Perfil do André Gabeh

No BBB1...

 

E em sua página no Myspace


Posso dizer com certeza que já cantei de tudo. Estudei canto lírico por anos e hoje além de desenvolver meu trabalho autoral e estar em processo de selecionar repertório pro meu próximo cd eu dou aula de técnica vocal. Sou Cantor. Amo música e adoro ouvir e ser ouvido.

Já fiz backing vocal do grupo CIDADE NEGRA. Cantei no grupo de World music RELIGARE. Participei como crooner da RIO JAZZ ORCHESTRA. Fui tenor solista do CORO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Lancei cd pela SOM LIVRE no ano de 2002. Tenho um trabalho musical chamado LUSOFONIA MINHA onde canto musicas Brasileiras,Portuguesas e Cabo-verdeanas todas com uma abordagem que mistura a natureza clássica de cada uma delas com uma sutil modernidade e colocando tudo dentro de uma esfera onde a Mpb dita o ritmo e a cara do trabalho.

Além de clássicos desses cancioneiros ainda misturo musicas inéditas e ainda coloco um pouco de samba e ritmos nordestinos pra estabelecer uma ligação com a nossa africanidade,com os sons mouros que permeiam os ritmos nordestinos e principalmente a música Portuguesa e a proximidade dos ritmos da região Norte do brasil com os sons do Cabo Verde.

Minha proposta é juntar e misturar e dar a tudo uma cara brasileira temperada com a profundidade da musica Lusitana com a singeleza dos ritmos de Cabo Verde. Estou a procura de amigos,músicos,produtores pra humildemente me ajudarem nessa jornada de divulgar esse trabalho no qual acredito piamente. Estou aberto a conhecer o trabalho de todos e a estabelecer vínculos e trocar figurinhas.

My Space do André Gabeh



Escrito por Susan às 9h41 PM
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Depois da Quinta Dose

"Consegui um emprego de maquiadora de atores de filme pornô através de minha amiga Dora da Croácia, cafetina de Sepetiba, que coloca umas meninas no ramo de filmes eróticos em troca de uma porcentagem bacana de cada uma que é aproveitada em alguma cena. Comprei um kit PAYOT e levei algumas amostras grátis dos produtos Jequiti e Natura que ainda me restavam. Assisti a alguns BLOCK BUSTERS do SexyHot e percebi que sombra azul, batom "Vermelho Super Chico" ,base perolada e blush rosa-antigo são uma super tendência na cinegrafia putológica. Levei um vidrinho de óleo Paixão pra deixar os pintos dos atores com aparência de bisnaguinha Seven Boys e fui, linda, me jogar na minha empreitada dermatológica."

André Gabeh

 

E assim André vai tecendo seus textos incrivelmente criativos e irreverentes. São puro escracho, mas apenas para olhos e mentes que consigam ir além do óbvio e do permitido. São puro deleite e provocação, histórias contadas por uma espécie de alter ego escrachado, Thyerry Magdalena, que se define como sendo "um semi-travesti carioca de baixa renda, mas com vocabulário lapidado nas fornalhas de Coquetel Bronze, Prata, Ouro e Marfim da Ediouro". Quer conhecer um pouco mais? Acesse o blog do André Gabeh, Depois da Quinta Dose clicando aqui. 

 

André Gabeh ao vivo no Chat do De Cara Pra Lua

Segunda-feira, dia 16 de novembro, às 21 horas. Mandem suas perguntas para decarapralua@decarapralua.com. Não percam!



Escrito por Susan às 11h17 PM
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O BBB na era da inocência

Todo início de Big Brother tem um sabor de descoberta, tem uma ansiedade gostosa de ver a cara do novo grupo. No BBB1 era tudo novidade. Naquela época, a transmissão ao vivo começava durante a tarde e a gente tinha a oportunidade de acompanhar os participantes reagindo ao visual da casa enquanto se apresentavam uns aos outros. Quando a edição diária entrava no ar para dar o pontapé inicial no jogo a galera do PPV já estava familiarizada com o grupo.

Eu e Pedro Bial éramos nove anos mais novos, não tínhamos um fio sequer de cabelos brancos, eu era bem mais magra e Bial mais encorpado. Jamais imaginei que um dia eu teria a oportunidade de encontrá-lo pessoalmente. Também nem imaginava que um dia eu iria tentar escrever sobre o programa e criar o De Cara Pra Lua. Não existiam as torcidas na internet, o campo de batalha ainda não havia se estabelecido. Blogs sobre BBB? Apenas o da Rosana Hermann, que tinha na época um blig que seria o precursor de todos nós. Chama-se Grande Irmão e ela o manteve vivo por uns dois anos, se minha memória anda boa.

Eu nem fazia idéia de que existia esse universo. Discussão sobre Big Brother eu levava no trabalho, pois tinha um colega que também adorava o programa. Nós éramos sempre os últimos a sair e ficávamos trabalhando e trocando idéias sobre o BBB até tarde da noite. A minha torcida por André, Leka, Vanessa em nada atrapalhava a sua preferência pelo Bambam. Paixão como a que a gente hoje presencia era coisa inexistente e se me contassem que um dia eu estaria envolvida em toda essa guerra eu provavelmente teria dado uma sonora gargalhada.

Meu gostar no BBB1 passou por diversos estágios, havia uma época em que eu torcia por Helena, depois acabei me divertindo com as loucuras da Leka e Cristiana, adorava o mau humor do Adriano, mas achava que muitas vezes suas grosserias poderiam ser menos contundentes. Achava o humor do André mais refinado, críticas e alfinetadas na medida certa e com irreverência e inteligência. Adriano era mais pornô chanchada, André ficava no campo da ópera bufa.

Jamais vou me esquecer o dia que Cristiana desfilou pela casa com seu vestidinho de malha e sem calcinha por baixo. Num determinado momento, enquanto eles conversavam na cozinha, a Cris levantou o vestido deixando que todos vissem sua nudez. Todos, inclusive nós, o público. Atitude de mau gosto? Talvez, mas que me marcou pela total falta de preocupação com o politicamente correto, com o agrado ao público. No BBB1 ninguém sabia o que o público gostava e o que ele rejeitava.

Conforme os anos foram passando nós deixamos transparecer que tipo de jogo e de jogador fazia mais a cabeça do telespectador. Na medida em que nós perdemos nossa inocência, os jogadores também foram perdendo um pouco de sua espontaneidade. Melhor ou pior? Eu não sei. Talvez nenhum dos dois, apenas diferente, pois seria impossível que o tempo passasse e os jogadores não ficassem cada vez mais conscientes de seu papel no jogo e da presença ausente do público que os observa.

 

Manuela Saadeh dia 23 de novembro ao vivo no De Cara Pra Lua



Escrito por Susan às 1h24 AM
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André Gabeh ao vivo no Chat do De Cara Pra Lua

Segunda-feira, dia 16 de novembro, às 21 horas

Faltam apenas dois meses para começar o BBB10. Foram mais de sete meses desde que Bial anunciou o campeão da nona edição, mas às vezes a sensação que temos é que o BBB9 acabou ontem tamanha é a polêmica que ainda ronda o nome de alguns de seus participantes. O BBB10 está chegando com a tarefa de enterrar a confusão e direcionar nossos olhos para outros jogadores, outros dramas, outras histórias. Para quem é apaixonado pelo formato do programa, e não por seus participantes, o frisson continua.

Para mim tudo começou em janeiro de 2001 quando me interessei por aquele programa diferente que a Rede Globo anunciava. Comprei de cara o PPV e falei para Roberto – Broto, eu vou gostar desse troço. Desde então jamais deixei de comprar o pacote do BBB-24 horas e acompanhar atentamente o desenrolar do dia a dia da Casa do Projac. A primeira edição, em minha opinião, foi a era da inocência. Ninguém tinha idéia de como funcionaria, os participantes se jogaram no projeto completamente no escuro, sem saber como aquela exposição afetaria suas vidas, ou até mesmo se afetaria.

Poucos foram os jogadores que passaram em branco, muitos de destacaram, pois o medo do julgamento do público ainda era algo abstrato. Jogadores como Leka, Adriano, Serginho, Vanessa, Bambam, Cris, Estela fizeram a festa nas madrugadas do PPV. Mas, em minha opinião, no meio desse grupo existia uma pessoa que se destacava por seu humor rascante, seu senso crítico acentuado, sua criatividade e suas tiradas inteligentes, esse cara era o André Gabeh.

Nas próximas semanas o De Cara Pra Lua estará fazendo uma retrospectiva das edições passadas em homenagem aos dez anos do programa. A cada semana falaremos sobre uma edição, traremos um brother para bater papo conosco e falar não apenas de sua experiência no BBB, mas também de sua vida na atualidade. Ainda na casa André mostrou-se um cantor de qualidade e aqui fora, nesses nove anos investindo em sua carreira, ele só tem confirmado que seu talento não era algo efêmero, restrito às suas performances na casa do Big Brother.

Segunda-feira, dia 16 de novembro, às 21 horas, nós estaremos aqui no De Cara Pra Lua batendo um papo ao vivo com ele. Queremos saber, entre muitas outras coisas, como o fato de estar no BBB afetou sua história, como tem sido esse caminho de músico num país onde se aposta tão pouco na cultura, quais os projetos mais interessantes que ele abraçou e qual o espaço que a música tem ocupado em sua vida.

Mandem suas perguntas, comprem a pipoca, reservem seus lugares, pois teremos muito a discutir e relembrar até que chegue a próxima edição. Obrigada BBB9 pelos três meses de diversão e por quase um ano de reflexão, vamos começar agora uma nova etapa, outra jornada. DCPL rumo ao Big Brother Brasil10!

Mandem suas perguntas para decarapralua@decarapralua.com. Não percam!



Escrito por Susan às 9h19 PM
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Da série "Divas"

Bethania no Prêmio Shell em 2008

Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada.

Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.

A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,

E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.



Escrito por Susan às 11h04 PM
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Quando o provincianismo vence a razão

Video da UNIBAN

O que a gente sente ao ver jovens se comportando dessa maneira? Vergonha? Não, eu sinto medo. Tenho medo dessa juventude com uma visão de mundo tão estreita que os leva a liderar um movimento como esse ou a ir na onda da maré da multidão. Eu tenho medo do preconceito, principalmente quando ele vem respaldado e endossado pelas autoridades competentes, aqueles que deveriam ser responsáveis pela formação do pensamento crítico que é a base do ensino numa Universidade.

Desde quando uma mulher vestida numa minissaia representa ameaça à boa conduta de uma sociedade? Desde quando nossas escolhas que têm a ver apenas com decisões sobre a nossa vida, que não implicam em prejudicar ninguém podem ser punidas com a violência de destruir uma vida, a reputação de uma pessoa? Essa atitude é um retrocesso nos avanços conquistados pela mulher em nossa sociedade. E o pior, existiam mulheres no meio da multidão. Essa divisão do universo feminino em sacro e profano é de uma estupidez que só poderia levar às atitudes extremadas como as da UNIBAN.

A minissaia surgiu na década de 60 lançada pela inglesa Mary Quant. De lá pra cá são mais de quarenta anos, o Brasil entrou e saiu de uma Ditadura, caiu o muro de Berlim e o mundo deixou de ser dividido entre capitalismo e socialismo, o movimento hippie pregou a paz e o amor, a pílula anticoncepcional liberou a sexualidade feminina, as mulheres foram para praça pública queimar seus sutiãs, ganhamos espaço no mercado de trabalho.

O mundo passa por uma verdadeira revolução com a invenção dos computadores, com o avanço da informática que derrubou barreiras geográficas e encurtou a distância entre povos diferentes e culturas diversas. E a gente ainda vive uma situação vexatória de preconceito e humilhação contra a mulher. Hoje o Brasil dominou as manchetes internacionais com o caso da estudante expulsa da Universidade por conta de sua minissaia. Que pena! Eu achei que estávamos chegando ao ano de 2010.



Escrito por Susan às 10h23 PM
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