, o arroz cozido e a carne básica de caju refogada, mexa muito bem e leve ao forno por 5 ou 10 minutos. Sirva quente ou morno.
CAJUZINHO
Ingredientes
2 ½ xícaras de chá de amendoim torrado e moído fino ¾ de xícara chá de açúcar 3 colheres (sopa) de nescau 2 claras 3 colheres (sopa) de leite
Modo de preparo
Junte o amendoim, o açúcar, o nescau e as claras e misture bem, vá acrescentando o leite aos poucos e continue amassando até ter uma massa fácil de modelar. Faça os cajuzinhos e enfeite-os com um amendoim inteiro. Passe o cajuzinho no açúcar refinado e coloque-os nas forminhas de papel. Rende aproximadamente 35 unidades.
Posted by Susan
Música na madrugada
Mr. Rod Stewart
Have I told you lately that I love you Have I told you theres no one else above you Fill my heart with gladness Take away all my sadness Ease my troubles thats what you do
For the morning sun in all its glory Greets the day with hope and comfort too You fill my life with laughter And somehow you make it better Ease my troubles thats what you do Theres a love thats divine And its yours and its mine like the sun And at the end of the day We should give thanks and pray To the one, to the one
Have I told you lately that I love you Have I told you theres no one else above you Fill my heart with gladness Take away all my sadness Ease my troubles thats what you do
Theres a love thats divine And its yours and its mine like the sun And at the end of the day We should give thanks and pray To the one, to the one
And have I told you lately that I love you Have I told you theres no one else above you You fill my heart with gladness Take away my sadness Ease my troubles thats what you do Take away all my sadness Fill my life with gladness Ease my troubles thats what you do Take away all my sadness Fill my life with gladness Ease my troubles thats what you do
Have I Told You Lately, Rod Stewart
Posted by Susan
O Preconceito em debate
A Revista Vogue criou uma polêmica ao publicar a controvertida capa com a Gisele Bundchen e o altleta Le Brond James numa pose que sugeria o cartaz do filme King Kong. O que você acha? Mera coincidência? Brincadeira inocente ou um olhar que deixou escapar o preconceito nas entrelinhas? Ou houve intenção e displicência com a questão? Você já se pegou sendo preconceituoso sem nem perceber ? Você colocaria no banco dos réus a fotógrafa Annie Leibovitz?
Posted by Susan
Domingo no parque
Trabalhando com o inimigo - Bianca acaba com as fotos do Rafinha no Paparazzo... De onde ela tirou que ele ficaria sexy com esses óculos?
Ou esses...Com uma amiga assim, quem precisa de inimigos?
Assim que acaba o BBB na Globo começa o nosso Big Brother real. Deixamos de dar uma espiadinha na casa mais vigiada do Brasil e voltamos nossos olhos para o mundo, para o show da vida real, que nem sempre é fantástico, mas que está presente mesmo que algumas vezes queiramos fechar os olhos e não ver o show de horrores que às vezes as notícias nos presenteiam. Mas, domingo é domingo e eu reservei esse dia para colocarmos em dia as notícias sobre o BBBs, suas conquistas, sua vida real. Divirtam-se!
A Gostosinha do Bairro Peixoto - Juliana arrasa em ensaio sensual na VIP
Baby Boom - Analy e Alan Pierre estão grávidos, está a caminho o primeiro bebê BBB
Do fundo do baú - Marcelo em fotos de família, brother já gostava de escrever há muito tempo
Pegando carona numa cauda de cometa - namorado de Gyselle quer morar no Brasil e casar com ela
É isso que a gente leva da vida - Gyselle perdoa o pai em cena de emoção no Piauí